29 dezembro 2013

Acidentes de trânsito causados por consumo de álcool - vídeo


Confira acidentes de trânsito causados por consumo de álcool em 2013
Ao longo de 2013, vários acidentes de trânsito foram registrados pelas câmeras da Secretaria de Defesa Social (SDS) e da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) que estão espalhadas pelas avenidas do Recife.







28 dezembro 2013

Por que não colocar fotos de acidentes em latinhas de cerveja ?



"Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também: de gente obesa em pacotes de batata frita, de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas, de gente sem teto nas contas de água e luz, e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos



Cai no esquecimento lei que proíbe venda de bebidas alcoólicas as margens das rodovias - Vídeo


Lei que proíbe venda de álcool às margens de rodovias cai no esquecimento

No Ceará, a Lei Federal que proíbe a venda e o consumo de bebidas alcoólicas às margens das rodovias parece que caiu no esquecimento. A equipe do Jornal Jangadeiro flagrou várias irregularidades. Confira na reportagem de Danielle Campos e Dário Rocha:





27 dezembro 2013

Alcoolismo e inflamações exageradas

fonte : Agência Iberoamericana pata La Difusión De Lá Ciência Y La Tecnologia 

Alcoolismo está relacionado com inflamação exagerada em infecções

Hospital Universitário de Salamanca estuda a resposta imunológica dos pacientes, além da predisposição genética ao vício e patologias associadas
José Pichel Andrés/DICYT Os alcoólatras crônicos produzem mais citocinas inflamatórias que fazem com que, no caso de infecção, a resposta inflamatória do sistema imunológico seja exagerada e, portanto, atue contra o organismo. Pesquisadores do Hospital Universitário de Salamanca realizaram esta descoberta depois de anos trabalhando com a resposta imunológica nos pacientes que sofrem alcoolismo. Ademais, têm outra linha de pesquisa relacionada com a genética e o álcool que, por sua vez, relaciona-se com a resposta inflamatória.

Javia Laso Guzmán, chefe do serviço de Medicina Interna do Hospital Universitário de Salamanca, lidera um dos grupos de pesquisa clínica mais ativos da Espanha nesta linha. “Estudamos o comportamento de substâncias que intervêm na resposta do indivíduo diante da agressão infecciosa chamadas citocinas, substâncias que mediam a comunicação entre as células e têm um papel importante na inflamação derivada de traumatismos ou infecções, mas que até o momento não tinham sido relacionadas com o consumo de álcool”, assegura em declarações a DiCYT.

Uma das citocinas mais importantes na inflamação é a TNF alfa, mas Laso focou-se nas interleucinas (IL). Algumas, como as IL-1, IL-2 ou IL-6 são importantes na inflamação, enquanto outras são antiinflamatórias, como a IL-10.

Essas citocinas foram identificadas nas células que as produzem, em colaboração com o Serviço de Citometria da Plataforma Nucleus da Universidade de Salamanca. “Realizamos publicações sobre o comportamento destas citocinas, tanto em pacientes com patologia hepática, quanto nos que apenas possuem o vício”, indica.

Um fato já aceito é que o alcoólatra crônico tem menos defesas ante infecções, mas agora este grupo de pesquisa demonstrou que quando as infecções são produzidas, o doente desenvolve uma resposta antiinflamatória desproporcional.

“Nossa colaboração indica que os alcoólatras crônicos têm maior propensão a infecções, como já era sabido, mas que também têm uma resposta inflamatória exagerada ante estas”, resume.

Essa resposta inflamatória exagerada tem em parte causas genéticas, porque nem todos os doentes reagem da mesma maneira, ainda que bebam a mesma quantidade. Neste sentido, os genes também podem predispor um indivíduo a sofrer o vicio ou às patologias a ele associadas. “Não há um gene do alcoolismo, há um conjunto de genes que predispõem o indivíduo a sofrê-lo, em combinação com o ambiente social”, afirma Laso.

Genes da cirrose

“Temos amostras de DNA de doentes com dependência alcoólica, abuso de álcool e hepatopatia (o álcool pode produzir cirrose, hepatite alcoólica ou somente depósitos de gordura), mas apenas 30% dos que bebem muito álcool desenvolvem cirrose, de modo que queremos saber quais genes intervêm no desenvolvimento da patologia”, explica.

Alguns deles estão relacionados com as citocinas, já que estas substâncias produzem inflamação e “a inflamação no fígado é a ante-sala da cirrose”. Ademais, este grupo foi pioneiro em descobrir que o gene que codifica a TNF alfa “é um dos mais envolvidos na predisposição a que, com a mesma quantidade de álcool, desenvolva-se cirrose.”

Para a pesquisa é necessário ter um grupo de controle com população geral e um grupo de alcoólatras, por serem estudos de associação, ou seja, que os cientistas unam o fato de que um grupo de pessoas sofra uma patologia e o fato de que tenham uma alteração genética diferente do resto.

Quanto ao vício, o grupo de Laso também estudo os genes que interferem nos sistemas neurotransmissores, no sistema opióide, no canabinoide e no dopaminérgico. “Estes sistemas químicos podem variar segundo o condicionamento genético”, indica. “Alguns genes que codificam as substâncias que intervêm na dependência estão relacionados com a época em que se desenvolvem ou não”, comprovaram. Ademais, alguns dados indicam que as citocinas, que a principio na parecem ter relação com este problema, intervêm também nos sistemas de vício.

Amigos de copo

fonte : G-1 27/12/2013

Carmen Reategui (à esq.) ligou para Nina Petracca buscá-la na delegacia, mas amiga também acabou detida e, posteriormente, um terceiro conhecido também foi preso por dirigir bêbado.

Dupla de bêbados é presa ao buscar amiga detida por dirigir embriagada


Carmen Reategui foi flagrada dirigindo bêbada em Nova Jérsei (EUA).
Amigos também foram detidos ao buscá-la de carro e embriagados.


Três americanos com idades entre 23 e 34 anos foram presos em Nova Jérsei, nos EUA, os dois amigos de uma americana flagrada dirigindo bêbada também falharam nos testes de sobriedade ao buscá-la na delegacia de polícia.
De acordo com o jornal “NJ.com”, tudo começou quando Carmen Reategui, de 34 anos, foi detida pela polícia de Readington Township por dirigir alcoolizada. Ela foi levada à delegacia e os oficiais pediram para ela chamasse uma outra pessoa para levá-la para casa.
A primeira chamada pessoa foi Nina Petracca, de 23 anos. A mulher, no entanto, estava visivelmente embriagada, e, como a jovem apareceu de carro no local, também foi presa por dirigir bêbada, além de carregar pílulas controladas sem receita.
Em seguida, a dupla entrou em contato com Ryan Hogan de, 33 anos, para que finalmente fossem liberadas pela polícia. Surpreendentemente, o americano também estava bêbado, falhou nos testes de sobriedade e foi detido por dirigir embriagado.
Finalmente, uma quarta pessoa foi chamada e se apresentou sóbria, podendo levar todos para casa. O trio deverá se apresentar ao tribunal em janeiro deste ano.

26 dezembro 2013

Entenda o caminho do álcool em seu corpo


ENTRANDO  NO  CORPO 
1 ) Ao tomar um gole, a bebida desce pelo esôfago...
2 ) ...e chega ao estômago, onde cerca de 20% das moléculas de etanol são absorvidas e entram no sangue.
3 ) O restante das moléculas de etanol passa direto para o intestino delgado, onde são absorvidas e caem na corrente sanguínea. 
4 ) Uma vez no sangue, as moléculas de etanol são transportadas para todos os tecidos do corpo, como fígado, cérebro, rins e coração. 

SAINDO  DO  CORPO 
5 ) Após absorvido pelo sangue, 10% do álcool é eliminado pelo suor, saliva, urina e pela respiração (processo que permite que a bebida seja detectada por bafômetros).
6 ) A maior parte do álcool é metabolizada pelo fígado. Isto é, as moléculas de etanol são quebradas em partes menores até serem transformadas em gás carbônico e água.
O fígado consegue processar apenas uma dose de álcool por hora (o equivalente a uma latinha de cerveja). Acima disto, o etanol continua circulando no sangue - e intoxicando o corpo - até ser completamente destruído pelo fígado. 
PROCURE AJUDA, ALCOOLISMO NÃO TEM CURA MAS TEM TRATAMENTO. 

25 dezembro 2013

Cinco passos para diminuir o consumo de álcool nas festas de fim de ano


fonte : UOL notícias

Cinco passos para reduzir o consumo de álcool nas festas de fim de ano



O consumo excessivo de álcool nas festas de fim de ano vem frequentemente acompanhado do dissabor do arrependimento.
Afinal, quem nunca fez um pedido para beber menos no ano que inicia?

A lista dos benefícios relacionados à redução do consumo de bebidas alcóolicas é extensa e vai desde dormir melhor a ter menos dores de cabeça.

Segundo os médicos, a ingestão excessiva de álcool também pode prejudicar o trabalho, a família e os relacionamentos de um indivíduo.

Com base em recomendações de especialistas, a BBC lista abaixo cinco passos para reduzir o consumo de álcool:
PENSE NO TAMANHO DE SEU COPO 

Um dos mandamentos para quem está de dieta é diminuir o tamanho do prato.

O mesmo princípio vale para quem quer reduzir a ingestão de álcool.

Uma taça grande de vinho pode conter até três unidades de álcool. A recomendação dos especialistas é escolher, invariavelmente, um copo menor.

Lembre-se também de que as doses que costumamos usar em casa são normalmente maiores do que de restaurantes ou bares.
SIGA À RISCA AS DIRETRIZES PARA INGESTÃO DE ÁLCOOL

Não tome álcool durante dois dias da semana. A escolha desses dias fica a critério de cada um, mas essa pausa é necessária, segundo os médicos, para permitir a recuperação do corpo.

As mulheres não devem beber mais de dois ou três unidades por dia (e não mais de 14 unidades por semana).

Já os homens não devem beber mais de três a quatro unidades por dia (e não mais de 21 unidades por semana).

Os corpos das mulheres reagem ao álcool de uma maneira diferente da dos homens.

As mulheres têm, em média, 10% mais gordura que os homens, o que significa menos fluídos corporais para diluir o álcool.

Isso significa que a substância percorre o corpo feminino de forma mais concentrada e causa mais danos.

Além disso, os fígados das mulheres produzem menos da substância que o corpo usa para quebrar as moléculas de álcool.

Na prática, isso significa que as mulheres não só ficam bêbadas mais rápido, como os efeitos em seus organismos perduram por mais tempo.
CONHEÇA O TEOR DE SUA BEBIDA

O teor alcoólico varia de bebida para bebida. Uma dose de uísque, por exemplo, pode ter até dez vezes mais álcool do que um copo de cerveja tradicional.

Portanto, pense em quantas unidades de álcool você está ingerindo e não se esqueça de contar as doses.
SEMPRE FAÇA UMA BOA REFEIÇÃO ANTES DE COMEÇAR A BEBER, OU SABOREIE APERITIVOS ENQUANTO ESTIVER INGERINDO ÁLCOOL 

A dica passa de geração em geração. Quem nunca recebeu o conselho acima dos pais ou dos avós?

A recomendação faz sentido, pois a comida ajuda a diminuir os efeitos do álcool no corpo.
SAIBA A HORA DE PARAR 

Se você não estiver pronto para outro drink, saiba a hora de parar. Nunca é demais pedir um refrigerante ou um copo d'água para recarregar as energias.

Isso ajudará a cortar o número de unidades de álcool que você ingerir e, claro, evitar a tão temida ressaca.


22 dezembro 2013

Família é essencial no tratamento do alcoolismo

fonte : Minha Vida 


Papel da família é essencial no tratamento do alcoolismo

Os parentes estão envolvidos desde a adesão ao tratamento até a superação das dificuldades

 A dependência alcoólica geralmente representa um impacto profundo em diversos aspectos da vida do indivíduo e também daqueles que estão ao seu redor. Devido à complexidade da doença, é interessante que os programas de tratamento sejam multidisciplinares para atender às diversas necessidades do paciente, como aspectos sociais, psicológicos, profissionais e até jurídicos, conforme demonstrado em diversos estudos, sendo mais eficaz na alteração dos padrões de comportamentos que o levam ao uso da substância, assim como seus processos cognitivos e funcionamento social.
Antes de iniciar o tratamento, é necessária uma avaliação do paciente, procedimento que pode envolver diversos profissionais da saúde, como médicos clínicos e psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, educadores físicos, assistentes sociais e enfermeiros. Quando diagnosticado, deve contar com acompanhamento a médio e longo prazo para garantir o sucesso do mesmo, que varia conforme a progressão e gravidade da doença. 
Durante o tratamento, deve-se ter como meta a abstinência; no entanto, por inúmeras razões, esta pode não ser obtida no início e nem mesmo ao longo do tempo. Apesar disso, o indivíduo ainda pode ter benefícios por permanecer no processo, com minimização dos prejuízos psicossociais, tratamento de comorbidades clínicas e psiquiátricas, além de outras condições ligadas à dependência. Nota-se, ainda, que quanto maior o número de envolvidos no processo, como família, amigos, professores e colegas de trabalho, maiores são as chances de adesão ao tratamento e recuperação.
A família, em especial, é a peça-chave tanto na prevenção do uso nocivo do álcool, conforme abordei no artigo "O papel da família na prevenção e no consumo precoce de álcool", como em casos em que o problema já está instalado. Inclusive, não são poucas as vezes em que o tratamento inicia-se pela família, principalmente porque o usuário de álcool não aceita seu problema, não reconhece que o uso de bebidas alcoólicas lhe traz consequências negativas ou, até mesmo, sente-se desmotivado para buscar ajuda.
Portanto, um acompanhamento específico e dirigido para os familiares é essencial para que compreendam a doença e seus desdobramentos e, posteriormente, recebam orientação adequada sobre a melhor forma de ajudar o ente querido e a si mesmo. Além da Orientação (ou Aconselhamento) Familiar, cujo objetivo é fornecer informações sobre a substância, orientar a família sobre como lidar com a dependência e propiciar meios para que eles se sensibilizem com o problema, há outros dois modelos frequentemente aplicados: 
  • Terapia sistêmica: destinada à natureza interdependente do relacionamento familiar e como essas relações influenciam (positiva ou negativamente) a doença, sob a perspectiva da família como um sistema. O foco do tratamento é intervir nos complexos padrões de relações entre os membros da família a ponto de gerar mudanças positivas para todo o núcleo
  • Terapia Cognitivo-Comportamental (familiar e de casal): considerando que comportamentos associados ao uso indevido de álcool podem ser reforçados por meio de interações familiares, essa abordagem tem como objetivos principais alterar comportamentos que atuam como gatilho para o uso de álcool, melhorar a comunicação entre os membros da família e fortalecer e ampliar habilidades sociais.
No entanto, vale ressaltar que muitas vezes a família adoece junto ao dependente ? fenômeno chamado de codependência. Em termos gerais, ela é descrita como uma relação disfuncional entre o paciente e o familiar, na qual o familiar passa a se preocupar mais com o dependente do que consigo mesmo, sentindo-se dominado pelas suas necessidades e desejos. Com o tempo, esse padrão de pensamentos e comportamentos pode se tornar compulsivo e prejudicial, como se a pessoa se tornasse dependente do dependente. Nesses casos, as próprias abordagens psicoterápicas citadas acima podem auxiliar o familiar. Contudo, existem grupos de ajuda mútua específicos para familiares, como é o caso do Codependentes Anônimos (CoDA) e os Grupos Familiares Al-Anon.
Em síntese, a família desempenha um papel importante no tratamento da dependência do álcool, já que auxilia na aderência, permanência, na superação de dificuldades decorrentes do processo e no estabelecimento de um novo estilo de vida sem o uso do álcool. Por último, a família também pode ajudar a equipe multidisciplinar identificando mudanças comportamentais abruptas, por exemplo: isolamento, irritabilidade, instabilidade do humor, prejuízo no desempenho do trabalho, que possam ser indicativos de complicações ou possíveis recaídas, as quais muitas vezes podem ser evitadas. 
ESCRITO POR:Arthur Guerra
Psiquiatria

CIRROSE : Um "fantasma" que mata !


DEFINIÇÃO DA PATOLOGIA
A cirrose é uma doença crônica que se caracteriza por fibrose difusa que substitui o tecido hepático normal, que rompe com a estrutura e função do fígado. Existem três tipos de cirrose ou cicatrização do fígado: a cirrose alcoólica, a cirrose pós-necrótica e a cirrose biliar.
Na cirrose alcoólica o tecido cicatricial circunda caracteristicamente as áreas porta, é o tipo mais comum de cirrose e é relacionada com maior freqüência ao alcoolismo crônico.
Na cirrose pós-necrótica existem faixas largas de tecido cicatricial que surgem como conseqüência tardia de um surto prévio de hepatite viral aguda.
Na cirrose biliar a cicatrização acontece no fígado ao redor dos dutos biliares, geralmente é o resultado da obstrução biliar crônica e da infecção, é muito menos comum que os outros dois tipos de cirrose.
A cirrose afeta principalmente os espaços porta e periporta do fígado, espaços estes onde os canalículos biliares de cada lóbulo se comunicam para formar os dutos biliares hepáticos, onde então essas áreas se transformam nos sítios de inflamação e a bile espessa e o pus acabam ocluindo os dutos biliares. O fígado tenta formar novos canais biliares que acabam por resultar em um crescimento excessivo de tecido que é constituído na maior parte de dutos biliares recentemente formados e desconectados, que são circundados pelo tecido cicatricial.
FISIOPATOLOGIA
O consumo de álcool é considerado o principal fator etiológico da cirrose, que ocorre com uma freqüência máxima entre os alcoólicos. A ingesta protéica reduzida causa deficiência nutricional da mesma forma que a ingesta excessiva de álcool é o principal fator etiológico no fígado gorduroso e em suas conseqüências, contribuindo assim para a destruição do fígado. Mas a cirrose acomete também pessoas que não consomem álcool e aquelas que consomem uma dieta normal e apresentam elevada ingesta de álcool.
Outros fatores também podem desempenhar algum papel que resulte em cirrose, como a exposição a determinadas substâncias químicas como o tetracloreto de carbono, naftaleno clorinado, arsênico ou fósforo, ou também a esquistossomíase infecciosa. A cirrose afeta um número duas vezes maior de homens em relação a mulheres, muitos pacientes estão entre 40-60 anos de idade e a cada ano mais de 25 mil pessoas morrem por doenças hepáticas e cirrose crônica.
A cirrose alcoólica é caracterizada por episódios de necrose envolvendo as células hepáticas, que ocorre repetidamente durante todo o curso da doença. Essas células hepáticas destruídas são substituídas por tecido cicatricial que acaba por superar o tecido hepático funcionante. Ilhas de tecido normal residual e tecido hepático em regeneração podem se projetar a partir das áreas contraídas o que dá ao fígado seu característico aspecto em prego. Geralmente a doença tem um inicio insidioso e uma evolução protraída, que continua ocasionalmente por um período de 30 anos ou mais.
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
Os sinais e sintomas da cirrose vão aumentando à medida que a doença vai evoluindo e a gravidade das manifestações ajuda a categorizar o distúrbio em duas apresentações principais. A cirrose COMPENSADA e a DESCOMPENSADA. Onde a cirrose compensada apresenta sintomas menos graves e freqüentemente vagos, e pode ser descoberta secundariamente a um exame físico rotineiro.São eles febre baixa intermitente; aranhas vasculares; eritema palmar; epistaxe inexplicada; edema de tornozelo; indigestão matutina vaga; dispepsia flatulenta; dor abdominal; fígado firme e aumentado e esplenomegalia.
A cirrose desconpensada apresenta suas características resultando da falha do fígado em sintetizar proteínas, fatores de coagulação e outras substancias e de manifestações da hipertensão porta. São eles ascite; icterícia; fraqueza; desgaste muscular; perda de peso; febre baixa continua; baqueteamento dos dedos; púrpura (devido a contagem diminuída das plaquetas); equimoses espontâneas; epistaxe; hipotensão; pelos corporais escassos; unhas quebradiças e atrofia de gônadas.
Aumento do fígado- no inicio o fígado tende a ser grande e suas células estão carregadas de gordura, mostrando-se firme e apresentando borda pontiaguda perceptível a palpação. A dor abdominal pode estar presente por causa deste aumento recente e rápido do fígado que produz tensão nos revestimentos fibrosos do mesmo. O fígado diminui com a evolução da doença á medida em que o tecido cicatricial contrai o tecido hepático.
Obstrução porta e ascite- são manifestações tardias que se devem em parte a insuficiência crônica da função hepática e em parte a obstrução da circulação porta. O fígado cirrótico não permite a livre passagem do sangue, e este então reflui para dentro do baço e do trato GI, ficando estes órgãos estagnados com o sangue não funcionando adequadamente. O líquido rico em proteína pode se acumular na cavidade peritoneal produzindo assim a ascite, que pode ser percebida através da percussão para o deslocamento da macicez ou para uma onda de liquido.
Infecção e Peritonite- pode se desenvolver nos pacientes com ascite na ausência de uma fonte intra-abdominal de infecção ou de um abcesso, sendo então essa condição referida como peritonite bacteriana espontânea, e acredita-se que a bacteremia é a mais provável via de infecção
Varizes Gastrintestinais- Por causa da obstrução do fluxo sanguíneo resultante das alterações fibróticas forma-se vasos colaterais no sistema GI e nos desvio do sangue dos vasos porta para dentro dos vasos sanguíneos com pressões menores, em consequencia a isto o paciente apresenta vasos sanguíneos abdominais distendidos e proeminentes, que são visíveis a palpação. O esôfago, estômago parte inferior do reto são sítios comuns de vasos sanguíneos colaterais, esses vasos sangüíneos distendidos formam varizes ou hemorróidas, dependendo de sua localização.Estes vasos não suportam a transportam a alta pressão e volume de sangue impostos pela cirrose e eles podem romper e sangrar.
Edema- sintoma tardio que é atribuído a insuficiência hepática crônica, devido a concentração plasmática reduzida de albumina é que se predispõe o edema, que é generalizado, mas afeta freqüentemente os membros inferiores, superiores a área pré-sacral.
Deficiência de vitamina e anemia- se dá devido a formação, uso e armazenamento inadequados de determinadas vitaminas (A,C e K), os sinais são comuns principalmente as hemorragias associadas à deficiência de vitamina K. O que também contribui para a anemia é a gastrite crônica e a função do trato GI prejudicada, associada com a ingesta nutricional inadequada e função hepática comprometida, resultando em fadiga grave a qual interfere na capacidade de realizar as atividades diárias habituais.
Deterioração Mental- As manifestações adicionais incluem a deterioração da função mental, com encefalopatia hepática iminente e coma hepático, Indica-se então avaliação neurológica incluindo comportamento geral, capacidades cognitivas, orientação para tempo e lugar e padrões de fala do paciente.
TRATAMENTO
O tratamento geralmente é baseado nos sintomas apresentados, por exemplo, os antiácidos são prescritos para diminuir o desconforto gástrico e minimizar a possibilidade de sangramento GI. Para a melhora no estado nutricional e a cura de células hepáticas lesionadas usa-se os Suplementos vitamínicos e nutricionais.Para que se diminua a ascite pode utilizar os diuréticos poupadores de Potássio (Espironolactona[ Aldactone}, triantereno[Dyrenium] Esses diuréticos são preferíveis a outros agentes diuréticos porque eles minimizam as alterações hidroeletroliticas. Sendo essencial uma dieta adequada e prevenção da ingesta do álcool. Embora a fibrose do fígado cirrótico é irreversível, sua progressão pode ser estancada ou mais lenta com estas medidas.
Alguns estudos mostram que a colchicina um agente anti-inflamatório usado para tratamento de gota pode aumentar a duração da sobrevida nos pacientes com cirrose branda a moderada, isso foi observado em pacientes com cirrose alcoólica, sendo a colchicina responsável por reverter os processos fibróticos na cirrose, melhorando assim a sobrevida.
CONSULTE  SEU  MÉDICO ! 
                                     ASCITE
                                                                  ICTERICIA 
    
                      

13 dezembro 2013

James Bond seria impotente por causa do álcool

Na imagem, James Bond interpretado por Sean Connery. Alcoolismo faria de Bond impotente, dizem médicosfonte : BEM ESTAR 

"Vodca martini, batido, não mexido" é um dos bordões mais conhecidos do agente secreto James Bond, imortalizado no cinema por Sean Connery, Roger Moore, Daniel Craig e outros atores famosos.
Mas médicos que analisaram o apreço por álcool do protagonista de vários livros do autor britânico Ian Fleming concluíram que, se fosse de carne e osso, James Bond provavelmente seria impotente e estaria à beira da morte.
Os especialistas leram os 14 romances de Bond em seu tempo livre, mapearam o seu consumo de bebidas alcoólicas e observaram que ele bebia o equivalente a uma garrafa e meia de vinho todos dias.
Nos 88 dias vividos nos 14 livros, excluindo aqueles em que Bond esteve na prisão, em um hospital ou em reabilitação, o espião entornou 1.150 unidades de álcool.
Isso equivale a 92 unidades por semana - cerca de cinco vodcas martinis por dia e quatro vezes a dose máxima recomendada para homens no Reino Unido.
O relatório dos médicos, publicado em uma edição comemorativa do "British Medical Journal", concluiu: "Apesar de entendermos as pressões sociais para que se consuma álcool quando se lida com terroristas internacionais, aconselhamos que Bond faça uma reavaliação mais profunda de sua ingestão de álcool."
Patrick Davies, consultor em terapia pediátrica intensiva nos Hospitais da Universidade de Nottingham, disse à BBC: "Você não gostaria que essa pessoa desarmasse uma bomba nuclear". "Ele é uma pessoa muito glamourosa, sai com todas as garotas e isso é totalmente incompatível com o estilo de vida de um alcoólatra, o que ele é."

Davies afirma que Bond seria classificado como bebedor-problema e estaria sob alto risco de danos no fígado, morte precoce e impotência.
Da Rússia com vodca
Bond também tinha o hábito - altamente condenável - de beber e em seguida dirigir. No livro Casino Royale, o agente parte para uma perseguição de carro em alta velocidade após consumir 39 unidades de álcool, bate e passa duas semanas em um hospital.
Em sua maior bebedeira, Bond tomou 50 unidades de álcool em um único dia, em Moscou contra 007. E o agente deixa de tomar umas e outras em apenas 13 dias em todos os livros.
Os hábitos de consumo de James Bond pioram com a idade. Ele começa a beber muito em Casino Royale (1953), embora aparentemente comece a colocar a vida em ordem em Goldfinger (1959).
No entanto, seu consumo começa a subir novamente e chega ao pico de 132 unidades por semana em A Morte no Japão (1964, adaptado para o cinema sob o nome de Com 007 Só Se Vive Duas Vezes).
Os pesquisadores afirmam que esse comportamento pode ser uma resposta à morte de sua esposa um ano antes, em A Serviço Secreto de Sua Majestade.
Para os médicos, que deixaram claro que suas observações não vieram de um estudo científico mas apenas de anotações coletadas após leituras nas horas vagas, "as capacidades de Bond mostradas nos livros são inconsistentes com o funcionamento físico, mental e sexual esperado de alguém que bebe esta quantidade de álcool".
O consumo excessivo de álcool causa 2,5 milhões de mortes todos os anos no mundo.

Pai de Amy diz que filha sofria constantes convulsões por causa do alcoolismo

fonte : EXAME.COM 

Pai de Amy diz que filha sofria convulsões causadas pelo álcool

Mitch Winehouse explicou que a artista "tinha esses problemas porque costumava embriagar-se e depois passar longos períodos de abstinência"


Londres - O pai da cantora britânica Amy Winehouse revelou que a filha, encontrada morta em seu apartamento em Londres em 23 de julho, sofria convulsões por causa de sua longa e conhecida batalha contra o álcool. 


A última gravação de Amy Winehouse, uma versão do clássico de jazz "Body And Soul", que a cantora gravou com o veterano cantor americano Tony Bennett.



06 dezembro 2013

Polêmico : Alcoólatras recebem salário em cerveja na Holanda

fonte : O Estado de São Paulo 
05/12/2013





Alcoólatras recebem salário em cerveja na Holanda

Programa de trabalho criado em Amsterdam busca retirar viciados em álcool das ruas e dar-lhes uma oportunidade de consumo controlado


AMSTERDAM - Depois de mais de uma década desempregado por causa de uma lesão nas costas e alcoolismo crônico, Fred Schiphorst finalmente conseguiu um emprego. Ele se levanta às 5h30, caminha com seu cachorro e, em seguida, começa a limpar o lixo das ruas do leste de Amsterdam..

"Eu não tenho orgulho de ser um alcoólatra, mas eu tenho orgulho de ter um emprego novamente", afirma Schiphorst, de 60 anos, que antes trabalhava na construção civil.
Sua jornada de trabalho começa infalivelmente às 9 horas - com duas latas de cerveja, um pré-pagamento de um salário pago principalmente em álcool.
Ele recebe mais duas latas no almoço e, em seguida, uma outra lata ou, se tudo correr bem, duas para terminar um dia produtivo.
Schiphorst é um dos beneficiários de um programa incomum financiado pelo governo para tirar os alcoólatras das ruas, pagando-lhes em cerveja para escolher o lixo .



03 dezembro 2013

Miley Cyrus sofre taquicardia por abusar de álcool


fonte : tribuna hoje

Amigos de Miley revelam que ela sofre de taquicardia devio ao abuso de álcool


Miley Cyrus ainda sofre com o término do namoro com Liam Hemsworth. Mas o caminho encontrado pela cantora não está fazendo bem a ela. A ex-estrela da Disney está afogando suas mágoas nas bebidas alcoólicas!
Uma fonte próxima de Miley contou à revista "Heat" que a cantora vem sofrendo taquicardias. "Essa condição é benigna, mas desde que ela leve uma vida sóbria. O problema é que ela não leva. Ela fuma na maioria das noites e não faz questão de cuidar de si mesma. Ela acha que ela está no controle, mas ela não está. Sua atitude em relação às drogas reflete isso", contou.
"Ela tem ressacas horríveis que duram dias. Depois da festa de lançamento de Bangerz, ela ficou na cama com seus cães por vários dias se recuperando para conseguir voltar", acrescentou a fonte, que contou que Miley acredita que a fórmula certa para o sucesso é fazer apresentações polêmicas e sensuais: "Então, ela vai continuar fazendo isso. O problema é que ela não tem energia necessária para manter isso".
De acordo com o "The Sun", uma pessoa próxima à cantora revelou que Miley escreveu uma carta para o ex-namorado, Liam Hemsworth, na tentativa de uma reconciliação. "Conforme o tempo e a raiva passaram, Miley começou a sentir a dor da separação. Ela pensou em compor algumas músicas, mas depois ela decidiu escrever uma carta para Liam, dizendo exatamente como ela se sente. Miley admitiu para Liam que ela o afastou e se desculpou por ter agido tão loucamente", afirmou a informante.