28 fevereiro 2013

Álcool tem mais caloria que alimentos


Álcool tem mais caloria que alimentos

Gosta de tomar drinks no final de semana e não quer engordar? Pois segundo a médica com prática ortomolecular, Anna Bordini, a bebida alcoolica engorda mais que muitos alimentos e provoca mais fome.
O álcool possui mais calorias por grama (7 cal/g) do que o carboidrato ou a proteína (4cal/g), perdendo só para a gordura (9cal/g). “A ingestão de uma lata de cerveja de 350 ml equivale ao consumo de 25g de bacon, enquanto o copo de caipirinha de 200 ml tem a mesma quantidade calórica que uma fatia de pizza de mussarela de 100g”, exemplificou a especialista.
A médica disse ainda que o corpo demora de seis a oito horas para eliminar a substância alcoolica, o que contribui para a bebida ser metabolizada de forma errada. Além disso, pode trazer diversos riscos de doenças como câncer, reações alérgicas, problemas hepáticos, distúrbios inflamatórios no estômago e doenças autoimunes.
Para a nutricionista Fernanda Elpidio, 25 anos, é necessário reduzir o consumo do álcool ou até evitá-lo completamente para que se consiga obter resultados satisfatórios em relação à perda de peso. “Ao consumir bebida alcoólica, você adiciona mais calorias a dieta e essas calorias são convertidas em gordura, o que dificulta para perder ou manter o peso”, comentou.
Além disso, acrescentou, “o álcool cria uma ânsia por comida, e esse desejo faz com que as pessoas ingiram comidas extras, ou seja, os “petiscos” e aí, são mais calorias adicionadas à dieta e esse excedente calórico resultará em ganho de peso com mais facilidade”.
“A bebida, além de tudo, causa letargia, gera uma sonolência, o que dificulta ainda mais a queima de gordura. O excesso de álcool, independente de qual fonte, dificulta o metabolismo em relação à queima de gordura, sendo que a forma que o organismo metaboliza é diferente dos demais alimentos”, ponderou Fernanda.
Após ingestão de drinks, o metabolismo proporciona a separação do acetato e da gordura. Esta fica armazenada e o acetato é utilizado como uma fonte primária de energia, pois o corpo reconhece o álcool com uma toxina. Como defesa ele age contra essa toxina e aí ao se desdobrar para queimar as calorias do alcool (acetato), a gordura o carboidrato e a proteina ficam em segundo plano.
Apesar de as bebidas alcoolicas acrescentarem calorias à dieta, certas bebidas, se consumidas com moderação, podem trazer benefícios à saúde. Caso do vinho tinto, rico em antioxidantes, que ajuda a reduzir os riscos de problemas cardíacos.



26 fevereiro 2013

Campanha contra o álcool - Vídeo

ÁLCOOL
                           
                                                   FORA  !!!!!!







25 fevereiro 2013

Algumas doenças que o alcoolismo causa

Consumo crônico de álcool é um fator em muitas condições de doenças crônicas. Pode levar anos antes que as conseqüências do consumo excessivo tornam-se evidentes, mas continuar a beber em face de problemas de saúde pode reduzir significativamente a vida útil do bebedor.


Síndrome Alcoólica Fetal e FASD

Síndrome alcoólica fetal é a principal defeito de nascimento evitável e causa de retardo mental nos Estados Unidos. Alcoolismo materno provoca FAS. Transtorno do espectro do álcool fetal, como FAS, é causado pelo uso de álcool durante a gravidez. FASD pode não mostrar as características físicas da FAS, mas envolve toda a vida consequências mentais e comportamentais de exposição ao álcool no útero. O Escritório do cirurgião dados gerais do relatório, indicando que muitas mulheres continuam a beber durante a gravidez, muitas vezes de uma maneira de alto risco que coloca o feto em risco para FAS e FASD. Comportamento de alto risco é definido como consumo excessivo de álcool e beber sete ou mais drinques por semana.

Câncer

Quanto mais álcool uma pessoa consome, maior a probabilidade dela de desenvolver alguns tipos de câncer. O uso de álcool só aumenta os riscos de desenvolver câncer oral, de acordo com a American Cancer Society. Beber pesado é a principal causa de câncer de fígado, e bebem são mais propensos a morrer da doença do que os não-bebedores. ACS afirma que o risco de câncer de mama é maior entre as mulheres que são bebedores pesados. Embora a evidência preliminar também pode vincular o alcoolismo para alguns tipos de câncer colorretal, mais pesquisas são necessárias para confirmar a associação.

Doença Hepática

Existem três tipos de álcool doença hepática: fígado gordo, hepatite alcoólica, e cirrose do fígado. As funções do fígado incluem digestão de proteínas, hidratos de carbono e gorduras, a reciclagem de células vermelhas do sangue, e a remoção de toxinas. Quase todos os bebedores pesados têm fígado gorduroso, uma condição que resulta da incapacidade do fígado de processar o álcool e, simultaneamente, metabolizar a gordura. Pode haver poucos sintomas ou nenhum por muitos anos. A hepatite alcoólica é uma inflamação do fígado e causa a destruição de algumas células do fígado, o órgão pode ampliar e sentir concurso. A cor amarela, ou icterícia, pode aparecer aos olhos e pele, devido à função hepática reduzida. A Fundação Americana do Fígado lembra ao público que o fígado pode regenerar se beber pára no tempo. Cirrose é o nome para mudanças irreversíveis no fígado como cicatrizes começar a substituir tecido funcionamento. Longo prazo beber pesado provoca cirrose do fígado.

Doenças Cardiovasculares

Beber muito álcool eleva triglicérides séricos, ou substâncias gordurosas no sangue, de acordo com a Associação Americana do Coração. Ação vasoconstritora do álcool leva a pressão arterial alta, aumentando ainda mais o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral. Com o tempo, o coração tem que trabalhar mais até que ele é incapaz de bombear sangue eficientemente. Cardiomiopatia, ou insuficiência cardíaca é caracterizada pela retenção de líquidos nos membros inferiores e falta de ar. Relacionados com o álcool arritmia, ou batimentos cardíacos irregulares, está associada a deficiências de minerais e pode levar à morte súbita. A longo prazo do abuso do álcool promove deficiências nutricionais e obesidade, uma vez que o álcool fornece calorias em excesso à custa de alimentos nutritivos.

20 fevereiro 2013

19 fevereiro 2013

Vença a batalha contra o alcoolismo

Vença a batalha contra o alcoolismo
Responsável por mais de 350 doenças, o álcool traz sérios problemas para 10% da população. O primeiro passo para superá-lo é reconhecer a dependência

É doença, não opção 
Durante muito tempo, o alcoolismo foi considerado uma dificuldade de ordem moral. O dependente era alguém de vontade fraca, a quem faltava determinação ou caráter para abandonar o vício. As pesquisas revelaram, porém, que a dependência apresenta um quadro clínico bem definido e que a pessoa não tem liberdade de optar entre beber ou não quando se torna alcoólatra. A partir daí, o problema passou a ser encarado não mais como uma questão de escolha, mas como condição patológica, sendo incluído na Classificação Internacional das Doenças da OMS.
Não é fácil distinguir entre o alcoólatra e a pessoa que bebe eventualmente ou muito e apresenta problemas relacionados ao consumo de álcool sem ser viciado. Existem sinais, no entanto, que indicam quando há o risco de dependência. Conheça alguns:
 Ter dificuldade de moderar o consumo. 
 
Persistir no uso do álcool apesar das conseqüências negativas.
 Abandonar outros interesses e atividades em favor da bebida. 
 
Apresentar a síndrome de abstinência, caracterizada por um conjunto de sintomas (ansiedade, insônia, tremores, náuseas, irritabilidade, vômitos, dor de cabeça, pesadelos) que só desaparecem quando se volta a beber.
Ninguém nasce predestinado ao alcoolismo. A maior ou menor chance de tornar-se dependente é determinada por uma combinação de fatores:
 Biológicos: a predisposição genética é importante no desenvolvimento da dependência, mas os especialistas garantem que ela por si só não é capaz de condenar ao alcoolismo. É inegável que o estímulo prazeroso que a bebida provoca em certas regiões do cérebro também pode levar ao abuso. 
 
Psicológicos: indivíduos muito ansiosos, depressivos, tímidos ou com dificuldades de auto-estima têm maior tendência de utilizar a bebida como uma 'muleta emocional'.
 
Ambientais: incluem as experiências familiares, a fase da vida em que se está e o ritual que cerca o ato de beber.
"Fiz do boteco o meu escritório"
 
"Na juventude, descobri que era uma pessoa mais sociável sob o efeito do álcool. Com o passar do tempo, a bebida foi tomando conta de mim. Casei, tive filhos e as conseqüências do vício aumentaram. Apresentei problemas de toda natureza: física, emocional e mental. No trabalho, o desastre foi total. Sempre fui autônomo e no auge da bebedeira os serviços ficavam parados. Foram várias confusões com clientes. Muitas vezes, eu saía para beber e não tinha hora para voltar. O boteco era o meu escritório. Na família, mais conflitos. Sempre ouvia minha mulher dizer: 'você sabe o que fez?' Achava que era invenção dela ou vontade de brigar. Descobri o Alcoólicos Anônimos (AA) nos anos 80 por meio de um amigo. Tomei o meu último porre em maio de 1980, aos 42 anos, quando já freqüentava o grupo há três semanas. No mês seguinte, parei definitivamente. Ter consciência de que era um alcoólatra foi um grande alívio. Deixei de ser um safado ou bêbado, já conhecia algo sobre mim. Hoje, enquanto meus amigos bebem cerveja, eu fico no refrigerante. E não sinto vontade de trocar."
Felipe*, 66 anos, aposentado
 



ASSUMA O ALCOOLISMO SEM CONSTRANGIMENTO E VOCÊ VAI DAR UM PASSO GIGANTESCO PARA VENCER ESSA DOENÇA TERRÍVEL, QUANDO RESOLVI FAZER ESSE BLOG DISSE A MIM MESMO QUE NÃO NEGARIA O PROBLEMA QUE TIVE COM A BEBIDA, A PARTIR DAÍ TUDO FICOU MUITO MAIS FÁCIL, POR ISSO LUTO TODOS OS DIAS COM A CONSCIÊNCIA TRANQUILA QUE ESTOU AGINDO DE FORMA CORRETA PARA AJUDAR PESSOAS QUE NECESSITAM DA VERDADE E NÃO DE PENA, PRECISAM DE TRATAMENTO DIGNO E RESPEITO E NÃO DE SERMÕES BARATOS E OFENSIVOS. 
                                             www.vencendo-o-alcoolismo.blogspot.com
                                                          conte comigo sempre
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                                                        Limpo desde Outubro de 2007

                                                   

18 fevereiro 2013

Álcool mata mais que Aids e Tuberculose

Álcool mata mais que Aids e Tuberculose

O álcool provoca cerca de 4% das mortes no mundo. Ou seja, cerca de 2,5 milhões de mortes por ano. Mais do que a AIDS, a tuberculose, e a violência, diz um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS).
“O uso prejudicial do álcool é um problema mundial, provocando milhões de mortes, incluindo centenas de milhares de vidas de jovens. Não é apenas um fator causal em muitas doenças, mas um precursor para a violência e as lesões “, disse em um comunicado Ala Alwan, diretor assistente da Divisão de Doenças Não Transmissíveis e Saúde Mental da OMS.
O aumento da renda salarial têm levado a beber mais em países mas populosos da África e da Ásia, incluindo Índia e África do Sul, e o consumo excessivo de álcool é um problema registrado em muitos países desenvolvidos, segundo a agência das Nações Unidas.
As políticas de controle de álcool continuam frágeis e não estão entre as prioridades de muitos governos, apesar do forte impacto do álcool na sociedade através de acidentes de trânsito, violência, doenças, abuso infantil, e de ausência laboral, salienta a OMS em um informe Global sobre o Álcool e Saúde.
Cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem anualmente por causas relacionadas à ingestão de álcool. O consumo de álcool é especialmente fatal para os grupos mais jovens, e o álcool é um fator de risco mais importante no mundo de mortes entre homens de 15 a 59 anos, diz o relatório.
Na Rússia e Comunidade dos Estados Independentes (CEI), uma de cada cinco mortes é devido ao álcool, a taxa mais elevada. Em países como Brasil, Cazaquistão, México, Rússia, África do Sul, Ucrânia o consumo excessivo de álcool é cada vez mais contínuo. No entanto, a OMS adverte, está aumentando em todos os lugares.
“Mundialmente, cerca de 11% dos alcoólatras têm um forte episódio com a bebida a cada semana”, disse o relatório. Por gênero, os homens, que excedem mas que as mulheres, em uma proporção de quatro por uma “sempre participam no consumo de risco em níveis muito mais elevados do que as mulheres de todas as regiões.”
Os ministros da saúde, de todos os 193 estados membros da OMS, concordaram em tentar conter o crescente consumo excessivo de álcool, e outras formas de abuso de álcool, através dos altos impostos sobre as bebidas alcoólicas e mais restrições à comercialização.
O álcool está por trás de 60 tipos de doenças e lesões. Seu consumo está associado a cirrose hepática, epilepsia, envenenamento, acidentes de trânsito, violência e vários câncer, incluindo colorretal, mama, laringe e do fígado.
“Seis ou sete anos, não havia provas claras de uma relação casual entre o consumo de álcool e o câncer de mama. Agora nós temos “, disse Vladimir Poznyak Reuters, responsável pela unidade de abuso de substâncias da OMS, que coordenou o relatório.
A produção de bebidas alcoólicas doméstica ilegal, ignora o controle do governo e impostos, representam quase 30% do consumo total de adultos no mundo. E algumas dessas bebidas são tóxicas.
Segundo a OMS, o consumo moderado de álcool pode ter um efeito benéfico sobre doenças cardíacas e vascular cerebral. “No entanto, o efeito protetor benéfico do álcool sobre o coração desaparece nos casos de consumo excessivo”, disse a agência.
Uma das maneiras mais eficazes para reduzir o consumo de álcool, especialmente entre grupos mais jovens, é o aumento de impostos, disse o relatório. Definir limites de idade, para comprar e consumir bebidas alcoólicas, e de regular os níveis de álcool em motoristas também reduz o abuso, mas poucos países utilizam essas diretrizes.


17 fevereiro 2013

Bebidas alcoólicas destroem o cérebro e provocam câncer


“Bebidas alcoólicas destroem o cérebro e provocam câncer”

Terceira maior causa de mortes no mundo (só perde para o trânsito e o câncer), o alcoolismo precisa ser combatido com medidas educativas e até com aumento da tributação sobre bebidas. É o que defende o médico Urânio Paiva, da Clínica Árvore da Vida, especializada em tratamento de dependentes químicos.
Em entrevista à repórter Luciana Martins, do PE, ele analisa os efeitos e consequências do álcool e sustenta, a exemplo de recente estudo científico, que o álcool é causador de câncer, embora a doença mais incidente nos seus consumidores seja a cirrose hepática. Numa de suas respostas, o Dr. Urânio Paiva é direto e incisivo: “O álcool é, sim, uma droga”.
O consumo de álcool – segundo a Organização Mundial da Saúde – é a 3ª causa de mortes no mundo, matando 2,5 milhões de pessoas por ano. Como seria possível mudar essa situação?
Esta pergunta é bastante complexa, mas o grande problema é a falta de conscientização das pessoas de que o álcool é uma droga psicoativa. Então, se é uma droga psicoativa, ela vai interferir na linha de pensamento do ser humano, por isso, é importante o trabalho de prevenção.
As escolas precisariam mostrar a gravidade do álcool, quando se torna uma doença, para tentar minimizar seu uso desenfreado do. Um pai oferecendo bebida a uma criança de 12, 13 anos? Acredito que ele não tenha consciência da gravidade de sua atitude, do que representa uma substancia psicoativa no organismo de uma pessoa. O cérebro humano tem um desenvolvimento saudável dos 12 aos 20 anos e se ele usa o álcool, fatalmente vai ter problemas cognitivos, problemas de memória, lesões funcionais no cérebro.
A bebida alcoólica é uma droga? Age no organismo e no cérebro como droga?
Sim, ela é uma droga psicoativa. O cérebro de quem bebe, ao longo dos anos vai sofrendo lesões irreversíveis. Uma pessoa que usa álcool durante 25 anos, por exemplo, tem praticamente o cérebro destruído, e como é uma lesão sem cura, sobrevém a hipertrofia das outras células normais para compensar essa lesão. Isso mostra como é grave o uso do álcool. Quando ingerida, a bebida alcoólica vai para o fígado, onde é metabolizado e recebe ações de algumas enzimas transformando o álcool em água e CO2 (gás carbônico). O CO2 vai para o cérebro e é ele, basicamente, que agride o cérebro.
Estudo recente associou o alcoolismo a casos de câncer. Isso tem fundamento?
Temos um grande exemplo na atualidade que é o ex-presidente Lula, que está com câncer de laringe porque fumava e bebia demais. O álcool provoca mais câncer que o próprio cigarro, principalmente porque está em contato direto com as mucosas. Ele provoca câncer de esôfago, laringe, boca, estômago, pulmão e mama. O álcool é,sim, uma substancia altamente cancerígena.
Por que tem gente que bebe muito todos os dias, e envelhece, e outros bebem menos, e não diariamente, e morrem ainda jovens?
Nesse caso é preciso distinguir dois fatores: primeiro a lesão orgânica e o segundo fator, as consequências do uso do álcool porque a morte não se dá, principalmente dos jovens, só pela lesão orgânica, mas pela consequência do uso. Como por exemplo, ele bebe sai dirigindo, se torna mais agressivo e aí surgem às brigas, e às vezes os homicídios por conta do uso do álcool. Este é lado da consequência do uso. Agora da lesão orgânica vai depender de organismo para organismo. Existe organismo que hereditariamente tem uma falha genética, que é a enzima de desidrogenase acética; com essa falha genética há um processo de feedback do organismo que impulsiona a pessoa a usar o álcool compulsivamente porque, como ele não tem esta enzima, o organismo fica pedindo mais álcool para a enzima aparecer e como ele não tem, ele fica compulsivamente usando o álcool; então essas pessoas não podem colocar nem vinagre na comida. Elas são alcoólatras por uma falha orgânica. Agora, o fato de organicamente as pessoas morrerem mais cedo que outras que bebem é um comportamento genético das pessoas. Existem aqueles que são mais receptíveis a doença e outras não. Então para que pagar pra ver?
Por que a mulher é mais vulnerável ao efeito do álcool?
O álcool tem uma aderência à adiposidade e a mulher retém muito álcool por conta disto, porque esta substância se fixa mais no tecido gorduroso e isto acaba prejudicando mais a mulher. Além disso, ela é mais sensível, chora mais que o homem, e este também pode ser um fator que estimule o consumo de bebida entre as mulheres.
Diferentemente do que se via no passado, os jovens hoje começam a beber bem mais cedo, aos 13, 14 anos. A que se deve isso?
À permissividade. O álcool é uma droga permissível e estamos vendo toda a desestruturação familiar por conta do álcool. A televisão também estimula seu consumo: você vê propagandas na televisão sempre com jovens e mulheres bonitas, mostrando alegria, prazer, harmonia e é uma propaganda totalmente enganosa que estimula o uso do álcool. E paralelo a isto vem a família, os pais, que não têm conhecimento da ação da gravidade do álcool no organismo e muitas vezes oferece ao filho de 12, 13 anos ou muitas vezes pede ao filho para ir comprar a cerveja e tudo isto são formas de estimular. Ora, meu pai usa, por que eu não? Não é tão bom, ele fica alegre, ele não fica descontraído? Só que muitas vezes, eles também ficam aborrecidos, agressivos.
Quais as doenças mais comuns nos dependentes em álcool?
A doença mais grave, mais palpável que a medicina enxerga é a cirrose hepática, que é a alteração das células hepáticas pela agressão direta do álcool ao fígado. Mas ele é um estimulador para formação do câncer e também traz lesões cerebrais irreversíveis. No entanto, a doença mais visível é a cirrose hepática cuja sintomatologia é peculiar à doença.
O governo deveria aumentar a tributação sobre bebidas? Isso ajudaria a diminuir o consumo?
Evidente que, se os impostos aumentassem mais, iria diminuir o acesso à bebida alcoólica e como exemplo temos o Estado de São Paulo que proibiu o fumo em lugares fechados como bares, boates, shoppings e outros locais e isto fez com que reduzisse o número de tabagistas. Estas são medidas que levam as pessoas a se questionar e a gente precisa colocar as pessoas para refletir. E a gente só consegue colocar as pessoas para refletir quando a gente dá conhecimento a essas pessoas do que é uma bebida, um tóxico, e se a pessoa tem amor próprio, vai começar a se proteger.
A letra da música diz ‘quem bebe morre, quem não bebe morre também’. Isso justifica o hábito de beber?
De forma nenhuma. “Eu bebo sim e estou vivendo, tem gente que não bebe e está morrendo” porque a vida não é do nosso domínio, há um ser superior que domina nossa vida. Agora, preservar, cuidar da vida, isso é responsabilidade nossa porque esta é uma graça que Deus nos dá e se você não cuida desse presente esta pessoa vai ficar triste. Você não tem o domínio da vida, mas tem a responsabilidade de cuidar da sua vida, por isso, a mensagem da música é infeliz.
A legislação deveria ser mais punitiva e severa contra pessoas alcoolizadas causadoras de acidentes no trânsito?
Sim, isto é fundamental. É a questão da educação. Por exemplo, se numa empresa, a funcionária começar a quebrar a caneta, e se logo for obrigada a pagar pela caneta, ela não vai quebrar mais. O mesmo deveria acontecer para quem bebe e dirige. Ora, se a pessoa está bebendo e sai dirigindo, ela não está colocando somente a vida dela em risco, mas a dos outros também. É preciso ter punição porque senão tiver as mortes por acidente de trânsito provocado pela ingestão de bebidas alcoólicas continuarão acontecendo. Por isso sou partidário de que as pessoas vão dirigir, após beber, devem ser punidas.
CÂNCER  DE  BOCA 

CÂNCER  DE  LARINGE

E mais de 40 tipo de câncer que você pode 
evitar, lute com determinação e abandone 
alcoolismo. 

16 fevereiro 2013

Alcoolismo : Sofrimentos para todos

Alcoolismo é um dos temas abordados na novela Rebelde, da Record, com o personagem Alceu, vivido pelo ator Antônio Pompeu. Fora da novela, o drama é bem real.





15 fevereiro 2013

Alcoolismo


Alcoolismo


O alcoolismo é uma doença crônica que consiste no consumo compulsivo do álcool, fazendo com que o indivíduo se torne cada vez mais tolerante a ele, causando crises de abstinência quando não ingerido. As crises se caracterizam por meio de tremores, irritabilidade, náusea, ansiedade, taquicardia e pupilas dilatadas.
Não se sabe precisamente a relação entre alcoolismo e hereditariedade, entretanto é de conhecimento que a relação existe: um indivíduo tem quatro vezes mais chances de ter problemas com a bebida se seus pais eram alcoólatras. Estrutura psíquica e influências familiares e culturais são outros aspectos que podem levar a essa moléstia.
Por se tratar de uma sociedade em que o uso do álcool não é considerado um comportamento ilícito, e também pela falta de clareza entre o que é beber socialmente, abuso e o que já caracteriza o vício, o acesso a essa substância é relativamente fácil, fazendo com que ela seja a substância psicoativa mais popular do planeta. Assim, não é raro vermos adolescentes ou mesmo crianças fazendo o uso dele e até grupos idolatrando a ingestão de bebidas alcoólicas e comportamentos de embriaguez.
Um primeiro ponto é que o alcoolismo não se dá de forma imediata. Geralmente se torna um hábito, tomando um papel de destaque na vida do sujeito. Embriaguez, alteração drástica de humor e, após o evento, “ressaca moral”, vão se tornando cada vez mais frequentes: casos sucessivos de abuso do álcool.
Beber pela manhã nos últimos doze meses; tentar, sem sucesso, parar de fazer o uso do álcool por uma semana ou mais; sentir ressentimento das pessoas que tentam oferecer conselho em relação a esta temática; problemas no lar por causa da bebida; não se lembrar de certos momentos que ocorreram enquanto fazia o uso do álcool, dentre alguns outros sintomas, podem indicar o alcoolismo em potencial ou propriamente dito.
Em nosso país, aproximadamente 15% da população sofre deste mal, que pode, a longo prazo, causar doenças como câncer na boca, língua, fígado e outras regiões do sistema digestório; danos cerebrais irreversíveis; problemas no sistema cardíaco; malformações, em caso de gestantes alcoólicas, e diminuição da produtividade no trabalho.
Sob o efeito do álcool, o indivíduo pode ter comportamentos não convencionais em virtude da perda de inibição. Exemplos: usar outras drogas, dirigir em alta velocidade, chorar, discutir, ser violento, dentre outros. Essas atitudes, além de causar problemas a ele próprio, podem gerar desconforto e até consequências mais drásticas a outras pessoas.
diagnóstico para o alcoolismo consiste em entrevista com o indivíduo e pessoas próximas, além de exame físico. De acordo com o grau de dependência e estado de saúde em que se encontra, o tratamento é indicado. Como na maioria dos casos a pessoa não reconhece a sua doença, a internação é, geralmente, necessária. Psicoterapia é sempre indicada, a fim de evitar recaídas e tratar a dependência psicológica ou os motivos que levaram a pessoa a fazer o uso abusivo do álcool, como fatores existenciais. O Alcoólicos Anônimos pode ser uma boa alternativa para controlar a dependência química e aprender a lidar com a doença.
 
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola


11 fevereiro 2013

Estudo mostra eficácia do baclofeno na luta contra o alcoolismo

fonte : R7 notícias 

23/1/2013



Estudo mostra eficácia do baclofeno para o tratamento do alcoolismo

Um estudo dirigido por um médico francês de 2008 a 2010, publicado esta semana na revista "Frontiers in Psychiatry", mostra a eficácia do baclofeno no tratamento a longo prazo do alcoolismo.
Até o momento, a eficácia desta molécula, inicialmente prescrita na neurologia, mas cada vez mais utilizada no tratamento do alcoolismo, tinha sido testada apenas em curto e médio prazo, até um ano após o início do tratamento.
O novo estudo, liderado pelo Dr. Renaud de Beaurepaire (Groupe Hospitalier Paul-Giraud em Villejuif, perto de Paris), focou em 100 pacientes, dependentes de álcool e resistente aos tratamentos convencionais. Eles foram tratados com doses crescentes de baclofeno e sem limite superior.
Os resultados mostram que a percentagem de pacientes que se tornou totalmente abstinente ou que passou a ter um consumo normal, segundo os padrões da Organização Mundial de Saúde (OMS), foi de aproximadamente 50% em todas as avaliações realizadas após três meses, seis meses, um ano e dois anos.
Um número de pacientes também conseguiu diminuir significativamente o seu consumo de álcool, mas sem ainda ter total controle, e passaram a se enquadrar na categoria de pacientes com "risco moderado", de acordo com padrões da OMS.
"O número total de pacientes que melhorou significativamente" pelo tratamento foi de 84% em três meses, 70% em seis meses, 63% em um ano e 62% em dois anos, indica o estudo.
O dr. de Beaurepaire é um dos primeiros a receitar altas doses de baclofeno na França e é também um pesquisador de um grande estudo nacional, cujos resultados serão publicados em 2014.
"Esta é a primeira vez que acompanhamos por dois anos com resultados igualmente bons", afirmou à AFP o professor Philippe Jaury (Université Paris-Descartes).
O Baclofeno não é um produto milagroso, apresenta falhas na sua utilização, principalmente relacionadas com a intolerância de determinados efeitos secundários (fadiga, sonolência, etc.), o acompanhamento inadequado do tratamento e a falta de motivação, enumera o Dr. de Beaurepaire.
O Baclofeno é uma droga antiga, originalmente prescrita pela neurologia, para o tratamento de doenças como a esclerose múltipla e paralisia, mas cada vez mais usado na França no tratamento de dependência de álcool.

A     L     C     O     O     L     I     S     M     O

10 fevereiro 2013

Entrevados mentais usam remédio de restauração do fígado para enganar bafômetro - Vídeo

Metadoxil é um remédio cujo princípio ativo é o Pidolato de piridoxina (metadoxina), que é o resultado da reação entre as moléculas de piridoxina (vit. B6) e do ácido carboxílico pirrolidona,(carboxilato pirrolidona ou piroglutamato). Sua principal função é a restauração do fígado debilitado pelo excesso de bebida, geralmente os remédios tinham a função apenas de proteger o fígado, esse tem de reparar. Segundo site do Ministério da Justiça, a droga é indicada para o tratamento de alterações hepáticas provocadas pela intoxicação alcoólica crônica, como fígado gorduroso e hepatite alcoólica. Além disso, promete ser de grande ajuda no tratamento terapêutico.

MAS VEJAM COMO O MEDICAMENTO ESTÁ SENDO USADO E O RISCO EM QUE ESSAS PESSOAS ESTÃO COLOCANDO A SAÚDE. 
O estoque de Metadoxil está baixo nas farmácias em Belo Horizonte. O medicamento, indicado para o tratamento do alcoolismo, tem sido usado por pessoas que tentam burlar a Lei Seca. Por sintetizar mais rápido o álcool no organismo, alguns usuários acreditam que não serão pegos no bafômetro.
Médicos garantem que os efeitos colaterais não são conhecidos e que não há garantia de que o usuário consiga reduzir o nível de álcool no sangue a ponto de passar no teste do bafômetro. Além disso, o hálito e o andar cambaleante podem ser evidências atestadas por um policial para configurar o crime de trânsito.
Veja o absurdo no vídeo abaixo : 



E  ACHA  QUE  É  MALANDRO  !!!!!!!!!!!!!!


09 fevereiro 2013

Jovens abusam do consumo de álcool em carnaval - Vídeo

Jovens abusam do consumo de álcool, brigas e namoro em Carnaval fora de época em SP
A festa, conhecida como Carnafacul, reuniu cerca de 40 mil jovens no sambódromo do Anhembi  na zona norte de São Paulo. Muitos jovens passaram mal e acabaram caídos nas calçadas. Alguns foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros.



NÃO  SEJA  BURRO !



08 fevereiro 2013

Dependência do álcool é mais fatal que o cigarro

fonte : R7


29/1/2013 às 08h09 

Dependência do álcool é mais fatal do que a do cigarro

Taxa de mortalidade entre mulheres dependentes foi 4,6 vezes maior do que as que não tem a doença
Além de diminuir o tempo de vida em 20 anos, a dependência do álcool é mais fatal do que a do fumo, principalmente em se tratando do sexo feminino. Pesquisadores alemãs realizaram um longo estudo que durou 14 anos, cujos resultados foram publicados no jornal "Alcoholism: Clinical & Experimental Research".
Os resultados mostraram que a taxa de mortalidade entre mulheres dependentes foi 4,6 vezes maior do que as que não possuem o vício. Participaram da pesquisa 4.070 pessoas com idades entre 18 e 64 anos, sendo que 153 foram identificados como dependentes do álcool. Destes, 149, sendo 119 homens e 30 mulheres, foram acompanhados durante 14 anos.
A idade média de morte entre os dependentes do álcool era de 60 para as mulheres e 58 para homens, 20 anos a menos que a idade média de morte entre a população em geral. E um dado significativo revelado na pesquisa é que não foi identificada pelos pesquisadores uma maior sobrevida a quem se submeteu a doença para se livrar do vício.