30 abril 2011

Álcool x Trânsito



               LEI SECA É INSUFICIENTE CONTRA ÁLCOOL NO TRÂNSITO.


O número de processos relacionados a embriagues no volante movidos pela justiça de Jundiaí, que também atende a cidade de Itupeva, aumentou em 2010. O índice já foi maior em 2008, caiu em 2009 (quando passou a ser aplicada a lei seca) e voltou a crescer no ano passado, segundo a justiça. O fórum não soube informar quantos casos foram julgados. Nos dois primeiros meses de 2011, o numero já é um pouco maior quando comprado à média mensal de 2010 - cerca de 11 processos ao mês. O principal ítem para evitar o crescimento no numero de acidentes com pessoas embriagadas ao volante é aumentar a fiscalização, afirma o promotor Jocimar Guimarães, da primeira vara criminal de Jundiaí. Além disso, ele diz que é necessário realizar mais campanhas de conscientização para que as pessoas não esqueçam da Lei Seca, que começou a vigorar no inicio de 2009. "Na maior parte dos casos, os autores não acabam presos. São raras as vezes que isso acontece", explica Jocimar, apesar de a lei prever até três anos de prisão. 
                                                   LEI É PARA SER CUMPRIDA.
                                MÁRCIO COZATTI - Presidente OAB Jundiaí 


A lei seca não é para pegar ou não pegar, mas para ser cumprida como qualquer lei em vigor. Discutimos muito sobre a questão da embriagues no trânsito, o que sempre nos preocupa. O que tem que ser levado em conta, por cada pessoa, é sua atitude, pois depende de nós, de nossa conscientização para mudar. A lei funciona. O que falta é rigor para à aplicação da pena. E as campanhas são sempre importantes e ajudam as pessoas a entenderem a importância de se ter respeito no trânsito. Se houvesse mais campanhas seria ainda melhor. 




29 abril 2011

Dados sobre consumo de Álcool no Brasil

bebida
Os brasileiros estão exagerando no consumo de bebidas alcoólicas, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde. O estudo revela que, de dois mil e seis para dois mil e oito, o numero de pessoas que fazem uso abusivo de álcool cresceu dezoito por cento. O consumo é considerado exagerado quando passa de quatro dozes de bebidas para as mulheres e cinco para os homens, em uma mesma ocasião, por exemplo, uma festa. A pesquisa apontou, ainda, que as mulheres estão bebendo cada vez mais. Em dois mil e seis, oito por cento da população feminina bebia exageradamente. Esse valor passou para mais de dez por cento, no ano passado. O diretor do Departamento e Análise de Situação e Saúde do Ministério da Saúde, Otaliba Libânio, explica que, ainda assim, os homens continuam sendo os que mais exageram no consumo de álcool. "O consumo abusivo de bebidas alcoólicas, a prevalência é muito maior nos homens em comparação as mulheres. E a faixa etária de maior consumo é essa faixa etária de adulto-jovem. Com relação a uma pergunta se a pessoa dirige após o consumo abusivo de bebida alcoólica, aí tem uma prevalência muito mais elevada dos homens em comparação com as mulheres." O diretor do Departamento de Análise de Situação e Saúde esclarece que a faixa etária de adulto-jovem vai dos vinte e cinco aos trinta e quatro anos. Na avaliação do Ministério da Saúde, uma dose de bebida alcoólica equivale a uma lata de cerveja, ou uma taça de vinho, ou, ainda, uma dose de uísque ou vodka.

O drama do alcoolismo - vídeo para reflexão e concientização do problema

O alcoolismo é uma das doenças que mais causa estragos na vida das pessoas. Arruína a saúde física e psíquica, destrói as relações intra-familiares, gera a perda da liberdade e do senso de responsabilidade. Em muitas cidades do Brasil e do mundo esse problema é dramático. O vídeo mostra o descontrole emocional de um dependente dessa droga (lícita). O alcoólatra, perdendo a noção do perigo, destrói a própria vida tragicamente ! 

Depoimento de um ex-alcoólatra


Particulamente eu contesto o rótulo de ex-alcoólatra, sabendo-se que alcoolismo não tem cura, isso agora é fato, reconhecido por vários orgãos, inclusive pela Organização Mundial de Saúde (OMS), prefiro ser realista e me auto-ajudar com a consciência de que sou alcoólatra, por isso mesmo não posso e não devo colocar álcool na boca, pois tal procedimento reativará novamente a doença e o caos voltará a minha vida. Muitos que conseguem parar de beber, voltam apoiados nesse titulo de ex-alcoólatra, achando estarem curados. Prefiro dizer a mim mesmo : Sou alcoóltra, mas não bebo mais.





Alcoolismo não é novela, é realidade.

Cena que mostra com clareza as dificuldades de relacionamento familiar que essa doença causa, as dificuldades em deixar o vício, o cansaço da esposa na luta contra o álcool, e a fibra da filha em continuar ao lado do pai.

28 abril 2011

Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS)

Quase 4% de todas as mortes no mundo são atribuídas ao álcool, alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS) em relatório divulgado em 2011. A entidade da Organização das Nações Unidas (ONU) lembrou que o álcool é associado com muitas questões sociais sérias, como violência, negligência infantil e abusos, além de faltas ao trabalho. A porcentagem de mortes por álcool é maior do que as de mortes causadas por aids, violência e tuberculose, diz a OMS. O relatório afirma que o uso abusivo do álcool  provoca 2,5 milhões de mortes todos os anos. No grupo com idades entre 25 e 39 anos, 320 mil pessoas morrem por problemas relacionados ao álcool, resultando em 9% das mortes nessa faixa etária. A OMS informou ainda que o álcool prejudica a vida não somente de quem o consome em excesso, mas também dos que se relacionam com essas pessoas. "Uma pessoa intoxicada pode prejudicar outras ou colocá-las em risco de acidentes de trânsito ou por comportamento violento, ou afetar negativamente colegas de trabalho, parentes e desconhecidos", afirma o texto. A bebida em excesso é um importante fator para problemas psíquiatricos, em males como a epilepsia, e de doenças cardiovasculares, cirrose e vários tipos de câncer. "Ferimentos fatais atribuíveis ao consumo de álcool tendem a ocorrer em faixas etárias relativamente mais jovens", afirma. O relatório global 2011 sobre álcool e saúde da OMS busca fornecer informações para os Estados vinculados à entidade e apoiar os esforços para se reduzir os danos do álcool, dando atenção para as consequências sociais e de saúde do consumo abusivo de bebida. A OMS lembra que o grau de risco para o consumo de álcool varia conforme a idade, o sexo, e outras caracteristicas biológicas do consumidor. É preciso observar, segundo a entidade, a quantidade de álcool consumido, mas também o padrão de consumo da pessoa em questão. A OMS recomenda que os governos regulem o mercado de venda de bebidas, em particular para pessoas mais jovens. Também sugere regulações e restrições a disponibilidade do álcool, políticas apropriadas para se evitar que motoristas dirijam bêbados e a redução da demanda, com impostos mais altos. Afirma ainda que é preciso que os governos forneçam tratamento para pessoas com problemas com álcool e implementem programas e intervenções breves diante do uso perigoso e prejudicial da bebida. 





















Vídeo do jornal Bom Dia Brasil

O que será necessário para as pessoas tratarem o alcoolismo como uma doença, ou será que milhões de pessoas adoram morrer do jeito mais humilhante e deplorável que existe.

Nunca diga eu não posso, Diga EU VOU CONSEGUIR !

A verdade sobre o alcoolismo

Contrariando uma corrente forte no Brasil  que sustenta que o alcoolismo é sintoma de problema psíquico ou de uma personalidade inadequada, os autores do livro "ALCOOLISMO - MITOS E REALIDADE" , procuram mostrar que a filosofia, e não a psicologia, determina se uma pessoa que bebe se tornará dependente ou não do álcool. Segundo eles, são genes, enzimas, hormônios e outras químicas do corpo que, atuando em conjunto, criam uma reação anormal e problemática para o alcoólatra. O que faz de alguém um alcoólatra, examina os vários estágios do alcoolismo, mostra como levar o dependente a um tratamento e apresenta um guia completo para o tratamento. 
James R. Milam - é psícologo de renome no campo do alcoolismo nos Estados Unidos.
Katherine Ketcham - é escritora premiada

Depoimento de Jacqueline Saburido vitíma de motorista bêbado - vídeo

O álcool mata de diversas formas, muitas vezes de forma ainda mais cruél, pessoas inocentes desfiguradas por causa de motoristas que insistem em beber e depois dirigir. São centenas de vidas perdidas ou com sequelas graves, e o que todos sabem é : se for dirigir não beba, se beber não dirija, inclusive os alcoólatras, mais sempre acham que podem, e os resultados todos nós sabemos.

Cirrose - vídeo

A cirrose (endurecimento do fígado) é uma doença crónica do fígado, que se desenvolve principalmente por ingestão de bebidas alcoólicas durante muito tempo.

Campanha de Prevenção do Álcool na Gestação - vídeo


O nenem tem enormes possibilidades de nascer com a SÍNDROME DE ALCOOLISMO FETAL, será que vale a pena arriscar um gole ?

Medicina - Álcool x Pâncreas -

O consumo excessivo de álcool é uma das principais causa da pâncreatite, uma inflamação do pâncreas que tanto pode ser ligeira como FATAL. Uma dor intensa na região do abdómen, que irradia para as costas, pode ser o primeiro aviso de que algo vai mal com o pâncreas. Dor que, com frequência, agrava após uma refeição abundante, sobre tudo a base de gorduras. Com cerca de 13 cm e a forma de uma folha, o pâncreas localiza-se atrás do estômago e muito próximo do duodeno (a porção superior do intestino). Trata-se de uma glândula com um papel importante na digestão dos alimentos e no metabolismo dos nutrientes. Produz sucos digestivos e enzimas que ajudam a partir em pedaços mais pequenos as proteínas, os hidratos de carbono e as gorduras, de modo a de que possam passar para o intestino delgado. Além disso, segrega insulina e glucagon, duas hormonas que regulam  o modo como o organismo utiliza o açucar (glucose). O Pâncreas é composto, na sua maior parte, por células exócrinas, que produzem as enzimas digestivas e que estão organizadas em grupos que comucam entre si por pequenos canais. E por esses canais que o sucos circulam até desembocarem num caminho principal - o canal pancreático, que conduz ao duodeno. Antes, porém, junta-se-lhe o canal biliar, que transporta a bílis desde o fígado e a vesícula. Existem ainda no pâncreas pequenas ilhas de células endócrinas - os ilhéus de langerhans - que segregam a insulina e o glucagon, libertando-as na corrente sanguínea, juntamente com uma outra hormona, a somatostatina, que regula a secreção da insulina e glucagon.O PESO DO ÁLCOOL - É assim que tudo funciona num pâncreas saudável. Mas o processo pode ser perturbado por fatores como a ingestão abusiva de álcool - com frequência, em grandes quantidades e prolongada no tempo. Não se sabe exatamente como o álcool afeta o pâncreas, mas sabe-se que desencadeia uma libertação precoce das enzimas digestivas e que aumenta a permeabilidade dos pequenos canais, possibilitando fuga de sucos digestivos para o tecido normal. Sabe-se ainda que a ingestão excessiva de álcool conduz a formação de aglomerações de proteínas,  as quais estão na origem de cálculos (pedra) passíveis de bloquear o canal pancreático. O álcool é a principal causa de pancreatite crónica, sendo mais frequente no homem. Os cálculos bíliares são outra causa frequente de pancreatite aguda - a inflamação do pâncreas. Forma-se na vesícula quando a bílis fica quimicamente instável, após o que migram para o canal biliar, podendo bloquear a passagem dos sucos digestivos para o duodeno. A consequência é que estes sucos ficam ativos no pâncreas, onde "comem" o tecido saudável, em vez de atuarem no intestino, desempenhando a sua função de decompor os alimentos. Há outros fatores associados a pancreatite, embora considerados fatores de importância menor. Aliás, 80 a 90% tem os cálculos bíliares à álcool como causa. É o caso de medicamentos (como anti-inflamatórios não esteróides, os corticoesteróides e alguns para hipertensão arterial), de infecções virais (como a papeira e a hepatite), ou bacterianas, do aumento dos níveis de triglicerídeos no sangue ou de cálcio, ou ainda de doenças hereditárias como a fibrose quística. Os homens são mais propensos a desenvolver pancreatite crónica do que as mulheres, pelo fato de beberem mais em frequência e quantidade. No sexo feminino, a principal causa são os cálculos bíliares. A DOR COMO ALARME - É a dor - uma dor moderada a intensa que começa na região superior do abdomém e irradia  para as costas e, ocasionalmente, para o peito - que denuncia a pancreatite, sobretudo na sua forma aguda. Surge então subitamente, podendo prolongar-se por horas e até dias, agravando-se com a ingestão de alimentos e/ou álcool. Algum alívio, mas apenas temporário, é conseguido quando o doente se inclina para a frente ou se enrola na posição fetal. Além da dor, a pancreatite aguda manifesta-se através de náuseas e vómitos, febre, pulsação acelerada, abdomém inchado. Nalguns casos, pode haver baixa de pressão arterial e desidratação. É possível sofrer vários episódios de pancreatite aguda e recuperar completamente. Mas cada um dos episódios constitui uma séria ameaça ao pâncreas, podendo ter consequências sérias. Aliás, a pancreatite crónica acontece, como já referido por toxicidade do álcool ao longo do tempo e quando há episódios continuados, com risco de lesão grave no pâncreas e dos tecidos próximos. Os sintomas podem, no entanto, demorar anos para manifestar-se. A dor mantem-se como a principal, podendo ser intermitente ou constante. A ela se juntam náuseas e vómitos, perda de peso mesmo que os hábitos alimentares não se alterem. As fezes ganham uma aparência gordurosa e odor, devido a deficiente digestão e absorção dos alimentos, sobretudo das gorduras. A diabetes é um risco, uma vez que pode haver lesão das células produtoras de insulina e, assim, uma deficiente gestão de açucar no sangue. Controlar a dor, permitir que o pâncreas se recupere e restaurar o equilibrio normal  dos sucos pancreáticos são os objetivos do tratamento da pancreatite aguda, o qual passa, quase sempre, pela hospitalização. E por que o pâncreas entra em ação sempre que se come, o doente tem que ser alimentado por via endovenosa - ou seja, recebe fluídos e nutrientes através de uma veia. Quando a causa está relacionada com o abuso de álcool , o tratamento envolve necessariamente a abstinência. Já quando a causa é a existência de cálculos bíliares, pode ser recomendada cirurgia para remoção dos obstáculos à circulação dos sucos digestivos. Em relação a pancreatite crónica , o tratamento passa também por controlar a dor e melhorar os problemas de absorção dos nutrientes, a par da cessação dos hábitos alcoólicos. Até porque, à medida que a doença progride, a continuação de ingestão de álcool aumenta grandimente o risco de complicações de morte. Pode requerer hospitalização. COMPLICAÇÕES A ESPREITA - E são variás as complicações possíveis de uma inflamação do pâncreas. No caso de pancreatite aguda um dos riscos é de uma infecção bacteriana, na medida em que o pâncreas fica mais susceptível a ação das bactérias existentes nos intestinos. Outras possibilidades são a formação de quistos e abcessos. Um risco significativo é o de insufuciência respiratória : é que as alterações químicas no organismo podem afetar a função pulmonar, fazendo com que o oxigénio no sangue desça para niveis perigosos. Pode haver também insuficiência renal. Potencialmente fatal é o choque, resultante da descida da pressão arterial a um nível tal que os orgãos ficam incapazes de desempenhar as suas tarefas. A estas complicações juntam-se outras na pancreatite crónica, nomeadamente a possibilidade de formação de pseudoquisto (acumulação de fluído pancreático em duto obstruído) que acontece em 25% dos casos. Desnutrição e perca de peso são problemas reais, na medida em que a falta de enzimas digestivas afeta a absorção dos nutrientes. No mesmo campo situa-se a diabetes, uma consequência possível das lesões nas células produtoras de insulina. O cancro do pâncreas é mais frequente nos doentes com pancreatite crónica. O pâncreas é uma glândula vital para o funcionamento do corpo humano, desempenhando funções essenciais para a digestão e o metabolismo. Os danos nele produzidos podem, ser FATAIS, pelo que mais vale prevenir. Nem sempre é possível prevenir a pancreatite , mais é possível reduzir o risco.
                                                       -REDUZIR O RISCO-


- EVITANDO - O consumo excessivo de álcool - o álcool é a principal causa da pancreatite crónica.


- LIMITANDO a ingestão de gorduras - uma dieta rica em gorduras pode aumentar o risco de   for
                            mação de cálculos (pedra).


- DEIXANDO de fumar - o tabaco aumenta o risco, sobretudo se associado ao álcool. 











































































































27 abril 2011

O estágio final, deteriorador do alcoolismo

Entre todas as fontes de doença, o álcool salienta-se como um destruidor...Este principio pestilento geralmente busca asilo onde possa praticar seus feitos mais mortais em algum orgão vital e importante do corpo. Algumas vezes faz do encéfalo a sede mais particular de seu veneno e a vítima de suas crueldades. De outras vezes, oculta-se no recesso mais íntimo do coração, ou se enrosca ao seu redor como uma serpente; agora se fixa nos pulmões; depois sobre os rins, fígado, bexiga, pâncreas, intestinos ou pele. Pode agitar o coração, até que este lateje e estoure, ou pode reduzir a pulsação até que ela se torne impalpável.  Pode distrair a cabeça até que o encéfalo sue sangue e a razão horrorizada vá embora e deixe o homem um maníaco ou louco...Nunca conheci ninguém que acabou louco que não tenha tido o hábito de tomar uma porção de álcool todos os dias. 


Benjamin Parsons - um clérigo inglês

Resumo da história de Bob - parte 3

O problema é mais profundo que uma discordância superficial entre eruditos. Aqui espreitam os sentimentos violentos. Ódio, desconfiança e preconceitos abundam. Inseguranças profundas e brigas de longo tempo se acham em combustão. Cada cientista ou equipe de pesquisa parecem estar trabalhando em um compartimento estanque, esquecidos do trabalho efetuado pelos outros que estão fora de seu campo especial.  Os cientistas no laboratório acusam os clínicos, que trabalham diretamente com alcoólatras, de ignorar dados científicos e conformarem-se a tratamentos antigos e desatualizados. Os clínicos acusam os cientistas de colocarem de lado todas as experiências de primeira-mão com os alcoólatras como "não científicas" e, portanto, inválidas. Os administradores do governo esbravejam contra os cientistas por sua "arrogância intelectual", ao passo que os cientistas acusam os burocratas de favorecerem manias e interesses especiais. Os psíquiatras se lamuriam por serem deslocados de suas posições de terapeutas principais por uma nova onda de paraprofissionais especificamente treinados em diagnose e tratamento de alcoolismo. Estes cismas profundos e penosos foram dramatizados em uma conferência recente que reuniu eminentes pesquisadores e clínicos para discutirem as prioridades da pesquisa sobre o álcool. Mais as prioridades de pesquisas foram colocadas em segundo plano, enquanto os profissionais despenderam três dias tentando desemaranhar as confusões, hostilidades e profundas divergências que assolam o campo. 
fonte: alcoolismo - mito e realidade

Resumo da história de Bob - parte 2

Á medida que sua moléstia progredir sua pressão arterial subirá e sua depressão aumentará. O beber não cessará; ao invés, se tornará um problema cada vez maior,causando dificuldades no lar, no emprego e com os filhos. Seu coração, fígado e sistema nervoso começarão a funcionar menos efetivamente. Ele será hospitalizado de tempos em tempos em consequência de várias complicações causadas por excesso da bebida.  Ele sofrerá numerosos acidentes - caindo de escadarias ou de uma escada de mão, dirigindo o carro contra uma árvore, tomando doses excessivas de soporíficos ou tranquilizantes - e um desses acidentes poderá matá-lo. Poderá cometer suicídio. Ou, por fim, poderá morrer de "envenenamento alcoólico agudo",cirrose do fígado, insuficiência cardíaca ou respiratória,pneumonia ou infecção. A maioria dos alcoólatras morre de 10 a 12 anos mais cedo que seus amigos não alcoólatras. A maioria jamais recebe tratamento por sua moléstia primária de alcoolismo. As certidões de óbito tipicamente declararão "insuficiência cardíaca"como causa da morte. As chances são que ninguém - médico, assistente social,membro da familia ou alcoólatra - diagnosticará a causa do problema como a dependência do álcool.  Enquanto milhares de alcoólatras como Bob morrem a cada ano, cientistas, médicos e especialistas profissionais do alcoolismo discutem infindavelmente sobre a natureza da moléstia-incluindo psícologos, psíquiatras,médicos,nutricionistas,biólogos,neurofisiológicos,bioquímicos,antropólogos e sociólogos - afundam em um atoleiro de conflito e confusão,assumindo opinião preconceituosa,auto-interesse e uma profunda desconfiança pelos demais no campo. Estes profissionais não podem concordar sobre as causas da moléstia, como deve ser tratada ou como pode ser prevenida.

Resumo da história de Bob - parte 1

Bob é um alcoólatra. Sua esposa, médicos, amigos e parentes não sabem que ele é dependente do álcool. Ele também não sabe disso, embora muitas vezes tenha medo de que alguma coisa terrível lhe esteja acontecendo. Ele se preocupa em que possa ter algum problema mental, embora lute contra esses medos por sí próprio,convicto de que, se admiti-los, eles acabarão-se confirmando. Sente-se profundamente envergonhado de sí mesmo e cheio de culpa por sua incapacidade de controlar a bebida e manter as promessas que faz à esposa. O que acontecerá a Bob ? Se ele é como a maioria dos 10 milhões de alcoólatras nos Estados Unidos,*seus filhos se envergonharão dele,seus amigos o evitarão,seus médicos não terão esperança de ajudá-lo e a esposa finalmente o deixará. Sua personalidade gradualmente se distorcerá, seu talento e inteligência se desperdiçarão, e sua integridade e auto-respeito se erodirão. Ele tomará tranquilizantes e sedativos no esforço de combater sua depressão e ansiedade. Mudará de médicos, esperando encontrar aquele que lhe possa dizer o que há de errado. Consultará um psiquiátra e gastará incontáveis horas e milhares de dólares procurando descobrir as raízes de sua infelicidade. Será repreendido por seu chefe e, por fim, será demitido. Enquanto isso, ele beberá. Tentará parar de beber e algumas vezes o conseguirá. Mas, depois de uma semana ou um mês, começará de novo. Tremerá, suará e sentirá enjôo de estômago quando parar de beber. Continuando a beber, estes sintomas da síndrome da abstinência se tornarão piores, e ele beberá mais e com maior frequência, a fim de aliviar o sofrimento.

Alcoolismo - Drogas e Dependência - vídeo

Quando o assunto é drogas...é na maconha, no crack e na cocaína em que pensamos imediatamente, geralmente nos esquecemos daquela que está muito mais próxima de nós e que é tão perigosa e devastadora quanto as outras... pense nisso ?

Álcoolismo - Diga não à bebidas alcoólicas.

Alcoolismo tem cura ? vídeo do Fantástico

O melhor ainda é prevenir, pois não há comprovação científica que dá como certa essa "descoberta".

Alcoolismo em Mulheres - Dr. Dráuzio Varella

O metabolismo do álcool nas mulheres não é igual ao dos homens. Se administrarmos para dois indivíduos de sexo opostos a mesma dose ajustada de acordo com o peso corpóreo, a mulher apresentará níveis alcoólicos mais elevados no sangue. A fragilidade aos efeitos embriagadores do álcool no sexo feminino é explicada pela maior proporção de tecido gorduroso no corpo das mulheres, por variações na absorção de álcool no decorrer do ciclo menstrual e por diferenças entre os dois sexos na concentração gástrica de desidrogenase alcoólica (enzima crucial para o metabolismo do álcool). Por essas razões, as mulheres ficam embriagadas com doses mais baixas e progridem mais rapidamente para o alcoolismo crônico e suas complicações médicas. Para todos os níveis de consumo alcoólico, as mulheres correm mais riscos de desenvolverem doenças hepáticas do que os homens; o risco de cirrose nas mulheres é três vezes maior; mulheres que abusam de álcool desenvolvem também miocardiopatias mesmo usando doses mais baixas do que os homens, outras doenças como : doenças cardiovasculares, câncer de mama, osteoporose, distúrbios psíquiatricos, se grávida a síndrome alcoólica fetal, caracterizada por anormalidades físicas compormentais e cognitivas, consequências psicossociais, sempre maiores para mulheres que para homens.

Voltar do Abismo - parte 2

Começa a chorar desesperadamente. O pranto sacode o tronco e transforma o rosto inchado numa tremenda careta. Ficam para trás a vanglória pessoal, a arrogância do auto-domínio e a ostentação machista.  E como a lógica do alcoolista é a antítese da lógica por excelência,  João acaba passando a mão na garrafa e continua bebendo até a ultima gota.  Debate-se entre dois extremos nos quais todo alcoolista cai mais cedo ou mais tarde : por um lado, o desejo desesperado de libertar-se da escravidão da bebida e, por outro, a enorme compulsão que o obriga a continuar bebendo.  Enfim, todo alcoolista sabe muito bem o prejuízo que a bebida está lhe causando.  Ninguém sabe melhor do que o próprio afetado, pois é ele quem mais sofre com o problema.  Por isso é necessário dar esse segundo passo: Reconhecer que a bebida faz mal em todos os sentidos. Mais cedo ou mais tarde, ela destrói tudo que lhe é mais caro : saúde, familia, dignidade, amor próprio, espírito...então familiares e amigos, esqueçam os sermões e os cursilhos, pois o sofrimento é grande, e nunca abandone um alcoólatra, pois estará enterrando-o vivo. 

Voltar do Abismo - parte 1

Lentamente, o entorpecido abandona o corpo de João, que entreabre os olhos de vez em quando e finalmente refaz-se com muita dificuldade. Não consegue ficar em pé, mais consegue acomodar-se na cadeira. Há uma tensão inexplicável no ar, que submete o alcoolista a uma grande pressão. Algo está prestes a explodir num ruído ensurdecedor. Depois desse momento, nada mais será igual.  João fala sózinho, como sempre acontece quando não há ninguém que sirva de pára-raios :- Onde estou ? Por que me deixaram sózinho ? Por que ninguém se preocupa comigo ? Pega uma das duas garrafas e enche o copo. Bebe com os olhos fechados.- Saúde ! Solta o copo, faz o mesmo girar na mão e olha para o mesmo como se fosse a materialização de todas as suas desgraças.- Maldito copo! Já não consigo viver sem ele. Que nojo ! Maldito o dia em que enchi o primeiro. Ter que chegar a esse ponto...Ele confirma a confissão de sua desgraça com um enorme arroto. Mas ainda não acabou sua reflexão, que agora começa a transformar-se em filosofia do sofrimento. - Depender dessa porcaria, ser um escravo do vinho, deixar-me prender pelo trago. E eu que sempre acreditei ser capaz de controlar meus impulsos. A mulher me xinga e está certa.  Não, não está certa coisa nenhuma.  Ela não sabe o que é isso. Ela só vê minha embriagues,  mas não me vê mais como uma pessoa. João não consegue fazer outra coisa senão afogar suas mágoas. E bebe desesperadamente.- Sinto-me um prisioneiro. Estou pior que um viciado em drogas. Levanta novamente o inocente copo.  Olha através dele contra a luz e atribui-lhe personalidade: A culpa é toda sua. Tudo é culpa de...é culpa de...é culpa dessa porcaria. Grita com rancor essa ultima palavra e, num ímpeto de impotência - dessa vez generalizada - joga o copo no chão com toda força. Ouve-se um estalo surdo, e centenas de caco de vidro voam por tudo. Com os braços levantados, João confessa pela primeira vez na vida com um forte grito:- Ninguém imagina o que eu daria para livrar-me dessas correntes !

26 abril 2011

Evite o primeiro gole, lembre-se alcoolismo não tem cura.

Alcoolismo é coisa séria.

O alcoolismo tem sido considerado por muitos um sintoma de problemas psíquicos ou de uma personalidade inadequada. Tratamentos com baixos índices de recuperação, nos quais o alcoólatra passa por repetidas internações até chegar a morte. Todos nos tratam como doentes mentais, humilhado e fisicamente prejudicado por tratamentos inadequados, o alcoólatra não demora em voltar a beber e piorar após receber alta. O tratamento das pessoas fisicamente prédispostas ao alcoolismo teria como meta a abstinência permanente e seria mais voltado ao seu reequilibrio físico, emocional e espiritual do que ao seu estado mental. 

Alcoolismo Feminino - vídeo

Transmissão familiar do alcoolismo feminino, entrevista com a pesquisadora Ana Beatriz Pedriali Guimarães pela TV Transamérica.

Pensamento de Abraham Lincoln em 1842

Em meu julgamento, aqueles de nós que nunca caíram vitímas (do alcoolismo) foram poupados mais pela ausência de apetite do que por qualquer superioridade mental ou moral sobre os que caíram. Com efeito, acredito que, se tomarmos os ébrios habituais como uma classe, suas cabeças e seus corações serão vantajosamente comparados com os de quaisquer outras classes.


Abraham Lincoln  em 1842



Profissão repórter - Alcoolismo - Rede Globo - parte 3

Profissão repórter - Alcoolismo - Rede Globo

Extração de liquido abdominal por cirrose hepática - Sofrimento,humilhação- vídeo






Alcoolismo, uma doença incurável.

Alcoólatra quando você interpreta de modo errado !

Um médico fazia uma palestra a um grupo de alcoólatra. Ao iniciar a apresentação disse : "Hoje vou realizar uma experiência para mostrar a vocês o efeito de álcool". Com uma pinça, pegou um verme mostrou-o para a platéia e o soltou dentro do copo com bebida alcoólica. Imediatamente o verme se desfez, causando impacto nos presentes. Em seguida, ele levantou outro copo e disse, "Aqui dentro há Água". Novamente pegou outro verme e o soltou dentro do copo. O verme se mexeu, mostrando sua energia. Nesse momento, no meio da platéia, um indivíduo embriagado levantou a mão e, com voz pastosa, disse : " Entendi bem o que o Doutor quiz dizer, e concordo inteiramente, sua mensagem é sensacional ". Feliz, o médico pediu: " Por favor, diga em voz alta, para que todos escutem, qual é a minha mensagem ". Solicíto, o indivíduo declarou : " Doutor, o Senhor acabou de nos mostrar com essa experiência que quem bebe não tem verme no organismo, o álcool mata o verme ". O alcoólatra sempre procura uma justificatica para o seu problema, por isso interpreta de forma errada. Tem sempre uma justificativa "plausível" para sua doença, por isso mesmo, que o primeiro passo para a recuperação de um alcoólatra é ele assumir que é alcoólatra e que precisa de ajuda.

A Dependência - parte 2

Definimos o alcoolismo, então, como uma dependência emocional e orgânica do álcool - causada pela ingestão mais ou menos prolongadas de bebidas alcoólicas-, que se manifesta numa compulsão por beber álcool. A dependência da bebida, é tanta que a pessoa alcoolista, após beber o primeiro copo, costuma não parar até chegar ao estado de embriagues. Ou seja, perde o controle sobre a quantidade que bebe; ingere maior quantidade do que o "normal" (por exemplo, o copo que alguém bebe junto com o almoço ou numa festa). Ambas as caracterizações - a dependência e a falta de controle depois de começar a beber - constituem os sinais principais e inconfundiveis do alcoolismo.

A Dependência - parte 1

O alcoolismo pertence a adições. Uma adição é a necessidade imperiosa de consumir regularmente alguma substância, ou seja, não ter condições de moderar o consumo e, menos ainda, de abandoná-lo totalmente. Toda adição inclui uma multiplicidade de fatores. Definições como vício e pecado abrangem aspectos parciais do problema e foram predominantes em aréas passadas, mas hoje as adições não podem ser tratadas nesses termos. Tampouco basta definir a adição como sintoma de falta de caráter ou de frágilidade moral.  Na verdade, as adições (alcoolismo) não apenas causam doenças, mas são doenças de fato.  Para muitas delas, há possibilidade de recuperação, e quase todas podem ser prevenidas. Se definirmos a adição (alcoolismo) como uma dependência, compreenderemos que há inúmeras adições: o cigarro, o álcool, as drogas de todos os tipos (lícitas,como os medicamentos,ou ilícitas). A partir da definição dependência, o conceito foi estendido a outras condutas, hoje também chamadas adições, que parecem ser menos danosas para o organismo, mais que também tem diversas consequências nocivas : o jogo (a chamada ludopatia), a televisão, a compulsão por comida, o trabalho excessivo (os denominados workakaholics),o computador, ultimamente a internet, e muitas outras coisas. Devido a vergonha provocada por sua situação, muitas pessoas que sofrem de alguma adição não conseguem se quer falar de seu problema. Preferem acreditar que podem ocultá-lo. Geralmente, a sociedade exerce uma grande pressão sobre as pessoas aditas e seus familiares. Dessa maneira, cresce a espiral do problema: doença, pressão social, vergonha, ocultação,  maior consumo, adição crescente.

Alcoolismo é doença grave, reconhecida pela OMS.

Acredite, você nunca estará sózinho. Sempre haverá um braço amigo para te ajudar.

Medicina e Alcoolismo - parte 3

No entanto, as repreensões, o ridiculo, os sermões, as atitudes protetoras, só fazem com que ele continue a beber. Há, sobretudo, de ajudá-lo a eliminar ou minimizar as causas que o levaram a encontrar consolo na bebida. Existem várias instituições sérias onde as pessoas com problemas de alcoolismo podem encontrar ajuda médica ou psicológica ou ambas, e outras em que podem desfrutar de convívios de entre-ajuda. 

Medicina e Alcoolismo - parte 2

Num terceiro estado acentuam-se estes sintomas, havendo uma imprecisão dos movimentos, descontrole nas frases que diz, no andar, na audição e na visão. Nun quarto estado,uma intoxicação mais profunda do sistema nervoso segue-se a embriagues, após um período em que se agravam  os seguintes sintomas: alucinação, excitação motora desordenada, perda da sensibilidade e da consciência. Sobrevém um sono com perturbações da respiração e da circulação, seguida de coma alcoólico que pode ser mortal. As quantidades de álcool que podem provocar estes estados sucessivos variam de indivíduo para indivíduo. O alcoolismo além de uma doença fisíca é uma doença psiquíca, social e moral. Mas por que ? É uma doença fisíca visto que o alcoolismo sofre de uma péssima alimentação e nutrição ; deficiência em vitaminas, dispepsia, desidratação. Apresenta além disso sintomas nervosos diversos; tremuras, cefaléias, alteração de memória. O alcoolismo é uma doença psiquíca porque o alcoólico tem necessidade de álcool para aceitar a realidade; tem tendência a fugir as responsabilidades; sofre de angústia, é agressivo, resiste mal as frustrações e as tensões; porque nele o nível de consciência, enquanto racionalidade tende a baixar, levando-o a uma condulta impulsiva. É uma doença social porque sofre de negligência perante a familia; frequentes perdas de emprego;perdas dos velhos amigos que continuem sóbrios; problemas financeiros...recurso as organizações sociais;agressividade perante a sociedade; dificuldade em colaborar numa obra comum. Por fim, é uma doença moral já que o alcoólico esquece normalmente a sua vida espiritual; porque não respeita as suas obrigações perante a familia, os colegas de trabalho, a sociedade; porque perde todo o senso moral. Se o alcoólico é um doente é necessário primeiramente fazê-lo compreender que não está bem, que o álcool é um vício que ele não controla e persuadi-lo de que a sua doença se pode tratar.

Medicina e Alcoolismo - parte 1

Apesar de ter uma longa história, o alcoolismo só é considerado uma doença mais recentemente. O consumo excessivo prolongado do álcool é um vício, uma dependência que provoca os seguintes efeitos sobre o organismo humano: - Ação sobre o tubo digestivo e estômago : as mucosas do tubo digestivo e estômago ficam em contato direto com o álcool. Este contato, sobretudo se exagerado e frequente, provoca irritação da mucosa gástrica, que pode degenerar em inflamação e ulceração, devido ao álcool provocar aumento de secreção gástrica e pancreática. O álcool ingerido em concentrações elevadas diminui as secreções, ou inibe as transformações dos alimentos. - Ação sobre o fígado : - O fígado fica igualmente em contato direto com o álcool, visto que é nesse orgão que começa a sua transformação. A ação nociva do álcool produz a "cirrose alcoolica" no decurso da qual as células do fígado vão desaparecendo progressivamente para serem substituidas por tecido escleroso. - Ação sobre o sistema nervoso central : A sua ação é de um anestésico. Esta depressão gradual das atividades nervosas,devido ao álcool, atingem os centros nervosos pela ordem inversa da sua evolução, quer dizer,começando pelos centros que comandam a capacidade de ajuizar, a atenção, a autocrítica,  o autodomínio, a locomoção, para terminar naqueles de que depende a vida orgânica. Num primeiro estado, o indivíduo, após ter bebido alguns ml de álcool, parece ter comportamento normal, mais observado atentamente, apresenta reflexos cujo a rápidez e precisão estão um pouco diminuídos. A alteração dos centros inibidores aparece num segundo estado. O indivíduo apresenta uma sensação de bem estar,de euforia,de excitação, por vezes por uma quebra variável do controle que normalmente exerce sobre suas palavras, sobre a sua coordenação muscular e locomotora e sobre a suas emoções.

25 abril 2011

Alcoolismo - Mitos e Realidade - parte 2

MITO - A psicoterapia pode ajudar muitos alcóolatras a conseguir sobriedade por meio de auto-atendimento.
REALIDADE - A psicoterapia desvia a atenção das causas fisícas da moléstia, aumenta a culpa e a vergonha dos alcóolatras e mais agrava do que alivia seus problemas.
MITO - A ansiedade por álcool pode ser compensada por ingestão de alimentos com alto teor de açucar.
REALIDADE - Os alimentos com um alto teor de açucar aumentam a depressão, irritabilidade e tensão do alcóolatra e intensificam seu desejo de beber para aliviar os sintomas.
MITO - Ás vezes os tranquilizantes e sedativos são úteis no tratamento de alcóolatra.
REALIDADE - Os tranquilizantes e sedativos são úteis somente durante o período agudo de desintoxicação. Após esse período, estas drogas substitutas são destrutivas, e em muitos casos mortais para os alcóolatras.

Alcoolismo - Mitos e Realidade - parte 1

MITO - A dependência do álcool muitas vezes é psicológica.
REALIDADE - A dependência do álcool é principalmente fisiológica. Os alcóolatras se tornam dependentes porque seus corpos são fisicamente incapazes de processá-lo normalmente.
MITO - Todas as espécies de problemas sociais - problemas de casamento - morte na familia - estresse no trabalho, podem causar alcoolismo.
REALIDADE - Como acontece com os problemas psicológicos e emocionais, os alcóolatras sentem todas as pressões sociais que as demais pessoas também sentem, mais sua capacidade para enfrentá-las é corroída pela moléstia e os problemas ficam piores.
MITO - Quando o alcóolatra está bebendo, revela sua verdadeira personalidade.
REALIDADE - O efeito do álcool no encéfalo causa sérias dirtorções psicológicas e emocionais da personalidade normal. A sobriedade revela a verdadeira personalidade do alcóolatra.
MITO - Se as pessoas bebessem somente de maneira responsável, elas não se tornariam alcóolatras.
REALIDADE - Muitos bebedores responsáveis tornam-se alcóolatras. Depois, porque é a natureza da moléstia (não a da pessoa), elas começam a beber irresponsávelmente.
MITO - Um alcóolatra precisa querer ajuda para poder ser ajudado.
REALIDADE - A maioria dos alcóolatras não deseja auxilio. São pessoas doentes, incapazes de pensar racionalmente e de abandonar o álcool por sí próprio. A maioria dos alcóolatras recuperados foi forçada a tratamento contra a sua vontade. A automotivação geralmente ocorre durante o tratamento, não antes.
MITO - Alguns alcóolatras podem aprender a beber normalmente e continuar a beber sem maus efeitos, desde que limitar a quantidade.
REALIDADE - Os alcóolatras jamais podem voltar a beber com segurança, porque a bebida em qualquer quantidade, mais cedo, ou mais tarde, reativará sua dependência.

Alcoolismo - Diagnóstico

* Forte desejo ou senso de compulsão * Dificuldades em controlar o comportamento * Estado de abstinência fisiológico quando o uso da substância cessou ou foi reduzido * Evidência de tolerância,doses crescentes são requeridas para alcance dos efeitos antes produzidas por doses menores * Abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da substância psicoativa * Aumento da quantidade de tempo necessário para obter ou tomar a substância ou para se recuperar dos seus efeitos * Persistência no uso da substância comprometimento do funcionamento cognitivo relacionado à droga.

O que é dependência quimíca ?

É o consumo de álcool (experimental, exporádico ou episódico), abuso ou uso nocivo associado a algum prejuízo (quer em termos biológicos,psicológicos ou sociais), sendo o ultimo estágio a falta de controle sobre este consumo.