29 maio 2013

Doenças relacionadas ao alcoolismo

Saiba as doenças relacionadas ao consumo de álcool

Há quem diga que beber não faz mal. Muitos até tentam justificar bebedeiras dizendo ser algo benéfico para a saúde. Entretanto, tanto o abuso do álcool (quando se toma cinco doses em um curto período de tempo), quanto o alcoolismo (pessoa dependente de álcool), pode acarretar diversos problemas de saúde.
No abuso do álcool, algumas consequências são rápidas, como perda de coordenação motora, sonolência, fala arrastada, falhas na memória, irritações no estômago e sobrecarga nos rins e fígado ao fazê-los trabalhar mais para conseguir processar a bebida.
Já no alcoolismo, as consequências são ainda mais sérias. Existem vários males relacionados à bebida, entre as principais estão doenças como hepatite alcoólica, cirrose, câncer, cardiopatias, infarto, AVC Isquêmico, gastrite, úlcera, diabetes, desnutrição, entre outras. E, mesmo assim, muitos alcoolistas só buscam tratamento para a dependência após ser constatado doenças relacionadas ao álcool.
O alcoolismo é uma doença crônica, ou seja, não há cura. Porém, há tratamento. Se você conhece uma pessoa que esteja sofrendo pela dependência do álcool, procure ajuda profissional.


27 maio 2013

Álcool e volante não combinam mesmo ! Vídeos


Motorista bêbado bate em barranco na BR-467
Homem confirmou que havia consumido bebida alcoólica e se submeteu ao teste de bafômetro...



Clio despenca da BR-467 e motorista é preso por embriaguez
Carro “voou” cerca de sete metros e só parou ao bater em uma árvore. Mulher se feriu... 




Motorista com sinal de embriaguez invade posto em MG
Um motorista com sinais de embriaguez perdeu o controle do veículo e invadiu um posto de combustíveis, em Belo Horizonte. O carro começou a pegar fogo e, por pouco, não houve uma tragédia.




Motorista com sinal de embriaguez mata mãe e filha em São Paulo
Um motorista em alta velocidade e com sinais de embriaguez matou mãe e filha atropeladas em São Paulo.




Motorista embriagado mata casal e fere filho de 12 anos
Motorista embriagado mata casal e fere filho de 12 anos




Motorista embriagado atropela três e uma jovem morre em São Paulo
Um motorista embriagado invadiu uma calçada na zona sul da capital paulista. Ele atropelou três pessoas. Uma jovem de 19 anos morreu.








25 maio 2013

Demi Lovato vive em instituição por medo de recaída

fonte : UOL entretenimentos Celebridades
em 2013

Depois de sofrer com problemas de anorexia e alcoolismo, a cantora Demi Lovato está tentando se manter sóbria e saudável vivendo em uma clínica, de acordo com informação da revista "People".
Uma fonte informou à revista que ela "está indo passo a passo para ter certeza que está saudável" e que "ela é muito esperta". A cantora estaria morando em um espaço de reabilitação para não ter recaídas, mesmo durante sua participação no programa "X-Factor". O espaço é chamado de Sober Living House, em Los Angeles, e atende pessoas com dificuldades de largar a bebida. 
Após sair de uma clínica em novembro de 2010, a cantora deu uma entrevista à "People".  "É uma luta que eu provavelmente vou ter que lidar pelo resto da minha vida. Mas tenho muita vida para viver. E não quero desperdiçá-la."



22 maio 2013

Você sabe o que é " Craving " Resumo


C        R        A        V        I        N        G

O craving é a dependência psicológica propriamente dita.

O craving pode ser definido como um desejo irreprimível, intrusivo e intenso pelo consumo do álcool. Na literatura, têm sido introduzidos vários modelos explicativos e instrumentos de avaliação deste conceito. O estudo tem como objectivo avaliar as características psicométricas de dois questionários de avaliação do craving (Escala Obsessivo-compulsiva de Yale-Brown para Bebedores Excessivos e a Escala de Craving pelo Álcool de Penn), numa população dependente do álcool em regime de tratamento em ambulatório e averiguar comparativamente os níveis de craving da amostra. O estudo da fiabilidade, da constituição factorial e dos coeficientes de correlação das escalas com medidas análogas, revelaram boas qualidades psicométricas e corroboram a validade convergente. A análise comparativa verificou que os PACIENTES  DEPENDENTES DO ÁLCOOL  classificados como “Cravers” apresentaram significativamente maiores níveis de depressão, ansiedade e agressividade reforçando a componente cognitiva do craving enquanto elemento induzido por afectos negativos – craving negativo.


OU PEDE AJUDA OU A RECAÍDA SERÁ INEVITÁVEL !!!



18 maio 2013

Bebê nasce bêbado na Polônia

                                                        foto meramente ilustrativa
fonte : O Globo Blogs


Bebê nasce bêbado na Polônia

Uma mulher está em apuros após dar à luz em Tomaszow (Polônia). Tudo porque o bebê nasceu bêbado, de acordo com reportagem do "Daily Mirror". 

A polonesa de 24 anos foi levada ao hospital depois de uma noite de bebedeira. Lá, médicos fizeram uma cesariana de emergência. 

"Quando o bebê nasceu, o seu coração batia muito pouco e ele tinha 4,5g de álcool no sangue", disse um porta-voz do hospital. 

O limite de álcool no sangue para não ser enquadrado pela "lei seca" na Polônia é 0,2g. Ou seja, o bebê tinha quase 23 vezes mais álcool na corrente sanguínea que o permitido

O bebê, que nasceu prematuro, está se recuperando em uma incubadora. 

A polícia deve indiciar a mãe por colocar em risco a vida de recém-nascido.




SEJA responsável ou EVITE ter filhos !!!

Definitivamente acredito estar "bêbado" Cachaça Oficial com escudos de clubes


Vende-se a imagem de que apenas com a soma destes elementos seria assegurado o resultado almejado em uma festa, ou seja, a garantia de diversão. É como se, onde houvesse festas e comemorações de título fosse obrigatória a presença das bebidas alcoólicas.

       Em uma reunião técnica promovida pela OMS (Organização Mundial de Saúde) em Valência, Espanha, de 7 a 9 de Maio último, que dedicou-se a analisar a situação do marketing e promoção de bebidas alcoólicas aos jovens, estiveram reunidas 50 pessoas de 22 países, entre especialistas em marketing, saúde pública e comunitária, jovens dedicados à prevenção de abuso de substâncias e outros.
            Técnicos presentes nesse encontro produziram e apresentaram à imprensa em Valência uma declaração que fornece recomendações à OMS sobre a situação global da propaganda de álcool e ações a serem tomadas. Segundo esse documento, jovens no mundo todo vivem em ambientes que caracterizam-se por esforços agressivos e intensos para encorajar não só que eles iniciem o beber, mas também que bebam pesadamente. A propaganda de álcool vinculante no Brasil confirma plenamente a afirmação acima citada, evidente no uso praticamente exclusivo de modelos jovens para vender seus produtos ou ainda no desenvolvimento de novos produtos alcoólicos voltados especificamente ao público jovem, como por exemplo A CACHAÇA CORINTHIANS produto licenciado pela empresa Seleta.
Ainda segundo esse mesmo documento, exemplos do mundo inteiro mostraram que, cada vez mais, a indústria do álcool utiliza-se da associação de seus produtos com eventos esportivos, musicais e culturais, entre outros, para apresentar as bebidas alcoólicas como uma parte normal e integral das vidas e da cultura dos jovens. E o fato é que as pesquisas apontam que os jovens tendem a responder a esse marketing agressivo em um nível emocional, mudando suas crenças e expectativas em relação ao beber. A exposição e a apreciação que os jovens desenvolvem pelas propagandas do álcool predizem um beber mais freqüente e pesado por eles. O marketing contribuem para os jovens superestimarem a prevalência do beber pesado e freqüente por seus pares e cria um clima que aumenta ainda mais o consumo de álcool pelos jovens.
Porém, mais preocupante é a hipocrisia de um marketing que usa símbolos nacionais como Corinthians que tem uma das maiores torcidas do Brasil para promover a venda de álcool. 

Será que, baseando-se no art. 67 do nosso Código de Proteção e Defesa do Consumidor, que classifica como infração penal fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser enganosa ou abusiva não caberia uma apenação às indústrias de bebidas alcoólicas?
            A maior parte de nossos juristas acha que não; estes não classificam as propagandas de bebidas alcoólicas como sendo enganosas ou abusivas, consideram-nas "apenas" indutivas.
            Ora, sendo estas indutivas, cabe à tais casos a aplicação do art. 37 deste mesmo Código de Proteção e Defesa do Consumidor, que diz que é proibida toda publicidade enganosa ou abusiva, e salienta, no § 2º, que é abusiva, dentre outras, a publicidade discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança.

É DO CONHECIMENTO DE TODOS OS DANOS CAUSADOS PELO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS 




Segundo dados, 18 em cada 100 brasileiros adultos são dependentes de álcool, o hábito de beber entre crianças e adolescentes é cada vez maior, 75% dos acidentes fatais de trânsito são associados ao uso excessivo de álcool (em torno de 29 mil mortes por ano) e cerca de 40% das ocorrências policiais relacionam-se ao abuso de álcool.
            Se não bastassem estes alarmantes números, o que dizer da agressão à saúde do indivíduo, acarretando problemas neurológicos (como demência alcoólica, derrame cerebral, traumas cranioencefálicos, distúrbios neuropsiquiátricos, abstinência alcoólica com mortalidade de até 30% e coma hepático); pancreatite, cirrose, gastrite, úlcera péptica, hipertensão arterial, arritmias cardíacas, miocardiopatia alcoólica, infarto do miocárdio, desnutrição, infecções como meningites, pneumonias, abscessos pulmonares, peritonites; e câncer do trato respiratório e gastrointestinal, patologias essas que fazem parte do dia a dia dos médicos que trabalham em Pronto Socorro, e que acarretam um aumento da mortalidade geral de quatro vezes, e um gasto extraordinário em internações decorrentes do uso abusivo de álcool, segundo o Ministério da Saúde R$ 310 milhões nos últimos três anos.
            A indústria do álcool e da propaganda desempenha um papel  irresponsável no Brasil, pois, ao associar as bebidas alcoólicas exclusivamente a momentos gloriosos, e a ser brasileiro e corintiano cria um clima normatizador. Devem ser tomadas providências para lidar com esse grave problema de saúde pública. Mais um fato que nós poderíamos usar se a hipocrisia da imprensa ajudassem seria apresentar dados que relacionem bebidas e acidentes fatais no trânsito, mas o fato é que quem tem o poder de  para fazê-lo não faz por motivos óbvios, pois quem manda no país são as poderosas industrias de bebidas alcoólicas. 







Alcoolismo : A que ponto chegamos !

fonte : Visão Ampla

Por Leonardo Sakamoto, doutor em Ciência Política

Um lobby de deputados federais está pressionando por mudanças no projeto de lei 7663, de autoria do deputado Osmar Terra (PMDB-RS), considerado por muitos especialistas em psicoativos como um tremendo retrocesso na política sobre drogas por punir ainda mais o consumidor e gerar um clima de medo. Mas não é um lobby para vetar o projeto ou torná-lo mais coerente com uma sociedade que respeite as liberdades individuais de seus cidadãos, mas sim para excluir dele a proposta de inserir nos rótulos de bebidas a informação de que o consumo excessivo de álcool pode causar danos à saúde, como ocorre hoje com o tabaco industrializado.

Sobre isso, conversei com o antropólogo Mauricio Fiore, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP), autor de diversos trabalhos sobre uso de substâncias psicoativas e um dos maiores especialistas brasileiros no tema.

O que está mais associado a danos sociais e familiares: o álcool ou a maconha?

Sob diversos pontos de vista, o consumo de álcool.

O que está mais associado a danos ao organismo: o álcool ou a maconha?
Essa é uma questão mais complexa, com decisivas variações individuais. Mas, de forma geral, o álcool está associado a um número maior de doenças e, além disso, a danos causados indiretamente, como atos violentos e acidentes de carro.

O que está mais associado a danos às contas públicas por conta dos gastos com atendimento médico: o álcool ou a maconha?
Álcool, sem dúvida.

Por que, então, há um pesado lobby de parlamentares em curso para retirar retirar a obrigação de incluir nos rótulos de bebidas alcoólicas advertências sobre os problemas à saúde causados por elas?
Com certeza, isso passa pelo lobby da indústria do álcool e seus ganhadores indiretos, como o mercado publicitário. Dessa forma, nos afastamos da possibilidade de pensar uma legislação e políticas públicas que abarquem, a partir de diversas evidências, todas as drogas psicoativas. Continuamos tratando o álcool como se não fosse uma delas. Afinal, droga é aquilo que o outro usa.

O Brasil caminha na contramão do mundo com o projeto de lei que aumenta a punição a usuários de psicoativos?
Sem dúvida. No Congresso Internacional sobre Drogas, que aconteceu em Brasília no início de maio, os convidados internacionais, entre eles o ex-presidente colombiano Cesar Gaviria, ressaltaram como o Brasil, caso aprovado o Projeto de Lei 7663, estará na vanguarda do retrocesso em política de drogas. Os dois principais pontos do PL, o aumento de penas para os crimes relacionados às drogas ilícitas e a facilitação da internação contra a vontade, vão na contramão de tudo que os países mais democráticos têm feito. Além disso, drena recursos da saúde pública para privilegiar a internação – o modo mais radical de tratamento – em comunidades terapêuticas privadas, cuja qualidade, a eficácia e, principalmente, a laicidade, são muito questionáveis.

NÃO ACREDITA? VAI LÁ!
http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/05/15/alcool-nao-e-droga-afinal-droga-e-aquilo-que-o-outro-usa/





Índios usam benefícios para comprar bebidas alcoólicas - Vídeo

Índios usam benefícios para comprar bebidas alcoólicas
Com apenas um médico para atender três mil pessoas, índios de uma reserva no norte do Tocantins dependem de programas sociais para sobreviver. Entretanto, muitos usam o dinheiro para comprar bebida alcoólica. 






16 maio 2013

Álcool x Sistema Nervoso


Álcool x sistema nervoso: entenda os danos que a substância causa

Descubra os motivos que tornam o álcool um dos principais inimigos do sistema nervoso

Falta de coordenação motora, euforia, falta de atenção, lapsos de memória e pensamentos incoerentessão alguns dos sinais mais comuns que indicam que vocêexagerou na dose. Fique atenta, pois o consumo de álcool pode gerar danos à saúde de forma direta e indireta: “O uso abusivo de álcool está relacionado atraumas, acidentes, agressões, coma alcoólico, hepatite aguda e arritmias. Também afeta diversos órgãos e principalmente o sistema nervoso, fígado, pâncreas e músculos”, destaca Antonio Beuttenmuller Gonçalves Silva, neurologista do Hospital São Camilo (SP).
Conversamos com especialistas no assunto para tirar as dúvidas mais frequentes sobre os aspectos que envolvem o álcool e seu impacto no sistema nervoso. Confira:

Todo mundo sabe que o álcool faz mal para o fígado, mas... E para o cérebro?

 O consumo de álcool em excesso gera uma série de alterações agudas e crônicas nosistema nervoso. O cérebro sofre, assim como os nervos periféricos. “A substância traz comprometimento agudo e imediato da função de algumas regiões e, com o passar dos anos, gera alterações estruturais irreversíveis podendo levar a problemas como demência eneuropatia periférica”, explica o neurologista Leandro Teles (SP).

Por que quando bebemos ficamos confusos e sem coordenação motora?

“O álcool é solúvel em água e rapidamente absorvido no estômago e intestino. Inicialmente causa liberação de opióides endógenos, causando euforia. Posteriormente, ativa receptores inibitórios GABA e inibe receptores excitatórios glutamato, causando efeitos sedativos, ansiolíticos,  falta de coordenação e distúrbios cognitivos”, conta Antonio Beuttenmuller.

Como o álcool destrói os neurônios e suas conexões?

álcool age negativamente no sistema nervoso por diversas vias.  Primeiro, há uma toxicidade direta da substância aocorpo do neurônio e ao seu prolongamento (axônio). O álcool em excesso destrói diretamente células, conexões e redes inteiras. “O cérebro de quem bebe demaisenvelhece precocemente e pode ficar atrofiado. Além do efeito direto, quem bebe está mais sujeito atraumas na região da cabeça e a carência de algumas vitaminas fundamentais para o bom funcionamento do cérebro, como a vitamina B1 (tiamina), vitamina B3 (niacina), B6 (piridoxina) e principalmente a vitamina B12 (cianocobalamina)”, afirma Leandro Teles.

Quem bebe com frequência e para de uma vez pode ter problemas neurológicos?

álcool vicia psíquica e fisicamente. Isso significa dizer que a pessoa necessita cada vez mais da substância para ter tranquilidade e sentir-se próximo do seu normal. “Quando umalcoólatra suspende o uso do álcool, surgem os sintomas de abstinênciairritabilidade, taquicardia, pressão alta, excitação psíquica, confusão mental e até alucinações. Neste momento, é fundamental a intervenção médica para preservar a saúde da pessoa e ajudá-la na transição para a cessação do etilismo”, acredita Leandro Teles.
O sistema nervoso é um dos mais afetados pelo uso abusivo
do álcool



08 maio 2013

Recaída e síndrome de abstinência


Recaída e síndrome de abstinência

1 SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA

Síndrome abstinência aguda -SAA sintomas físicos/psicológicos/sociais provocados pela falta da droga, ocorre de 3 a 10 dias do último uso.

Síndrome abstinência demorada - SAD sintomas baseados na sobriedade, ocorre em meses ou anos: - mente confusa, problema de memória, reação emocional exagerada ou apatia, distúrbio do sono ou alteração, problemas de coordenação motora, sensibilidade ao stress.


A severidade da SAD depende da disfunçãocerebral e da quantidade de stress experimentado. Os danos causados são reversíveis se houver tratamento adequado. A SAD é que torna a presença da disfunção cerebral, exemplo de 75 a 95% em alcoólatras. Pesquisas recente mostram que os sintomas da SAD estão ligados aos danos causados ao cérebro, devido ao abuso de drogas e podem causar a recaída em muitos casos.

2 EQUAÇÃO DAS DROGAS E DOS COMPORTAMENTOS:

DOR mais DROGA OU COMPORTAMENTO COMPULSIVO é igual a ALIVIO IMEDIATO mais DOR FUTURA

2-1 comportamentos compulsivos

A recuperação parcial começa quando o DQ depara com uma tarefa, acha que não vai conseguir realizar [ponto de bloqueio] a conseqüência é de uma sobriedade com baixa qualidade. Em vez de procurar ajuda, começa a negar o problema. A negação bloqueia a percepção de que algo está errado. O bloqueio produz stress e a negação aumenta o stress. Aumentando o stress desenvolve-se os sintomas da SAD e começa a piorar. Quando o stress aumenta a pessoa sente-se compelida a fazer algo para aliviar a ansiedade e a compulsão. Adotando comportamentos compulsivos que temporariamente aliviam o stress.
Tarefa + bloqueio = stress + negação = stress aumentado + ansiedade = comportamento compulsivo.
Comportamentos que produzem problema a longo prazo em troca do alívio imediato/momentâneo. São ações que produzem intensa excitação/liberação, seguidos pôr dor e desconfortos duradouros. Tem em comum com as drogas, o fato de produzir os efeitos e as desejadas mudanças de humor positivo no dependente que as procuram; e são os seguintes comportamentos:
- comportamentos internos - pensar, imaginar, sentir
- comportamentos externos - trabalhar, jogar, sexo, comprar e etc.
O desenvolvimento dos comportamentos aditivos acontece na tentativa de compensar a ausência das drogas. Exemplo - trocar droga pôr sexo ou pôr comida ou pôr trabalho.O processo de recaída significa a substituição de uma droga pela outra droga ou pôr um comportamento compulsivo.Quando uma droga ou comportamento compulsivo não mais satisfaz o DQ, ele volta a usar sua droga de escolha.

2-2 o papel das drogas substutivas na recaída

Uma vez que a pessoa se torna dependente a um tipo de droga, existe uma tendência para transferir esta dependência para outras drogas alteradoras do humor, principalmente se esta droga é similar a droga original, este processo se chama dependência cruzada.

- O papel do açúcarTestes de tolerância de 5 hs de glicose mostram que 95% dos alcoólicos experimentaram um aumento do nível de açúcar no sangue, depois da ingestão de açúcar, seguida de um rápido mergulho, ou seja, a queima ocorreu rapidamente. Se o nível de açúcar não for controlado, os alcoólicos sofrerão sintomas crônicos como depressão, irritabilidade, angústia, fadiga, insônia, dores de cabeça e confusão mental. Nível de açúcar no sangue causa o desejo imperioso do álcool e de doces para aumentar o nível e aliviar as dores, ou seja, melhorar os sintomas. Os alcoólicos precisam aprender a controlar a sua ingestão de açúcar [carboidratos refinados] e deve ser evitada com rigor a pastelaria, sobremesas e doces.
- o papel das outras drogas
Mudar de uma droga para outra não é recuperação total.Se o DQ acha que pode usar com segurança grandes quantidades de nicotina, cafeína, fumar maconha, pílula e "desde que não seja droga pesada" corre o grande risco de desenvolver uma segunda drogadição/dependência. A medida em que se tornou conhecida à relação entre o uso da cafeína/ nicotina/refrigerantes versus a recaída, expandiu-se o conceito de drogas alteradoras de humor. Produtos que eram considerados sem perigo para a recuperação, levam a ativação do processo de recaída e a pessoa começa a perder o controle. Neste ponto reativa o programa de recuperação e a vida é estabilizada/recupera-se até deparar ou encontrar um bloqueio novamente. Essa pessoa pode ficar presa nesta estrutura/processo de recuperação parcial pôr toda a vida, que é a equação das drogas/comportamentos :
DOR mais DROGA OU COMPORTAMENTO COMPULSIVO igual ALÍVIO IMEDIATO mais DOR FUTURA

3- RECAÍDA

Após aparente recuperação retorna ao estado anterior de doença ou mal viver. Na dependência que é uma doença crônica/incurável o perigo de recair está sempre presente. O custo da recaída é alto, muitos recaídos podem morrer.

3-1 mitos da recaída

- recair é voltar a beber ou usar droga
- recaída acontece de repente e sem sinais e sintomas de aviso
- recaída acontece porque a pessoa precisa sofrer mais, precisa chegar ao fundo do poço
- recaída acontece porque a pessoa é constitucionalmente incapaz de recuperar-se
- existe um erro grande em que a pessoa está recuperada/sarada por dependência química, quando parar de beber/usar e/ou sair do tratamento
- dependente ou familiar tem facilidade em esconder e/ou eliminar o lado ruim da drogadição e somente lembrar do lado bom, e vai agir "eu sou normal, posso usar" ·

3-2 fases com os sintomas/sinais

- completaram um tratamento/programa de reabilitação de 30/60 dias
- reconheceram que são pessoas em recuperação e que não podem usar álcool e outras drogas
- conscientes que precisam participar de AA/NA e aconselhamento profissional
- voltam a usar o químico apesar de seu compromisso de permanecer sóbrio.

1a fase disfunção interna:

não consegue funcionar normalmente, os sintomas:
- dificuldade em pensar com clareza, em lidar com sentimentos/emoções, em lembrar das coisas, em lidar com stress, dificuldade para dormir, dificuldade de coordenação motora e acidentes, vergonha, culpa e desespero

2a fase retorno à negação:

incapaz de reconhecer e conversar honestamente com os outros do que está pensando e sentindo, os sintomas:
- apreensão sobre seu bem estar, negação da preocupação

3a fase impedimento e comportamento defensivo:

não quer pensar sobre o que causa desconforto e dor e evita tudo o que o leve a olhar para consigo, os sintomas:
-acreditando que nunca mais vai beber, preocupação com os outros, em vez consigo, ficar na defensiva, comportamento compulsivo, comportamento impulsivo, tendência à solidão/isolamento

4a fase construindo a crise:

aumentam os problemas causados pela negação/negligência/isolamento ao programa de recuperação, os sintomas:
- visão de túnel, depressão. Primeira perda dos planos realistas de vida, planos começa a fracassar

5a fase imobilização:

incapaz de agir, controlado pela vida, em vez de controla-la, sintomas:
- devaneios inúteis e ansiedade, sentimentos que nada pode ser resolvido, desejo imaturo de ser feliz .

6a fase confusão e reação exagerada:

-perturbados e irritados, os sintomas:
- períodos de confusão, irritação com os amigos, irritação com facilidade

7a fase depressão:

deprimido, sem condições de manter a rotina normal, os sintomas:
- hábitos irregulares de alimentação, sem condições de agir, hábitos irregulares de dormir, perda progressiva da estrutura diária, períodos de profunda depressão primária

8a fase perda de controle do comportamento:

incapaz de controlar ou regular o comportamento pessoal e a rotina diária, os sintomas:
- participação irregular no tratamento, desenvolver uma atitude de não me importo, rejeição total de ajuda, insatisfação com a vida, sentimentos de impotência e desespero.

9a fase reconhecimento da perda de controle:

quebram a negação, os sintomas:
- autopiedade, pensamento de beber socialmente, mentiras conscientes, perda completa do poder de lidar com a vida.

10a fase reduções de opções:

preso na dor e na incapacidade de lidar com a vida, os sintomas:
- ressentimentos sem razão, interrompe todo o tratamento e freqüência em AA/NA, vencido pela solidão, frustração, raiva e tensão, perda do controle do comportamento. 11a fase volta ao uso com colapso físico ou emocional, os sintomas:
- começa a usar controlado, vergonha/culpa: fiz algo de errado, sou uma pessoa defeituosa, perda do controle, problemas com a vida e a saúde.




03 maio 2013

Consumo excessivo de álcool na faculdade pode causar doenças cardíacas


Consumo excessivo e frequente de álcool na faculdade pode causar doenças cardíacas

jovens-bebida
O consumo frequente e em excesso de bebidas na época da faculdade pode causar mudanças imediatas na circulação que aumentam o risco de desenvolver doença cardiovascular mais tarde na vida, de acordo com pesquisa publicada no Journal of American College of Cardiology.
A pesquisa revela que bebedores compulsivos tinham comprometimento da função dos dois principais tipos de células (endotélio e músculo liso) que controlam o fluxo de sangue.
“Bebedeira regular é um dos mais graves problemas de saúde pública enfrentados nos campus universitários. Esse hábito é neurotóxico e nossos dados confirmam que pode haver consequências cardiovasculares graves em jovens adultos”, afirma o autor sênior Shane A. Phillips, da Universidade de Illinois, em Chicago.
Estudantes universitários com idades entre 18 e 25 anos têm as maiores taxas de episódios de bebedeira, com mais da metade se envolvendo no consumo excessivo de bebidas regularmente.
Estudos anteriores descobriram que consumo excessivo entre adultos em idades de 40 a 60 anos está associado com aumento do risco de acidente vascular cerebral, morte súbita cardíaca e ataque cardíaco, mas o efeito sobre os adultos mais jovens não foi estudado.
Os pesquisadores analisaram dois grupos de estudantes universitários não fumantes saudáveis: um que tinha um histórico de bebedeiras e outro que se abstiveram de álcool.
A bebedeira foi definida como consumo de cinco ou mais bebidas de tamanho padrão, em um período de duas horas para homens e quatro ou mais bebidas de tamanho padrão em um período de duas horas para o sexo feminino.
Em média, os alunos que consumiam bebidas em excesso fizeram isso seis vezes por mês a cada mês ao longo de quatro anos. Abstêmios foram definidos como não tendo consumido mais de cinco bebidas no ano anterior.
Os alunos também foram questionados sobre sua história médica, dieta, histórico de abuso de álcool na família e frequência de consumo excessivo de álcool.
Os resultados mostraram que os bebedores compulsivos tinham comprometimento da função dos dois principais tipos de células (endotélio e músculo liso) que controlam o fluxo de sangue. Estas alterações vasculares foram equivalentes a deficiência encontrada em indivíduos com histórico de consumo pesado diário de álcool e pode ser um precursor para o desenvolvimento de aterosclerose, ou endurecimento das artérias, e outras doenças cardiovasculares, como ataques cardíacos e derrames.
Bebedores em excesso não tiveram aumento da pressão arterial ou colesterol, que são fatores de risco bem estabelecidos para doença cardíaca, no entanto, tanto a pressão arterial elevada quanto o colesterol causam alterações na função vascular semelhante às que os alunos demonstraram.
“É importante que os jovens entendam que o consumo excessivo é uma forma extrema de bebedeira e está associada com consequências sociais e médicas graves”, afirma a coautora Mariann Piano.
De acordo com os investigadores, mais estudos são necessários para determinar se o dano causado pelo consumo excessivo de álcool na vida adulta pode ser revertido antes do aparecimento da doença cardiovascular e para determinar o prazo de início da doença.
Fonte: Isaúde