31 março 2012

Alcoolismo e Medicamentos

OBS .: Não existe milagres para o alcoolismo, portanto os medicamentos relacionados abaixo são para auxiliar no tratamento e não para curar, pois alcoolismo não tem cura.
Sendo assim jamais devem ser administrados sem o dependente saber colocando em refeições ou sucos, e principalmente sem orientação médica.

MEDICAMENTOS PARA O ALCOOLISMO

A crença de que a cura do alcoolismo era questão de vontade impediu avanços na área.
Às sete da manhã, o homem encostou no balcão da padaria com as mãos trêmulas e a barba por fazer. O balconista serviu um copo americano com pinga até o friso superior. Ele se debruçou sobre a bebida e deu o primeiro gole sem usar as mãos. Pouco depois, tremendo menos, conseguiu segurar o copo e tomar o resto.
Em seguida, começou a transpirar, abriu o colarinho e fez uma série de inspirações profundas que não lhe trouxeram alívio. Ao contrário, o rosto ficou congesto, com as veias saltadas, vermelho como pimentão.
Vou morrer, disse para o balconista atônito que, em segundos, lhe preparou um copo de água com açúcar. Agitado, saiu para a calçada em busca de ar, com o rosto em chamas. Duas senhoras que compravam pão foram atrás. Insistiram que tomasse a água açucarada, enquanto o abanavam com um xale preto.
Lembro como se fosse ontem, dessa cena que presenciei aos 14 anos. No dia seguinte, a vizinhança comentava que a esposa havia colocado na sopa do marido o remédio causador da sensação de morte iminente na padaria.
Durante muitos anos, o único recurso farmacológico para o alcoolismo foi o dissulfiram, conhecido popularmente como Antabuse.
No mesmo período em que a medicina desenvolveu antibióticos, medicamentos para controlar hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e tantas outras, a crença ridícula de que a cura do alcoolismo era simples questão de força de vontade impediu qualquer avanço nessa área.
Tanto é verdade que os Alcoólicos Anônimos representavam a única esperança para os que desejavam livrar-se do álcool. Situação humilhante para os médicos: um grupo de auto-ajuda conseguir fazer muito mais do que a medicina inteira.
Tal panorama começou a mudar apenas nos anos 90, quando estudos clínicos e inquéritos epidemiológicos permitiram dividir os dependentes em dois grupos principais.
O primeiro é representado pelos que experimentam grande excitação ao beber. São aqueles que nas festas estudantis riem, fazem algazarra e se apropriam da palavra. O álcool os torna eufóricos, seguros de si. Costumam apresentar problemas causados pelo uso excessivo já aos 20 ou 30 anos. Em suas famílias geralmente há outros casos de alcoolismo.
No segundo, estão incluídos os ansiosos que bebem com a finalidade de aliviar o estresse e a ansiedade. Geralmente, começam a beber com moderação a partir dos 30 ou 40 anos e só apresentarão as complicações características do uso excessivo mais tardiamente.
Como resultado de intenso trabalho com animais de laboratório, em 1994 foi aprovado o segundo medicamento para o tratamento do alcoolismo: a Naltrexona, droga que bloqueia no cérebro os receptores opióides existentes nos neurônios responsáveis pelos efeitos euforizantes do álcool.
A terceira droga aprovada, o Acamprosato, bloqueia a liberação de um neurotransmissor (glutamato), produzido em quantidades excessivas pela exposição continuada a doses altas de álcool. Embora reduza a intensidade dos sintomas da crise de abstinência, os resultados do acamprosato têm sido contraditórios.
Nos últimos anos, a compreensão dos mecanismos moleculares que levam à liberação dos neurotransmissores envolvidos nas sensações de prazer, euforia, agressividade e dependência química associadas ao álcool, possibilitou a descoberta de novos tratamentos.
Em estudo publicado em 2003, na revista “The Lancet”, o Topiramato, usado em casos de epilepsia, enxaqueca e distúrbios alimentares, demonstrou ser capaz de reduzir o número de drinques diários e de aumentar os dias de abstinência.
Outro medicamento é a Vareniclina, droga de aprovação recente para os que decidem livrar-se do cigarro, reduz a sofreguidão por bebidas alcoólicas em ratos tornados dependentes. É provável que tenha efeito semelhante em seres humanos.
Ao lado dessas drogas que usam como alvo os neurotransmissores, têm ocorrido avanços significativos no estudo de outras que interferem com o mecanismo de estresse, responsável pelo abuso nos mais ansiosos.
É provável que, nos próximos cinco a dez anos, possamos oferecer aos que fazem uso nocivo do álcool, remédios eficazes que os ajudem a livrar-se da dependência. Talvez até surjam medicamentos que lhes realize o sonho de experimentar o prazer de um copo de vinho ou de um chope com os amigos, sem correr o risco de beber até cair na sarjeta.


Se beber não entre no mar - Vídeo Deprimente

FORA A VERGONHA QUE SUA FAMÍLIA PASSA, AINDA TEM O RISCO DE VOCÊ SE AFOGAR





Chris Klein "American Pie" e o alcoolismo

28/03/2012
fonte UOL



Ator de "American Pie" diz que alcoolismo quase custou sua vida

Chris Klein, um dos astros de “American Pie”, teve problemas com alcoolismo desde sua ascensão ao estrelato. E afirma que eles quase lhe custaram a vida.

“Eu teria morrido, e penso nisso todo dia”, revelou o ator de 33 anos em entrevista à revista “People”. “Hoje, sou o cara mais sortudo vivo”, disse.

Sóbrio há 19 meses, Klein já enfrentou problemas com a justiça devido a seu vício: foi preso duas vezes por dirigir embriagado e chegou a passar quatro dias na cadeia, em 2010. “Cheguei ao ponto em que era uma sombra frágil do homem que havia chegado a este negócio [o cinema]”, contou.

NÃO IMPORTA SE A BEBIDA É UÍSQUE OU CACHAÇA, COM O TEMPO O FINAL DE QUEM AS CONSOME SERÁ O MESMO, CUIDE-SE ENQUANTO AINDA TEM CHANCE.



Bares usam de inteligência e dão alternativas aos seus clientes - Vídeo


bares dão alternativas para motoristas

Jornal da Band 

Diversão com responsabilidade. Em São Paulo, alguns donos de bares encontraram alternativas para ajudar motoristas que querem cumprir a Lei Seca, sem deixar de lado o prazer de sair e beber com amigos.

De estacionamento grátis a cardápio especial para o motorista da rodada. Vale tudo para não perder o cliente.

Alcoolismo e mortes nas estradas de BH - Vídeo


embriaguez mata mais em estradas de BH

Jornal da Band
Os acidentes de trânsito com vítimas caíram mais de 15% em Belo Horizonte com as blitze da Lei Seca.

Mas ainda falta fiscalização nas estradas mineiras, consideradas as mais perigosas do país.  Motoristas bêbados são responsáveis por 20% dos acidentes.

Pego no bafômetro e na inteligência - Vídeo

Pego no bafômetro, homem tenta subornar policiais; veja - 27/03/2012
Em Santa Catarina, um motorista pego no teste do bafômetro foi filmado tentando subornar dois policiais. Em entrevista, ele alegou que não estava alcoolizado, e que teria apenas consmido dois maracujás em casa.
Não sabia que cachaça tinha mudado de nome, agora chama-se MARACUJÁ. 




29 março 2012

Alcoolismo - alerta OMS

fonte : Jornal do Brasil
28/03/2012



OMS alerta sobre riscos de morte por consumo de álcool na Europa

O escritório regional da Organização Mundial da Saúde na Europa informou que o padrão de consumo de álcool no continente está afetando a saúde dos europeus.
Um novo relatório, divulgado em Copenhague, capital da Dinamarca, sugere que cada pessoa no continente toma três bebibas alcoólicas por dia. A quantidade equivale a 12,5 litros de álcool puro por ano.
Segundo o documento "Álcool na União Europeia", o consumo da bebida é o dobro da média global. A diretora da OMS na Europa,  Zsuzsanna Jakab, disse que as doenças associadas ao álcool são inevitáveis nos países do continente. Ela pediu aos governos que analisem o estudo e tomem as medidas preventivas sobre o problema.
Segundo a agência da ONU, a pesquisa foi dividida por áreas com padrões diferentes. As regiões com o maior número de consumidores de bebibas alcoólicas são o centro-leste e o leste europeu com 14,5 litros de álcool por ano. Já os países nórdicos e o sul da Europa bebem menos: 10,4 litros por ano.
A OMS informou que apesar de alto, o consumo permanece inalterado na última década na Europa. O índice de mortalidade por doenças e eventos associados ao álcool era de 57 homens e 15 mulheres por 100 mil habitantes em 2004. Mas este número mais que dobra ao se tratar de mortes registradas pelo mesmo motivo no centro-leste e no leste do continente. São 129 homens e 27 mulheres em cada 100 mil pessoas.

População exige leis duras contra motoristas beberrões


Brasileiros querem leis de trânsito rígidas

Maioria da população pede punições mais severas para motoristas que causam acidentes, diz pesquisa
62% da população quer penas mais severas para quem dirige sob o efeito do álcool ou de forma imprudente / Luiz Guarnieri/ AE/Arquivo62% da população quer penas mais severas para quem dirige sob o efeito do álcool ou de forma imprudenteLuiz Guarnieri/ AE/Arquivo
Alarmados com as estatísticas – a cada ano morrem 40 mil pessoas nas ruas e estradas do país –, os brasileiros querem punições mais rigorosas para motoristas que provocam acidentes com vítimas. 

Pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados, que discute mudanças na legislação, aponta que 62% da população quer penas mais severas para quem dirige sob o efeito do álcool ou de forma imprudente, inclusive com o pagamento de indenizações às vítimas de acidentes de trânsito e suas famílias.

Além disso, 26,48% das 1.263 pessoas ouvidas no levantamento defendem que os motoristas que se recusarem a fazer o teste do bafômetro devem ser presos por embriaguez ao volante, sem a necessidade de teste clínico. Para 23,67%, a lei precisa estabelecer uma definição melhor do que é embriaguez. 

Atualmente, motoristas flagrados com até 0,33 miligramas de álcool por litro de ar expelido pagam multa de R$ 957 e recebem 7 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), mas não são presos. Acima deste limite o condutor é detido e processado criminalmente. 

A cada ano, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) gasta em média R$ 8 bilhões com as despesas decorrentes das 146 mil internações causadas por acidentes de trânsito. 

No ano passado, o Senado aprovou a lei que torna crime dirigir com qualquer concentração de álcool no sangue, mas a medida ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados.

Tragédia motivou campanha "Não foi acidente"


Drama motiva campanha “Não Foi Acidente"

O velocímetro do automóvel que atropelou e matou ano passado a dona de casa Miriam Baltresca e sua filha Bruna travou em 100km/h
Aquele 17 setembro de 2011 era mais um sábado de lazer para Miriam Baltresca, de 58 anos, e sua filha Bruna, de 28. Elas foram ao shopping Villa-Lobos, na zona oeste de São Paulo, compraram um livro e iriam para casa. No caminho delas, porém, havia um motorista alcoolizado: Marcos Alexandre Martins. Ele atropelou e matou as duas, deixando órfão de mãe e irmã Rafael Baltresca, que já tinha perdido o pai sete anos antes para um enfarte. 

A morte foi na calçada da marginal Pinheiros. Martins dirigia um Golf preto em alta velocidade pela pista local da via quando perdeu o controle do veículo. Mãe e filha foram prensadas contra o portão e o muro de uma casa enquanto iam buscar o carro delas, estacionado em uma via vizinha ao shopping. Miriam morreu na hora. Bruna, a caminho do hospital. O ponteiro do velocímetro travou marcando 100 km/h (o limite de velocidade na pista local da via é de 70 km/h). 

Martins chegou a ser preso. Após pagamento de fiança, aguarda em liberdade a conclusão do inquérito que investiga o caso. Rafael, filho e irmão das vítimas, espera que ele responda por homicídio doloso (quanto há intenção). “Porque quem bebe e dirige assume o risco de acidente.” 

Rafael poderia lutar só pelo indiciamento, mas quer mais. Dois meses depois do atropelamento, fundou o movimento “Não Foi Acidente”, que busca alterar alguns pontos da legislação. “Não acontece nada com quem dirige e mata. Isso tem de mudar.”

Rafael diz que sua intenção é evitar a impunidade e o sofrimento de outras famílias. Para ele, a alteração na lei também tem caráter educativo. “Para que as pessoas vejam que a lei é séria e que os culpados serão punidos.”

Veja a entrevista feita pelo Metro com Rafael Baltresca, idealizador de uma campanha que visa aumentar o rigor da Lei Seca em todo o Brasil.

Por que chamar o movimento de “Não Foi Acidente”?

Porque acidente é algo que você não espera. Você está andando e cai um vaso na sua cabeça. Foi um acidente. Quando alguém bebe e dirige, não é mais acidente. A pessoa assume o risco. Pode acontecer algo ou não, mas se sabe que as chances são grandes. Quem bebe e dirige está cometendo um crime. 

Você viveu um drama pessoal forte, mas, em vez de se deixar abater, resolveu lutar. O que move você?

Minha irmã era advogada. Ela não deixava nada barato. Ela era muito justa. Se eu tivesse ido no lugar dela, ela faria isso por mim. Faço isso por ela, pela minha mãe e por tantas pessoas que se foram. Se não tiver um movimento, um grupo de pessoas que brigue com este sistema, a gente vai ter de engolir os mortos de muitas famílias. A hora é esta. 

O Brasil tem de fazer uma revolução. Todo mundo tem de entrar nesta para acabar com tanta impunidade, brechas nas leis e leis frouxas, para que possamos ter uma conscientização real de que podemos ser felizes bebendo em casa e ver que é possível sair e não beber, caso a pessoa esteja dirigindo.


25% dos motoristas dirigem embriagados - Vídeo


Cerca de 25% dos motoristas dirigem bêbados

Diretor da Abramet fala dos efeitos do álcool sobre os condutores e diz que não há limite mínimo ideal para consumo
Cerca de 25% dos motoristas brasileiros costuma dirigir após ingerirem bebidas alcoólicas. A informação é do diretor da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), Dirceu Rodrigues. 

Segundo ele, muitos motoristas bebem ao dirigir por achar que o consumo de pequenas quantidades não interfer na capacidade de direção. No entanto, ele discorda da tese. “O álcool deprime o sistema nervoso central, atrapalhando o raciocínio e causando retardo nos reflexos”.

Segundo ele, a quantidade mínima ideal varia muito por pessoa. “Depende de vários fatores, como peso, altura, sexo e metabolismo”.

Alcoolismo - Motoqueiros viram estatísticas no trânsito



Motoqueiros ignoram risco e viram estatística

Jovens e do sexo masculino compõem o grupo com o maior índice de acidentalidade em Campinas
O álcool está entre os principais componentes dos acidentes de trânsito que deixam sequelas permanentes ou provocam mortes em Campinas. De acordo com o último balanço divulgado pela Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas), no primeiro semestre de 2011 71 pessoas morreram vítimas de acidentes na cidade, em acidentes causados, em sua maioria, por motociclistas do sexo masculino na faixa etária dos 18 aos 35 anos.

Os condutores de veículos correspondem a 56% dos óbitos. Do total de vítimas, 30 passaram por exames de dosagem alcoólica, que mostraram que 43% delas apresentaram nível de álcool no sangue. 

Segundo a gerente de Educação e Cidadania da Emdec, Roberta Mantovani, esse perfil compõe o grupo com os maiores índices de acidentalidade. 

“Os jovens, por viverem um período de contestação e aprovação de limites, são os que mais bebem. O pior é que eles não têm a percepção do risco desse comportamento. Eles não conseguem entender o que a bebida faz no organismo e, por isso, acabam se envolvendo em graves acidentes”. 

Os dados da Emdec ainda mostram que os finais de semana concentram a maior parte dos acidentes – 45% das vítimas fatais com nível alcoólico ocorrem aos sábados e domingos, enquanto os outros acidentes se dividem entre os dias úteis. 

Há ainda a especificação de horário. Os picos nos números de acidentes são das 18h às 18h59 e das 21h às 21h59. Das 3h às 3h59 é registrada também uma alta nas ocorrências.




Campanha contra bebida no trânsito - Vídeo Band


parentes lutam por penas severas

Eles saíram de casa para estudar, trabalhar, se divertir e nunca mais voltaram. Estamos falando de inocentes vítimas de motoristas embriagados, que assumiram o risco de matar.

A reportagem de hoje da série "Contra a Bebida no Trânsito", do Jornal da Band, mostra a dor e a revolta de quem ficou. Parentes que lutam por penas mais severas para quem dirige depois de 

Campanha contra bebida no trânsito - Vídeo Band



 vítimas alertam sobre álcool e direção

Um flagrante registrado numa blitz da lei seca no Rio De Janeiro mostra como a embriaguez ao volante transforma o carro em uma arma. 

Na segunda reportagem da série "Contra a Bebida no Trânsito", do Jornal da Band, você vai conhecer pessoas que foram vítimas da mistura álcool e direção, e hoje alertam para os riscos de dirigir depois de beber.

Campanha contra bebida no trânsito - Vídeo Band



Bebida e volante fazem 40 mil vítimas por ano

A combinação bebida e volante é responsável por quase metade das mortes no trânsito do Brasil. Por ano, 40 mil pessoas morrem vítimas de motoristas embriagados. 

28 março 2012

Europeus são mais beberrões


Europeus são os maiores beberrões do mundo, diz OMS

fonte : Reuters
27 de março de 2012

LONDRES, 27 Mar (Reuters) - Os europeus são as pessoas quem mais consomem bebidas alcoólicas no mundo, com uma média de 12,5 litros de álcool por ano ou quase três taças de vinho por dia, de acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde e da Comissão Europeia.
Mas enquanto o título de maiores beberrões do mundo vai para a União Europeia como um todo, onde o consumo de álcool é quase o dobro da média mundial, existem grandes variações entre as subregiões da Europa, assim como diferenças em quando, onde e com que frequência as pessoas bebem.
Os maiores consumidores de álcool estão nas regiões leste e centro-leste da Europa -consumindo 14,5 litros de álcool por adulto por ano, ante 12,4 litros na Europa ocidental e centro-ocidental, 11,2 litros no sul europeu e 10,4 litros nos países nórdicos.
Mas o estudo revelou um cenário diferente quando analisou estes dados comparados com indicados da chamada bebida perigosa -como beber fora das refeições e beber em lugares públicos e irregulares.
Nesse contexto, os países nórdicos sobem na escala com 2,8 pontos numa escala em que 1 é o menos prejudicial e 5 é o mais prejudicial. O leste europeu e o centro-leste lideram a lista, com 2,9 pontos.
O estudo também afirmou que existem mais de 40 doenças relacionadas com o consumo de álcool, incluindo o alcoolismo, pancreatite alcoólica e até envenenamento com álcool. Também foram destacados problemas agravados pelo uso de álcool, como lesões e mortes ocorridas em acidentes de carro e as doenças cardíacas e o câncer.
No mundo todo cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem todos os anos em consequência do uso de álcool, o que representa 3,8 por cento de todas as mortes, de acordo com a OMS.
(Reportagem de Kate Kelland)

26 março 2012

Projeto proíbe bebida alcoólica em áreas públicas

POLÍTICA / LEI SECA
26.03.2012
fonte : Midia News



PROJETO QUER PROIBIR BEBIDAS ALCOÓLICAS EM ÁREAS PÚBLICAS 

Quem descumprir, responderá civil e criminalmente

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso, deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR), fez uso da tribuna da Assembleia Legislativa para falar dos prejuízos que o consumo de álcool trás para o ser humano.
Pinheiro disse que o alcoolismo é a terceira doença que mais mata no mundo. Além disso, causa 350 doenças (físicas e psiquiátricas) e torna dependentes da droga um de cada dez usuários de álcool. O deputado ainda afirmou que o álcool é o responsável pelo alto índice de acidentes de trânsito com vítimas fatais no Estado de Mato Grosso.
O parlamentar apresentou um Projeto de Lei, que inibe o consumo de bebidas alcoólicas em lugares públicos. De acordo com a preposição fica proibido em lugares públicos, de uso coletivo, independente de sua natureza, no qual os Poderes Públicos no âmbito do Estado e dos Municípios sejam responsáveis por suas administrações, ou que tenham patrocínio dos órgãos governamentais, bem como vias e logradouros públicos, postos de combustíveis, praças, festas, feiras e congressos, a exposição de bebidas alcoólicas, e sua comercialização e consumo.
O presidente explana que se aprovado o projeto ficará proibido portar, carregar ou transportar bebida alcoólica, de forma ostensiva, mesmo que não a comercialize ou consuma.
“O elevado consumo de bebida alcoólica, gera os mais terríveis acidentes automobilísticos, assim como os barbáries crimes. Seus efeitos se tornam uma verdadeira arma, além de saúde passa ser um problema de segurança pública”, ressaltou.
Quanto ao descumprimento, Emanuel Pinheiro, esclarece que os responsáveis ficarão sujeitos a sanções de natureza civil e criminal, aplicável à espécie.
Para esclarecimento à sociedade e cumprimento da lei, Pinheiro explica que o Poder Executivo promoverá publicidades para divulgação das regras contidas na lei, através de campanhas educativas, nos meios de comunicação, avisos nas vias públicas, e em todos os locais definidos contidos na regulamentação.
No discurso o republicano disse que mais do que penalizar aqueles que vendem bebidas para menores de 18 anos, deve-se dar exemplo para que os locais de uso público não disponibilizem, sob qualquer forma, a bebida alcoólica para seus freqüentadores. 


Alcoolismo - Tratamento e vida normal - Tem que querer - com vídeo


TRATAMENTO  E  DIGNIDADE

Alcoolismo não tem cura, mas tratamentos estão cada vez mais eficientes

O alcoolismo é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento. E a boa notícia é que as terapias estão mais modernas e eficientes, envolvendo as famílias. Uma vez tratada, a pessoa que sofre de alcoolismo pode voltar a ter qualidade de vida. 

Mas para se chegar a isso, o primeiro passo é pedir ajuda. Quem costuma recorrer a ela, segundo os especialistas, são os dependentes mais velhos. Isso porque a doença é progressiva e piora com o passar dos anos. No entanto, o número de jovens alcoólatras tem aumentado, já que o consumo de bebidas entre eles começa cedo. 

Na série especial “Álcool”, do Jornal da Record, o repórter Luiz Carlos Azenha conta a história de Ícaro e Silvinho - dois jovens de 21 anos que tiveram desfechos diferentes. O primeiro fez tratamento contra o alcoolismo, acaba de deixar a clínica e quer voltar a trabalhar. Já Silvinho quando reconheceu a doença e aceitou se tratar, era tarde demais. 

Veja a reportagem completa no vídeo abaixo. 


ALCOOLISMO - Ou você para ou ...

Bebida alcoólica, trote e coma alcoólico - Vídeo

Trote de calouros da UNB deixa quatro em coma alcoólico
Um trote de calouros da Universidade de Brasília (UNB) provocou a internação de quatro alunos em coma alcoólico. Parentes das vítimas dizem que os estudantes tinhas marcas no rosto e no corpo, como se tivessem sido obrigados a beber.