29 novembro 2011

Lei que proibide venda de bebidas alcoólicas a menores " FAZ DE CONTA" Vídeo

Menor compra bebida alcoólica livremente em bares de Santos (SP)





Em Santos (SP), jovens compram bebida livremente em vários bares da cidade. Em nenhum dos locais a identidade do menor foi solicitada.


É ASSIM QUE TRATAM O POVO BRASILEIRO






CADEIA  NESSES  IRRESPONSÁVEIS 

Alcoolismo na Rússia - Problema de Saúde Públicas - Vídeo

Alcoolismo atinge sete milhões de russos

País começa a encarar a questão como um problema de saúde pública


O consumo de bebida alcoólica, que faz parte da cultura russa, é considerado hoje um problema de saúde pública. Um russo bebe quase o dobro do que bebe um brasileiro e o número de alcoólatras chega aos sete milhões – segundo estimativas oficiais.
Alguns russos alegam que o consumo de álcool e para aguentar o frio. A cerveja e a vodka são as bebidas preferidas.




ALCOOLISMO  LIVRE-SE  DESSAS  ALGEMAS, VOCÊ  PODE !




27 novembro 2011

Álcool Mata Mais que Epidemia e Violência - Vídeo Jovem Pan



Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o consumo de bebidas mata mais que epidemias de AIDS, tuberculose, violência ou guerras. A OMS estima que o álcool é responsável por 4% de todas as mortes. O que sognifica que o número chega a 2,5 milhões de pessoas por ano. No Brasil, o índice é quase duas vezes superior a média mundial. 7,2 % das mortes são relacionadas ao consumo do álcool.




Alcoolismo e o Risco de Morar Sozinho


estranho!

Morar sozinho aumenta risco de morte relacionada a alcoolismo

NICHOLAS BAKALAR
DO "NEW YORK TIMES"
Um novo estudo descobriu que morar sozinho pode aumentar o risco de morte relacionada ao consumo de álcool.
Os pesquisadores do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional examinaram as mortes ocorridas antes e depois da redução do preço das bebidas alcoólicas na Finlândia.
Eles acompanharam as fatalidades que podiam ser atribuídas ao abuso de bebidas alcóolicas --doença hepática, intoxicação alcoólica, violência ou acidentes relacionados ao consumo do álcool, entre outras.
Os resultados aparecem na edição de setembro da revista "PLoS Medicine".
Entre as pessoas casadas ou vivendo juntas, a taxa de mortalidade por razões ligadas ao álcool era quase igual antes e depois da redução do preço das bebidas.
Antes da redução, os homens que moravam sozinhos estavam 3,7 vezes mais propensos a morrer de doença hepática --a mais comum entre as doenças relacionadas ao consumo de álcool-- do que os que moravam com outras pessoas.
Após a redução, os homens que moravam sozinhos estavam 4,9 vezes mais propensos a morrer por problemas no fígado.
Antes da redução, o risco de morte por doença hepática para as mulheres que moravam sozinhas era 1,7 vezes maior do que para as mulheres que viviam com outras pessoas. Após a redução, o risco era 2,4 vezes maior.
"Algumas pessoas bebem álcool em excesso porque estão vivendo sozinhas e algumas moram sozinhas porque bebem demais", afirmou Kimmo Herttua, principal autor do estudo. "As duas explicações estão corretas", afirma.
Os pesquisadores afirmaram que a conclusão do estudo talvez não se aplique a outras populações e culturas.


Gravidez e Álcool - Fotos da Irresponsabilidade


ABUSO DE ÁLCOOL NA GRAVIDEZ AFETA CÉREBRO DE BEBÊS



Pesquisa em laboratório revela alterações genéticas graves

O abuso do álcool durante a gravidez altera a composição genética dos cérebros dos bebês em gestação. E as crianças nascidas de mães alcoólicas correm o risco de problemas que vão desde deficiências do sistema nervoso até a perda de audição e de visão, de forma persistente ao longo da vida. Embora as condições médicas causadas por consumo excessivo durante a gravidez estejam bem documentados, é a primeira vez que as mudanças genéticas são comprovadas por uma pesquisa em laboratório. O estudo foi feito pela equipe liderada pelo neurologista Jerold Chun, do Scripps Research Institute, na Califórnia, que investigou como o álcool afeta diretamente o cérebro de animais em laboratório.
Para comprovar danos cerebrais, os pesquisadores analisaram os números de cromossomos nas células cerebrais de fetos gerados por cobaias, antes e depois da exposição ao álcool. Eles partiram da comprovação de que a maioria das células cerebrais nas cobaias saudáveis ​​carregavam 40 cromossomos, sendo que cerca de um quarto dos neurônios mostravam "aneuploidia", ou seja, tinham um pouco mais ou um pouco menos cromossomos do que o habitual. E de que o cérebro humano é um mosaico de neurônios similares que perderam ou ganharam uns tantos cromossomos
As implicações médicas deste amontoado de cromossomos ainda não são bem compreendidas pelos cientistas, mas algumas mudanças cromossômicas são conhecidas por ter efeito dramático no desenvolvimento do cérebro. Os problemas mentais causados por Síndrome de Down, por exemplo, são causados ​​por uma cópia extra do cromossomo 21.
_ A Síndrome de Down nos diz que há algumas aneuploidias que poderiam influenciar profundamente o funcionamento do cérebro _ disse Chun em entrevista ao jornal britânico The Guardian. _ Por isto, pensamos que as drogas e o álcool poderiam alterar o tecido do cérebro em desenvolvimento, o que se manifestaria mais tarde em diferentes tipos de deficiências.
No estudo, a equipe de Chun deu cobaias grávidas entre 3mg e 4.5mg de etanol para cada quilograma de peso corporal _ o equivalente a duas ou três garrafas de vinho para uma mulher de peso médio. O álcool foi injetado logo após as primeiras duas semanas de gravidez, quando o sistema nervoso dos fetos estavam começando a se formar. O efeito do álcool foi rápido e dramático: quando os cientistas examinaram os cérebros dos fetos, apenas um dia mais tarde, viram que havia um triplo aumento das aneuploidias graves, ou seja, do número de neurônios com mais de cinco cromossomos extras ou com cromossomos ausentes.
A alguns animais do estudo foram dadas altas doses de anfetaminas (10mg por quilograma de peso corporal), em vez de álcool, para ver se o abuso de drogas durante a gravidez também teria efeito perceptível sobre os cérebros dos fetos. Isso causou uma triplicação nas aneuploidias leves, o que envolveu a perda ou o ganho de menos de cinco cromossomos nas células cerebrais afetadas.
O estudo de Chun é o primeiro a mostrar que beber pesado e abuso de drogas na gravidez pode desencadear mudanças dramáticas a cromossomos no cérebro em desenvolvimento. No estudo, os animais receberam aquantidade de álcool, por injeção em dose única, ou seja, eles receberam o valor total do teor alcoólico instantaneamente. Por isto, a equipe agora investiga os efeitos do consumo repetido, em doses menores, mas sucessivas.
_ Este estudo representa uma base nova a pesquisa de funções neuronais alteradas, o que poderia contribuir para a prevenção de defeitos de desenvolvimento de fetos, vistos em modelos animais, que servem para pacientes humanos _ disse Chun, que apresentou seu trabalho em reunião da Society for Neuroscience, em Washington DC, no domingo.
Na etapa seguinte da pesquisa, a equipe de Chun esperar descobrir se alguns cromossomos são mais afectados do que outros e como também o cérebro repara danos genéticos. Os neurocientistas também investigam se as mudanças podem explicar problemas específicos de desenvolvimento e comportamentais observados em seres humanos.


FOTOS  DE  GESTANTES  IRRESPONSÁVEIS 








O  RESULTADO  PODE  SER  ESSE 

DEPOIS  NÃO  ADIANTA  LAMENTAR 

SEJA  RESPONSÁVEL  E  FELIZ 

20 novembro 2011

Alcoolismo e Câncer de Mama


17/11/2011 - 18h06

Jovens com histórico de câncer de mama que bebem têm risco maior de desenvolver a doença

Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo
Consumir bebidas alcoólicas eleva o risco de desenvolver câncer de mama em adolescentes com histórico da doença na família. O estudo foi publicado na revista Cancer.
De acordo com os pesquisadores, as usuárias de álcool com histórico da doença na família tinham mais que o dobro de chances de desenvolver a doença, em comparação com quem não tinha histórico.
A pesquisa foi iniciada em 1996, com nove mil meninas norte-americanas, que tinham idade entre nove e 15 anos. Elas foram acompanhadas até 2007 e responderam a questionários sobre o aparecimento de tumores benignos, altura, peso, idade da primeira menstruação e quantidade de álcool consumida.
De acordo com Graham A. Colditz, autor do estudo, evitar o consumo de álcool ajudaria a diminuir o risco de inflamação, que é o que faz com o tumor benigno apareça, e assim, diminuir as chances de desenvolver a doença.



Gestação e Álcool Não Combinam Mesmo !



Tomando um trago já no ventre materno
Maria-E. Lange-Ernst
Ninguém é capaz de dizer exatamente quantos nenês nascem
com o sinal de droga no rosto:  lábio superior reto
e extremamente fino, nariz largo, olhos pequenos e reduzidos por dobras no lado interno da pálpebra. O que pesa muito mais é o retardo mental vitalício da criança que — como embrião indefeso — foi condenada a compartilhar a bebida.
Na Alemanha, cerca de 3 recém-nascidos em 1.000 vêm ao mundo com essa doença incurável, a síndrome do alcoolismo fetal. Hoje, 30 mil jovens são incapazes de levar uma vida normal. Perderam essa chance no ventre materno. Isso soa extremamente duro, mas todo esforço em atenuar o fato está errado em vista desse sofrimento evitável. Há milênios sabemos que o álcool pode ter conseqüências perigosas durante a gravidez. Na Bíblia, no Velho Testamento, um anjo adverte a mãe de Sansão a não tomar vinho durante a gravidez. Há 200 anos, uma comissão britânica tachou os recém-nascidos de mães alcoólatras de "famintos, atrofiados e defeituosos". Há duas décadas, médicos franceses e americanos documentaram e divulgaram as conseqüências do abuso de & aacute;lcool durante a gravidez. Na mesma época, os pediatras Hermann Löser e Frank Majewski observaram um "faro" específico nas mães de bebês prejudicados. Fazendo perguntas sobre problemas com álcool, obtiveram a confirmação. Desde então, prestaram atenção à manifestação de problemas causados pelo álcool quando examinavam seus pequenos pacientes.

Além da má-formação dos olhos, dos rins, do esqueleto e dos genitais, constataram defeitos cardíacos em 30 de cada 100 crianças com a síndrome do alcoolismo fetal. Hermann Löser observou 200 dessas crianças nos anos seguintes e acompanhou seu desenvolvimento até a idade adulta. Há vários anos ele ajuda a "Iniciativa de pais de crianças prejudicadas pelo álcool" como conselheiro médico e engajou-se na pesquisa e divulgação: "Não estamos saindo do lugar", diz o pediatra. "Desde que conhecemos a doença, não foi possível diminuir o número de recém-nascidos atingidos". Os motivos disso são:
  1. Poucos médicos decidem conversar com suas clientes sobre o hábito de beber.
  2. Muitas mulheres não sabem, ou reprimem o conhecimento, que as crianças, vítimas do álcool, são prejudicadas pela vida toda.
  3. Nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas faltam advertências, que são obrigatórias, por exemplo, nos Estados Unidos.
  4. São raros os locais adequados para o tratamento de gestantes dependentes do álcool. Quando existe, o tratamento ocorre, muitas vezes, somente depois do parto.
  5. Não é raro a mulher dependente de álcool deixar temporariamente de menstruar. Ela só percebe que está grávida quando sente os movimentos da criança.
  6. Nesse momento, as malformações orgânicas e os danos cerebrais já ocorreram.
O recém-nascido, que precisa "beber junto" no ventre materno, muitas vezes nasce prematuro, com peso bem abaixo do normal. Tem dificuldade em respirar espontaneamente. Muitos morrem nos primeiros dias após o parto, como o bebê da clínica de Essen que chegou ao mundo com uma taxa de 1,3 ppm no sangue. A extensão do dano causado pelo álcool está estreitamente relacionada com a duração e quantidade da ingestão de álcool — e, sobretudo, com a capacidade do organismo feminino de digerir o álcool. Isso quer dizer que: o tempo e a regularidade de ingestão de álcool aumentam os danos provocados no fígado. Ele demora cada vez mais para digerir o álcool. Como o álcool passa rapidamente para o sangue, o drinque da mãe já atua sobre o bebê após 10 minutos, com o mesmo valor em ppm. Mesmo pequenas quantidades de álcool prejudicam o embrião.

Por esse motivo, os filhos de mães que bebem moderadamente sofrem de problemas de concentração e dificuldades comportamentais. O fígado imaturo do feto produz menos enzimas que decompõem o álcool do que o fígado da mulher adulta. Durante a ingestão regular de álcool pela mãe, o órgão ainda imperfeito do feto é completamente sobrecarregado e o efeito devastador do veneno é mais prolongado, continuando ainda quando a gestante voltou a estar sóbria. O abuso de álcool não prejudica apenas o fígado; as conseqüências desse abuso se alastram até o cérebro. Em geral, esse fato não é levado em consideração durante o consumo regular de álcool!

Sob a influência do álcool, o desenvolvimento do cérebro em formação fica prejudicado. As circunvoluções cerebrais são menos pronunciadas e numerosas células nervosas ficam atrofiadas. Conseqüentemente, essas células dispõem de uma quantidade menor de sinapses — as conexões tão importantes para a transmissão de impulsos. Uma rede incompleta de neurônios conduz a informações errôneas e reações estranhas. Mais estranhos são os problemas na alimentação, que só são superados através de refeições mínimas durante meses e anos — em casos graves, somente por meio de uma sonda nasal. Crianças com síndrome do alcoolismo fetal recusam o alimento porque lhes falta a vontade normal de comer. Muitas vezes, comer e beber lhes causa medo e mal-estar. Se u tecido adiposo não é bem desenvolvido e, apesar de muitos cuidados e carinho, baixo peso e altura são a regra. Nervosismo inexplicado frente a determinados ruídos, irritabilidade excessiva e receio de qualquer contato físico, hiperatividade, sensação de náusea frente a cheiros comuns, bem como dificuldades na fala são problemas freqüentes. Muitas crianças com síndrome do alcoolismo fetal vivem em creches ou com pais adotivos, porque os pais verdadeiros não cuidam (ou não podem cuidar) delas. Muitas vezes, as pessoas que cuidam dessas crianças não sabem nada da doença, que só é diagnosticada a tempo em um quarto dos recém-nascidos. Quando ficam sabendo dos problemas, caem das nuvens.

Além dos receios por causa do comportamento estranho, as perspectivas futuras da criança prejudicada pelo álcool são mais do que graves: apenas cerca de 17% conseguem acompanhar o currículo normal. A metade tem que freqüentar uma escola para crianças com dificuldades de aprendizagem. 1/5 vão a uma escola para deficientes. Uma em cada oito crianças com síndrome do alcoolismo fetal não pode freqüentar uma escola.

Na maioria das crianças com síndrome do alcoolismo fetal, as deformações faciais desaparecem quando ficam mais velhas. Também a hiperatividade muitas vezes diminui. Mas a deficiência mental as acompanha pela vida toda. Conseguir ser independente, aprender uma profissão ou achar um parceiro é menos uma questão de cuidados intensivos — depende da gravidade do dano alcoólico que sofreram inocentemente.

Gestação e álcool são incompatíveis — não há meio termo. Não existe uma "dose limite" no consumo de álcool. A mulher que deseja ter um filho deve se abster do álcool já antes e durante a concepção. 

" BEBER SOCIALMENTE " ?


Tecnicamente, é até o quanto você consegue beber sem a sociedade reparar

Definição clássica de quem não quer parecer nem irresponsável nem careta, "beber socialmente" equivale ao que os especialistas classificam como "risco moderado" de alcoolismo. Entra nessa categoria quem consome até 3 doses diárias de bebida alcoólica - na classificação-padrão, 1 dose equivale a 1 latinha de cerveja, uma 1 taça de vinho ou meros 25 mililitros de destilados, como uísque e vodca (ver quadro ao lado). 

Acontece que há uma linha tênue entre bebedores sociais e antissociais. Nesse sistema, a categoria acima do "risco moderado" já é "risco em crescimento". Quem estiver nas 4 doses diárias deve ficar atento.

Mas calma: passar de 3 doses diárias não quer dizer que você esteja virando alcoólatra. "A dependência do álcool não é diagnosticada tendo como critério único, e nem principal, a quantidade de álcool que uma pessoa bebe, mas a relação com o álcool que a pessoa tem, ou seja, o quanto o consumo atrapalha sua vida", explica a pesquisadora Ilana Pinsky. 

É  dose 


Risco de alcoolismo conforme consumo diário de álcool 

dose- risco baixo
2 doses* - risco leve

3 doses* - risco moderado - Limite de "socialmente"
4 doses* - risco em crescimento

5 ou + doses* - risco avançado
*1 dose = 350 ml (lata) de cerveja, 90 ml (taça) de vinho ou 25 ml de destilados

Fonte Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead) e National Institute of Alcohol Abuse and Alcoholism.


Triste Fim de Um Alcoólatra



Valeriano Luiz da Silva

Já fui um homem abastado...
Tive empregados e vários criados
Hoje estou todo devastado
Não consigo ser nem empregado

Muitos por mim foram aconselhados
Hoje se falo com alguém sou ignorado
Oh! Que saudade! de quando possuíamos lindo sobrado
Oh! Que tristeza! hoje moramos de favor e envergonhados

Tivemos vários carros e alguns eram importados
Hoje ando descalço e sempre com os pés inchados
Nossos primeiros filhos estudaram em boa escola
E agora os mais novos vivem até de esmolas

Pela minha esposa já fui muito amado
Hoje percebo que meus familiares de mim estão cansados
Até agora alguns leitores não entenderam
Porque tudo isto comigo acontecera

Desde que à maldita cachaça me entreguei,
Nunca mais me recuperei
A memória eu perdi
Meus bens eu vendi

O banco da praça foi minha cama, pois passei a dormir na rua,
O céu foi meu teto, minha luz foi a lua,
Meus parentes foram cansando e já não iam mais me procurando
Quando o sentido começava a voltar eu me punha a cambalear

Às vezes o caminho de casa alguém tinha que me ensinar
Quem já deu tanta ordem, tinha que pedir licença pra em casa entrar,
Aconselho a todos vocês não deixem o vício vos dominar
Pra entrar por este caminha é só começar

Pra sair do vício nem sempre conselhos ou remédios podem nos libertar
O viciado sente tristeza e angústia e não sabe o que é se alegrar
Amigos afastem do vício enquanto é tempo, não venham até onde cheguei...
Durante esta vida de sofrimento muitas doenças encontrei

Hoje os vermes me destroem
Não alimento porque meu estômago dói
A bebida, este moribundo já não consome,
Das gentes me sinto diferente, sou apenas um espectro de homem.





Misturar Álcool e Remédio Faz Mal ?



Faz mal misturar remédios com álcool?

O assunto é polêmico até entre os médicos. Isso porque as conseqüências dessas interações dependem de vários fatores, como a composição do medicamento, o organismo de cada pessoa e o número de copos que ela está acostumada a entornar.
“A definição de consumo moderado de álcool é complicada – e, muitas vezes, o paciente estabelece um padrão acima daquele que seria razoável para ele”, afirma o farmacólogo João Ernesto Carvalho, da Unicamp.
Assim, a maioria dos médicos aconselha a evitar totalmente o ál­cool. Na dúvida, é melhor obedecer.
Quando uma pessoa bebe, ela metaboliza o etanol usando enzimas que o fígado produz. Só que essas enzimas também servem para metabolizar algumas drogas. Se entrar um remédio no meio da história, o organismo vai ser sobrecarregado e pode não dar conta do serviço. Assim, o efeito da droga é reduzido ou até anulado. Para piorar, isso também maltrata em dobro o pobre do fígado.
Muitos medicamentos também são eliminados pela urina. O álcool e o excesso de líquidos – dois elementos-chave de uma cervejada, por exemplo – têm efeito diurético e, portanto, podem acelerar a excreção dessas substâncias.
O risco maior é quando goró e remédio interagem no paciente-bebum. O grande perigo mora naquelas drogas usadas para tratar problemas neurológicos e psiquiátricos. O álcool potencializa o efeito delas, em vez de anulá-lo.
Antibióticos: Usados para tratar doenças infecciosas.
Mistura: O álcool diminui a atividade do remédio e pode piorar a doença infecciosa. Em alguns casos, a bactéria se torna resistente ao antibiótico. Além disso, a mistura pode causar náusea, vômito, dor de cabeça e, em casos graves, convulsão.
Antidepressivos: Usados no tratamento de depressão.
Mistura: Com o álcool, o efeito do sedativo é maior, deixando a pessoa inabilitada para conduzir um veículo, por exemplo. Em alguns casos, a mistura pode aumentar a pressão sanguínea.
Insulina: Ajuda a diminuir o nível de açúcar em pacientes com diabetes.
Mistura: Produz hipoglicemia, podendo cortar por completo o efeito da insulina e causar náusea e dores de cabeça.
Tylenol (paracetamol): Analgésico, usado para aliviar dores, principalmente dor de cabeça.
Mistura: Pode, nos casos mais graves, danificar o fígado (tanto a droga quanto o álcool são metabolizados lá). A mistura com a Aspirina (ácido acetilsalicílico), outro analgésico bastante popular, pode causar gastrites e, em casos extremos, hemorragia estomacal.
Fonte: Gazeta Press / Placar


Final de Ano Estimula o Consumo de Bebidas Alcoólicas


Festas de final de ano estimulam crianças e adolescentes a consumir álcool

O alcoolismo na infância é problema social que começa a chamar a atenção da sociedade. Embora se saiba que a influência dos amigos e colegas de escola é fator preponderante para a iniciação no consumo do álcool, muitos pais ainda não se deram conta de que o comportamento familiar é capaz de despertar nas crianças o interesse pela bebida.
Uma pesquisa realizada no Estado de São Paulo em 1999 revelou que cerca de 50% dos estudantes entre 10 e 12 anos já fizeram uso desta droga dentro de casa.
Mais importante do que os números a família precisa estar atenta à forma em que a bebida alcoólica é apresentada às crianças e adolescentes.
Segundo o Dr. Luiz Alberto Chaves de Oliveira (Dr. Laco), médico do Recanto Maria Tereza (clínica para dependentes químicos dos Hospitais São Camilo de São Paulo), as festas de final de ano como Natal e Ano Novo são ocasiões de facilitação do uso da bebida, muitas vezes inconsciente por parte dos pais.
“O uso exagerado das bebidas em festas e comemorações dá as crianças a falsa idéia de que o uso de drogas traz alegria e felicidade”, afirma o médico.
De acordo com o Dr. Laco, na sociedade ocidental as festas de final de ano ocupam muitas vezes os ritos de passagem de uma fase para outra, como ocorriam antigamente com as festas de debutantes (no caso das meninas).
Hoje o Natal e o Ano Novo representam uma atmosfera de nova vida. Principalmente, para os adolescentes pode significar a passagem da infância para a fase adulta. “A família deve estar atenta para que as crianças não assistam a comportamentos maléficos para a saúde. De caminhar para a saúde e vida e não para a doença”, diz o médico.
Uma pesquisa da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Drogas (Abead) aponta que as crianças estão começando a beber cada vez mais cedo, entre 11 e 12 anos.
EXEMPLO – Para o Dr. Laco, a atitude dos pais é a melhor forma de educação que existe. Segundo um estudo realizado num hospital em Porto Alegre revelou que 58,5% das crianças que ingeriam regularmente o álcool no ambiente familiar, 100% dos pais e 75% das mães tinham o hábito de beber diariamente. “Até por falta de conhecimento, os pais acreditam que o álcool não é droga e muitos desconhecem que a entrada principal para as drogas é justamente a bebida alcóolica”, alerta o médico.
.: Dê o exemplo “esta é a melhor forma de educação”
.: Dê limites claros do que o adolescente pode ou não fazer
.: Os pais não devem abdicar da função de pai e mãe simplesmente porque o filho protesta. “ao mesmo tempo em que ele protesta ele quer ser orientado”, diz o médico.
.: O consumo de drogas costuma iniciar-se pelas lícitas- álcool e tabaco – e em ambientes familiares: em casa, na escola, na igreja, em eventos familiares etc.
.: Estar atento, sem paranóia e sem achar que vai controlar a vida do adolescente, mas sim ser cuidadoso (saber onde e com quem estão).
.: Evite abuso de álcool nas festas e comemorações
Fonte: Gazeta Press / Placar


15 novembro 2011

Ariel Ortega - River Dispensa Jogador Que Sofre De Alcoolismo


River Plate afasta Ariel Ortega, dependente de álcool, após nova falta

Das agências internacionais
Em Buenos Aires (Argentina)
06/01/2011
A paciência do River Plate com o meia Ariel “Burrito” Ortega acabou. Uma fonte do clube informou que o jogador não faz mais parte dos planos da comissão técnica. O armador foi comunicado da decisão durante o treino no estádio Monumental de Núñez.
Ortega é dependente de álcool e sofre com o problema há tempos. A gota d’água parece ter acontecido quando o meia faltou ao primeiro treino da equipe depois da folga de final de ano. Ele alegou um problema estomacal. “Volta para sua casa que não vamos levar isso em consideração”, disse o técnico Juan José López na oportunidade, segundo o canal C5N.
Em 2010, Ortega perdeu vários treinos por culpa do problema com o álcool e começou a comprometer sua relação com a diretoria do clube. Um dos maiores ídolos da história do River, Ortega disputou três Copas do Mundo: Estados Unidos-1994, França-1998 e Coreia do Sul e Japão, em 2002.
O currículo do meia tem 11 títulos nacionais internacionais, sendo sete pelo River. Fora da Argentina, ele atuou em equipes como os italianos Parma e Sampdoria, o espanhol Valencia e o turco Fenerbahce. Em seu país, também defendeu Newell’s Old Boys e Independiente de Mendoza.
Ortega começou a carreira em 1991 e fez 108 gols nos 399 jogos que disputou somando as passagens pelos sete clubes de sua carreira.