11 dezembro 2014

ÁLCOOL EM VÍTIMAS DE SUICÍDIO EM SÃO PAULO



CONTEXTO : 
A tendência a comportamentos violentos e impulsivos é aumentada após o consumo de álcool, sendo importante para a etiologia de mortes por causas externas. Nesse contexto, os suicídios aparecem como uma atitude impulsionada pelo consumo de álcool, ou como uma expressão da mesma patologia que leva ao abuso de substância.

OBJETIVOS : 
Como carecemos de dados nacionais sobre suicídios sob a influência de álcool, o objetivo do presente estudo foi analisar a prevalência do consumo de álcool previamente ao suicídio.

MÉTODOS :
Leitura direta de 632 laudos necroscópicos de vítimas de suicídios necropsiadas no Instituto Médico-Legal do Estado de São Paulo no ano de 2005.

RESULTADOS :
Dos 632 casos analisados, 33,1% apresentaram alcoolemia positiva, sendo essa prevalência maior para os homens (37,1%) do que para as mulheres (20,1%). Os enforcamentos apresentaram a maior prevalência de alcoolizados, com 38,9% dos casos; as intoxicações apresentaram a maior média, com 1,78 g/L.

CONCLUSÕES :
Os resultados mostram que cerca de um terço dos suicídios na amostra foram cometidos subsequentemente ao consumo de álcool, com diferenças entre os diversos métodos.

Fonte : Revista de Psiquiatria Clínica

VOCÊ DECIDE - VIVER OU MORRER ?


Uma mulher inglesa apareceu num programa televisivo dedicado aos perigos do alcoolismo e contou a sua experiência, um caso sério de dependência que por muito pouco não a levou à morte. Patricia Murphy, 45 anos, natural de Surrey, chegou a consumir cinco garrafas de vinho por dia, até ao dia em que uma insuficiência hepática a deixou em coma no hospital. Quando recuperou os sentidos e viu a sua fotografia com a face amarela, nunca mais tocou na bebida. Patricia começou a beber aos 17 anos, em bares e discotecas, mas aos 28 passou a beber em casa, pois "não conseguia ficar suficientemente bêbada" quando saía. Esteve internada três vezes em clínicas de reabilitação, mas voltava sempre a beber, porque "fazia sentir-se bem", o que lhe viria custar o emprego e cair numa espiral de alcoolismo que a deixaram marginalizada da sociedade. Patricia diz que a experiência lhe poderá ter custado anos de vida, e não espera viver muito mais, mas cada vez que se recorda do estado em que o álcool a deixou, sente-se enjoada ao pensar em beber um copo. Um caso que dá que pensar. Até onde nos pode levar a droga socialmente aceite?

Fonte : Bairro do Oriente

ALCOOLISMO - QUEM É CODEPENDENTE ?



CODEPENDENTE é aquele que se sente sobrecarregado por assumir funções que o alcoólatra deixou aos poucos, e culpado por não conseguir ajudar o familiar ou amigo dependente alcoólico.

O CODEPENDENTE precisa ter coragem para ROMPER ESTE CÍRCULO VICIOSO e, se não conseguir, procurar ajuda de um especialista.


FIM DE ANO - CUIDADO COM RECAÍDAS



Esta é uma época do ano em que muitos pacientes que estão limpos há algum tempo acabam recaindo. Por quê?
As festas podem aumentar a vulnerabilidade dos pacientes de risco. Um número enorme de recaídas ocorre nos supostos “momentos bons da vida”. Quando a pessoa está numa celebração, festa ou quando recebe uma notícia boa. A oferta do álcool acaba sendo maior e isto cria uma situação de risco.

O alcoolismo não é somente uma questão de falta de força de vontade. É um processo bioquímico.
Porém, muitas vezes os próprios familiares acham que podem oferecer ao alcoólatra meia taça de champanhe ou vinho só na hora do brinde do natal ou do final do ano, sem entender o processo da dependência. Porém, isto é extremamente maléfico ao dependente químico. A molécula de etanol entra nas papilas gustativas e o cérebro já é alertado. Conforme o álcool começa a circular no organismo, o cérebro vai pedindo mais. É irrefreável. Para quem já perdeu o controle antes, é tudo ou nada. Por isto é importante que a família do dependente químico esteja alerta e tenha feito também o tratamento familiar.

Para que o dependente químico não recaia é necessário observar todos os passos de prevenção contra a recaída. Como isto funciona?

As estratégias de prevenção á recaída devem ser observadas ainda nas clínicas logo após a desintoxicação e continuar na família, por TODA A VIDA. Isto mesmo, por TODA A VIDA.

Elas têm o objetivo de ajudar o dependente a lidar com as situações em que há possibilidade de recair no uso do álcool.

A primeira e mais importante estratégia é estimular o dependente alcoólico a fugir dos lugares, dos hábitos e das pessoas com quem ele usava a bebida. O prazer de usar o álcool fica registrado na memória corporal – independentemente de sua vontade. Os lugares, os hábitos, os odores, trazem à tona lembranças da “ativa” e isto pode ser letal para a recuperação.

O alcoólatra (não existe ex-alcoólatra,doença sem cura) deve se afastar das situações que provoquem seu desejo. Deve-se evitar falar sobre bebidas ou assistir reportagens e filmes em que há cenas de uso. Cada um, dentro de sua nova maneira de viver, deve desenvolver formas ou habilidades para trabalhar com estas situações, porque elas aparecerão sempre, durante toda a vida. O fato é que o usuário nunca mais se desvinculará da dependência. Então ele deverá manter-se atento à sua fragilidade. É como um paciente diabético, ele sempre será diabético, mas não precisa padecer com a diabetes, se seguir o tratamento. Porém deverá ficar em alerta total para o resto da vida.

É importante que o dependente refaça e renove o compromisso consigo mesmo do “Só por hoje”. Procurar, só por hoje, viver este dia apenas, sem tentar resolver, de imediato, todos os problemas de sua existência.

É comum os pensamentos do dependente se voltarem para a bebida e nestas festas, levando-o a algumas lembranças de falsas “alegrias” passadas, sensações de prazer.
Hoje, seus pensamentos devem ser de recuperação e não mais de “ativa”. E cada pensamento que ele cultiva pode levá-lo a um sentimento e comportamento de igual força, contribuindo para o impulso de beber.

É sabido que os pensamentos negativos nos convidam para sentimentos também negativos e desconfortáveis. Por isso, pensar de forma positiva, afirmativa e pró-ativa sobre si próprio e sobre todo o seu processo de recuperação é muito importante.

Por último, a espiritualidade e qualidade de vida (honestidade, mente aberta e boa vontade) é de suma importância para a prevenção à recaída. Sem ela, não existe recuperação e com ela fica mais fácil vencer os obstáculos na caminhada rumo ao crescimento pessoal e à sobriedade. A disciplina também é uma ferramenta poderosa que o dependente pode ter em mãos.

Nesta época de final de ano, além de cuidados com a recuperação já recomendados, sugerimos que o dependente químico procure estar sempre ciente das dificuldades que irá enfrentar. Pode-se participar das festividades, mas reconhecendo que há possibilidade de ter recaída, voltando a ser o que era ou até pior. Portanto deve-se por toda a vida evitar o primeiro gole. A abstinência é fundamental no tratamento da dependência química.

Em situações de emergência, o dependente não deve vacilar. É importante ficar pouco na festa ou local de risco e procurar não se testar. Se encontrar dificuldades, então dever compartilhar de imediato com seu grupo de apoio, com seu padrinho, lembrando-se que o silêncio é a pior resposta para quem está em recuperação.

Nos primeiros meses ou anos iniciais a fase de recuperação é importante que a família evite o uso de álcool em comemorações festivas, pois o dependente ainda está iniciando seu processo de recuperação e ainda não enfrentou grandes situações de exposição e risco. É necessário que haja preparação emocional para esses tipos de riscos e situações, às vezes inevitáveis. E que haja ainda, um “despertar” consciente de que tais situações ou pressões podem afetar os pensamentos, os sentimentos e, conseqüentemente, o comportamento, deixando o dependente bastante vulnerável.

Tenham em mente também que todo dia que um dependente químico fica sóbrio antes de uma recaída é extremamente valioso, tanto para o indivíduo quanto para sua família. Porém, se ocorre uma recaída, é muito importante voltar a procurar tratamento e obter o apoio necessário para não beber mais.

ALCOOLISMO TEM CURA ?



Alcoolismo não tem cura, diante de pesquisas e diagnósticos levantados ao longo dos anos por profissionais das mais diversas áreas da saúde se constatou que alcoolismo é uma doença crônica de fundo emocional que não tem cura, porem é estacionável, um exemplo prático para entendermos melhor os fundamentos da doença do alcoolismo é que o dependente é como o individuo que possui diabetes na questão de ser uma doença crônica também, o diabético só terá saúde e terá um tratamento efetivo quando parar de ingerir substâncias que causam sua degradação, ou sua morte lenta, abordando de forma simples, podemos dizer que o diabético quando parar de ingerir açúcar gorduras e outros alimentos terá uma vida normal, assim da mesma forma o alcoolista terá uma vida normal se estacionar o uso de álcool e lembrando que para isto ocorrer o alcoólatra terá que ser diagnosticado por profissionais da área da saúde capacitados e especializados na área para compor um tratamento para atender a necessidade do paciente, cada caso é especifico, todos tem sua individualidade e o tratamento tem que ser personalizado para promover um tratamento adequado a cada paciente. Lembre se que ALCOOLISMO É UMA DOENÇA e deve ser tratada como tal, por profissionais da área da saúde que tenham capacitação e especialização nas áreas competentes ao tratamento.

NEM POR DINHEIRO, NEM POR STATUS, FAÇO POR CONSCIÊNCIA !



Mostrar uma linha de expressão, após lutar por anos contra o alcoolismo não é vergonha e sim conquista, pois tem história. Não faço por grana nem status, mas sim pela consciência limpa e em dia de estar ajudando pessoas e suas famílias que lutam contra essa patologia terrível chamada ALCOOLISMO. O que me importa de verdade é que esse modesto trabalho possa conscientizar e salvar vidas, isso é o que realmente me importa.

Misael Barboza

29 outubro 2014

Parte de uma reportagem sobre alcoolismo da revista SELEÇÕES Reader's Digest

Numa reportagem sobre alcoolismo da revista SELEÇÕES Reader's Digest intitulada " Uma Esperança para os Alcoólatras " edição de Abril/2014 tive a oportunidade de expor um pequeno trecho a jornalista free-lancer Liana Fernandes do meu drama e da minha vitória sobre a dependência alcoólica.




01 outubro 2014

AMBEV É MULTADA EM $ 1 MILHÃO POR MENTIR QUE CERVEJA NÃO CONTEM ÁLCOOL


NÃO  EXISTE  CERVEJA  SEM  ÁLCOOL 

NÃO EXISTE CERVEJA SEM ÁLCOOL, já postei matéria a respeito e aí vai mais uma para não deixar dúvidas. 

AMBEV É MULTADA EM $ 1 MILHÃO POR INFORMAR QUE CERVEJA ERA SEM ÁLCOOL 

A Ambev recebeu uma multa de $ 1 milhão por informar, no rótulo e em propagandas que a cerveja Kronenbier é "sem álcool". Na verdade, a bebida possui 0,3 gramas de álcool para cada 100 gramas.

A decisão unânime é da 5a Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. A ação foi movida pela Associação Brasileira de Defesa da Saúde do Consumidor.

Sobre a decisão, a Ambev afirmou, em nota, que não comenta casos em andamento. 


Durante o processo, a empresa alegou que um decreto de 1997 classifica como bebida sem álcool toda aquela que tem menos de 0,5 gramas de álcool a cada 100 gramas, sem obrigatoriedade de trazer essa informação no rótulo do produto.

O desembargador substituto Odson Cardoso Filho, relator da apelação, considerou que esse decreto de 1997 não se sobrepõe ao que determina o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Ele citou RISCOS A SAÚDE DE CONSUMIDORES QUE, IMPEDIDOS DE CONSUMIR ÁLCOOL, ACREDITARAM NA INFORMAÇÃO DA EMPRESA E BEBERAM SEU PRODUTO SEM IMAGINAR AS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS.

É isso ! Eles não estão nem aí para a sua saúde, mentem descaradamente em busca de lucros, mesmo que isso possa trazer de volta o caos a vida de pessoas que lutam contra o alcoolismo.

Informações : Folha de São Paulo 01/10/2014



29 setembro 2014


' TROCAVA ALMOÇO E CAFÉ POR UÍSQUE ', diz Hudson ao deixar reabilitação. 

Cantor sertanejo que faz dupla com o irmão, Edson, passou sete meses internado em uma clínica em São Paulo. Músico foi internado a pedido do pai.

Quantas histórias você já ouviu sobre pessoas que conheceram a fama muito rapidamente e foram por ela iludidas? O nome nos jornais, muito dinheiro, carrão importado, apartamento de luxo, festas, sexo, drogas e a queda. Do auge do estrelato ao fundo do poço. E o sucesso dá lugar ao sofrimento solitário e destrutivo.

“Eu via o diabo todo dia dentro de uma garrafa. Todo dia, eu trocava um almoço, meu café da manhã, por uma talagada de uísque. Aí, entrei nessa de cocaína. Acho que eu fui o primeiro artista no mundo sertanejo que botou a cara a tapa”, conta o cantor Hudson.
Foram sete meses internado em uma clínica de reabilitação na Região Metropolitana de São Paulo. “Eu fiquei entre a morte e a vida”.


“Entre morrer e viver, eu preferi viver. E aqui foi onde eu aprendi a viver novamente. Acho que é o dia mais feliz da minha vida. Eu estou voltando para a sociedade, só que limpo, né?”, diz ele ao sair da clínica.

Uísque, eu não tomava nem na xícara mais. Tomava no bico mesmo. Eu dormia com a garrafa do lado da cama, entendeu? Acordava e já bebia de novo. Descontrole total, descontrole total”, ele diz.

“Tive 12 overdoses. Na maioria das vezes, tinha gente perto, os amigos, tal. A última overdose que eu tive, quem me levou para o hospital foi a Thayra”,(noiva) revela.

Eu me sinto 100% recuperado. Sinceramente eu tenho medo de uma recaída. Não adianta eu ser hipócrita de falar que eu não tenho medo, porque eu tenho medo sim. Mas esse medo é bom, é esse medo é que vai me manter afastado”, ele destaca.
Ele não ficou com sequelas. Com a desintoxicação, os problemas no fígado e as lesões no cérebro desapareceram.


“Ele está bem, está em um momento bom. Nós não acreditamos na cura, a gente acredita que é uma doença progressiva, incurável e fatal, e que ele precisa continuar fazer a manutenção para o resto da vida”, avalia o psicoterapeuta Alexandre Cardoso Castanheira.

“É muito mais maluco você estar sem usar nada. Quando você está sóbrio, você enxerga a vida como ela é”, diz Hudson.

fonte : G1/Fantástico 28/09/2014 - editado

24 setembro 2014

BEBIDA ALCOÓLICA É DROGA SIM !


O álcool reduz a resistência física, diminui o tempo de vida e, por isso, o seu praticante é considerado um SUICIDA.


13 setembro 2014

FÍGADO x ÁLCOOL



FÍGADO X ÁLCOOL 

Certamente você deve conhecer alguns efeitos devastadores causado pela ingestão do excesso de álcool. Além dos acidentes, brigas e outras causas sociais, no âmbito da saúde humana, o álcool é um dos agentes causados da hepatite, podendo posteriormente desenvolver a cirrose.

O tipo de hepatite causada pelo álcool é bem especifico, se chama hepatite alcoólica, que é uma síndrome inflamatória progressiva do fígado que pode não apresentar sintomas em alguns casos mais simples, mas em geral, estes são: hepatomegalia, febre subaguda, leucocitose e manifestações de hipertensão. Já a cirrose é um dano permanente no órgão. Vale lembrar que as mulheres são mais sensíveis aos efeitos do álcool que os homens, isso porque o corpo masculino contém mais água que o feminino, o que facilita sua dissolução e aumenta a resistência a este. De todos os tratamentos disponíveis, o mais eficaz e que deve ser tomado em primeira mão é parar de beber.



16 julho 2014

A BATALHA - Você, o Álcool, à Água e os Rins.


RINS : ENTENDA SEU RIM, ÁGUA E CERVEJA ! 

Puxa que explicação fantástica; bem explicadinha e divertida!A HORA CORRETA PARA TOMAR ÁGUA

Você vai ao bar ou a uma festa e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja. A terceira e assim por diante.
O teu estômago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "Caracas véio... o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!"
Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de líquido está sendo ingerido, ele sabe apenas que "é líquido".
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caraca, o cara tá maluco!!!"E manda a seguinte mensagem para os Rins "Meu, filtra o máximo de sangue que tu puderes, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora" e o RIM começa a fazer até hora extra e filtra muito sangue e enche rápido.
Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.
O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estômago manda outra mensagem pro CÉREBRO "Cara, ele não pára, socorro!!!" e o CÉREBRO manda outra mensagem pro RIM "Véio, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"
O RIM filtra feito um louco, só q agora, o q ele expulsa não é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais"bunitim".
Chega uma hora que você tá com o teor alcoólico tão alto que teu CÉREBRO desliga você. Essa é a hora que você desmaia... dorme... capota...
Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele"
Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora".
O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as ordens direitinho e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CÉREBRO é constituído de 75% de água, ele é o que mais sofre com essa "ordem" e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca. Então, sei que na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque na medida que você mija, já repõe a água.Sabia que...
... tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano? 2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.

Por favor, passe esta mensagem para as pessoas que estima.

por : DR. CÉLIO DE MORAES MARQUES

13 julho 2014

Boteco na África - Vídeo


BOTECO NA SELVA AFRICANA 
Notem que até para os animais deve haver moderação, se não, assistam e vejam porque ! 

Este é um vídeo francês, documentado na África, sobre uma árvore que cresce naquele continente e que produz uma vez por ano uma fruta muito gostosa chamada *AMARULA*, que contém uma alta percentagem de álcool (17%). Nessa época do ano os animais deslocam-se para ir comer a fruta, e o engraçado é que até se AJUDAM uns aos outros para CONSUMI-LA !


22 junho 2014

CAMPANHA MOSTRA PESSOAS EM SITUAÇÕES CONSTRANGEDORAS SOB O EFEITO DO ÁLCOOL


Uma Campanha de para o Consumo Consciente do Álcool intitulada Como "Pense Como você bebe" (Pense Como Você. bebe, tradução Livre) Tenta Chamar Atenção dos consumidore s mostrando Como algumas PESSOAS envergonham a si mesmas - ea SEUS amigos -. when estao alcoolizadas A MENSAGEM SUGERE Opaco Localidade: Não se desen Transformar UMA SAÍDA com Os Amigos los UMA ressaca moral não seguinte dia, com um Direito de Imagens PESSOAS los Situações vexatórias soluçar efeitos de Bebidas alcoólicas.




14 junho 2014

A luta de uma guerreira MARIA JOSÉ DE SOUZA - Vídeo




A Determinação e a Coragem de MARIA JOSÉ DE SOUZA ( Zezéia Souza) em não só vencer o alcoolismo como contar sua história para que pessoas que sofrem dessa patologia grave, saibam que existe um caminho para vencer o alcoolismo. 

Nota : Zezéia Souza é palestrante na luta contra o alcoolismo e amiga da página " VENCENDO O ALCOOLISMO ".

Seu depoimento começa aos 4:05 seg. do vídeo




03 junho 2014

Bebida e Direção Interrompem Vidas e Plano - Vídeo

fonte : ONG Trânsito Amigo

Com o tema “Bebida e direção não têm futuro”, a campanha procura conscientizar diversos públicos, de diferentes faixas etárias, que momentos alegres, às vezes planejados durante muito tempo, podem ser bruscamente interrompidos – e nunca mais se repetirem – caso não se evite a irresponsável mistura entre bebida e direção.
Na peça “Noivos”, por exemplo, um casal (abraçado, numa alusão à valsa da festa), jaz no asfalto ao lado dos dizeres: 3 anos de namoro, 6 meses de noivado, 1 hora de casamento, morte em 15 segundos.










23 maio 2014

Vencendo o Alcoolismo também no FACEBOOK

COM A INTENÇÃO DE AMPLIAR A COMUNIDADE QUE ACOMPANHA ESSE BLOG, FOI CRIADA A PÁGINA DO FACEBOOK " VENCENDO O ALCOOLISMO ". ESPERO QUE A MESMA SEJA ÚTIL COMO VEM SENDO O BLOG.
Amigos do BLOG ajudem a divulgar essa página : 

WWW.FACEBOOK.COM/VENCENDOOALCOOLISMO.COM.BR

Obrigado a todos ! 



05 maio 2014

O DIREITO DE DIZER NÃO A BEBIDAS ALCOÓLICAS


O DIREITO DE DIZER NÃO AS BEBIDAS ALCOÓLICAS
A bebida alcoólica, apesar de causar muitos problemas sociais e de saúde, ainda é vista como algo legal, benéfico e quem escolhe não beber, seja por não ter vontade ou por estar no processo de tratamento do alcoolismo, pode ser visto como uma pessoa anormal.
Há várias pesquisas sobre os malefícios e benefícios de diversas bebidas.
O que se sabe através desses estudos é que a bebida alcoólica traz mais prejuízos do que benefícios à saúde. No entanto, o álcool é uma droga lícita (ou seja, liberada) e tem aceitação social muito grande. Há até quem questione como pode alguém frequentar uma festa sem beber nada alcoólico. Há dificuldade de algumas pessoas aceitarem que alguém não quer ingerir bebida alcoólica e tem um lado ainda mais negativo quando a recusa é feita por uma pessoa que está em tratamento do alcoolismo.
O alcoolista precisa evitar beber e isso significa ser forte, não apenas durante o tratamento, mas para o resto da vida. E quem fica insistindo para que uma pessoa beba talvez não faça ideia do quanto está prejudicando o doente. Por isso, vale a pena usar o respeito. É preciso saber respeitar as opções de cada um e que não beber pode não ser fácil para alguém, mas que ela fez essa escolha para viver uma vida plena, sem os prejuízos causados pelo alcoolismo.


25 abril 2014

Dependência do álcool destrói família - vídeo


A dependência dessa droga que é vendida em toda parte, livremente, gera marcas não só no alcoólatra, mas principalmente na família -- nos filhos e na esposa. O caso que você vai ver agora mostra como o álcool consegue destruir um lar.





24 abril 2014

Este é o Raciocínio - Ruy Castro - Escritor e Jornalista


ESTE   É   O   RACIOCÍNIO 
Muito cuidado quando utilizar o significado EX-ALCOÓLATRA


A morte do ator Philip Seymour Hoffman, em Nova York, por uma overdose de heroína e de outras substâncias, sacudiu as pessoas que lutam contra a dependência química e tentam se manter sóbrias. Hoffman estava há 23 anos sem beber ou se drogar, e se orgulhava disso. Mas foi encontrado morto ao lado de 50 papelotes de heroína e remédios de uso "controlado" e com uma seringa espetada no braço. Por quê?

Tinha 46 anos, era famoso, disputado e cheio de prêmios em teatro e cinema, inclusive um Oscar de melhor ator. Sabia que devia sua carreira à sobriedade --a que chegou aos 23 anos, depois de uma juventude em que usou tudo que lhe passava pela frente. Por que, então, recaiu? Alguns atribuirão isso a forças internas, inconscientes, que deviam assolá-lo por algum motivo intangível e etéreo. Já os dependentes --como eu-- têm outra explicação.

Grande parte das recaídas acontece por excesso de confiança. É o que leva um dependente a se considerar ex-dependente apenas porque está há anos afastado da bebida ou da droga. Ou a acreditar que, com tantos anos de abstinência, pode voltar a consumi-la, sob controle, "só quando quiser". Mas não existe o ex-dependente. Existe o dependente que se abstém do produto, assim como o diabético que se abstém de açúcar. O menor vacilo leva fatalmente à recaída.

Se isso é consolo, a morte de Philip Hoffman será sempre um alerta contra as tentações que rondam o dia a dia dos dependentes. Se alguém como ele pode recair --este é o raciocínio--, preciso me cuidar.

Também sóbrio há 26 anos, faço uma contabilidade própria. Nesse período, troquei a morte certa pela recuperação da saúde, do trabalho, do reconhecimento profissional, do amor das filhas, enfim, da vida. E o que isso me custou e ainda custa? Baratinho. Um simples gole que deixo de tomar.



 

17 abril 2014

Assista a depoimentos emocionantes de vítimas do álcool

Conheça vítimas do vício no álcool, mal que vem atingindo relativa parte dos lares brasileiros e desestruturando famílias e laços sociais. O programa Gente na TV registrou depoimentos emocionantes de pessoas atormentadas após longo tempo de uso da droga.







08 abril 2014

Uma esperança para os alcoólatras


UMA ESPERANÇA PARA OS ALCOÓLATRAS 
Grupos de ajuda mútua, internações e medicamentos são as armas mais confiáveis contra essa doença 
Abril 7, 2014 By LIANA FERNANDES (Jornalista Revista Seleções)

A primeira vez que o Dr. Claudio L. experimentou uma bebida alcoólica foi aos 7 ou 8 anos, na fazenda do avô, em Bemposta, na região serrana do Rio de Janeiro. “Ele me dava cachaça depois de eu pegar chuva, para evitar que eu me resfriasse”, conta. Na adolescência, para espantar a timidez nas festas, bebia. Mas os problemas com o álcool só começaram a surgir quando o sucesso profissional bateu à sua porta. O amor que ele tinha pela medicina, durante muito tempo, o impediu de beber. O aluno dedicado na faculdade tornou-se um famoso cirurgião pediátrico nos anos 1970. Como a rotina profissional muitas vezes exigia noites seguidas no hospital, o Dr. Claudio encontrava na bebida uma forma de relaxar. Aos poucos as doses aumentaram, e, de repente, ele passou a depender cada vez mais do álcool. Com cerca de 60 anos, o cirurgião pediátrico internacionalmente respeitado viu o hábito de ingerir algumas doses socialmente se transformar em doença, afetar sua vida profissional, destruir seu casamento e debilitar a sua saúde. “Aprendi que, com o álcool, é tudo ou nada. O alcoólatra não tem consciência da quantidade que bebe, se está causando algum problema ou não. É preciso honestidade plena consigo mesmo e humildade. Eu não fui humilde, eu pensava: Sou um médico famoso, como posso ser alcoólatra?” Enquanto a ingestão de bebidas alcoólicas entre jovens e adultos é cada vez mais alarmante, a negação da doença é o que mais dificulta o tratamento dos dependentes. De acordo com o mais recente relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em 2011, o abuso do álcool é uma séria ameaça especialmente à população masculina, pois é o principal fator para mortes de homens com idade entre 15 e 59 anos, por conta de lesões e doenças cardiovasculares. Em geral, 6,2% de todos os casos de mortalidade em homens podem ser atribuídos ao álcool, em comparação com 1,1% dos falecimentos de mulheres. “Álcool é droga. E ela entra sorrateiramente nas casas, sem que as pessoas tenham medo”, alerta o Dr. Claudio. Em todo o mundo, 11,5% das pessoas consomem grandes doses de álcool por semana, conforme aponta o relatório da OMS. E o Brasil está entre os países em que a ingestão de bebidas alcoólicas é mais elevada, assim como a África do Sul. Segundo a Dra. Ana Cecília Marques, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), estima-se que, no Brasil, existam 21 milhões de alcoólatras. De acordo com o Dr. Arthur Guerra de Andrade, coordenador do Programa de Estudos de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria da USP, dados do Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos, feito com 3.153 famílias de pacientes de algum tipo de tratamento contra a dependência química, mostraram que 62% dos pacientes que procuraram auxílio eram usuários de álcool – estando seu uso atrelado ou não a outras drogas. A pesquisa, que foi realizada pelo Instituto Nacional de Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad) entre 2012 e 2013 em todo o Brasil, indicou ainda que, após a família ter o conhecimento do uso de álcool, o tempo para os dependentes procurarem ajuda foi de aproximadamente 7,3 anos. Uma das opções de tratamento é a irmandade de alcance mundial Alcoólicos Anônimos (AA), que existe no Brasil desde 1947, e que contribui para a recuperação dos doentes por meio de reuniões de grupo. Existem também os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPSad), além de ambulatórios em hospitais públicos e conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS), e a central telefônica disponibilizada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), o Vivavoz (132). O tratamento com medicamentos e prevenção de recaídas, de acordo com a Dra. Ana Cecília, está disponível no Brasil há mais de 30 anos. O Dissulfuram, o Naltrexona e o Acamprosato, por exemplo, foram aprovados pelo Food and Drug Administration (FDA), o órgão responsável pelo controle de medicamentos nos Estados Unidos, em 1951, 1994 e 2004, respectivamente, segundo o Dr. Arthur Guerra. Sobre as internações no país, dados do DATASUS apontam que entre 2012 e 2013 houve cerca de 98.700 por transtornos mentais ou comportamentais devido ao uso de álcool. “Vale lembrar que esses dados correspondem às internações realizadas no SUS, o que exclui os hospitais e clínicas privados”, ressalta. Independentemente do tratamento escolhido, ainda não existe cura para essa doença crônica, que envolve tanto aspectos genéticos, quanto comportamentais, físicos e psicológicos. “Mas a dependência é passível de tratamento e pode ser controlada quando o indivíduo permanece abstinente”, complementa o Dr. Arthur. Sóbrio desde 1997, o Dr. Claudio passou por 5 anos de psicanálise e foi a diversas reuniões do AA, tudo sem sucesso. Mas, quando chegou ao fundo do poço, aos 68 anos, levado pelo filho mais velho novamente ao AA, ficou. O motivo? Não sabe explicar. Em 2012, o Dr. Claudio publicou o livro Alcoolismo – A doença da negação (Editora Lacre), para que a sua história e a de mais pessoas possam ajudar outros alcoólatras. “Foi a maneira que encontrei de alertar e auxiliar quem precisa e a mim também. É uma troca de forças e esperança.” -

fonte : Jornalista Free-Lance Revista Seleções - 
                                                               LIANA FERNANDES 

29 março 2014

Delirium Tremens

fonte : Blog CUIDAR 

O Delirium Tremens é um distúrbio cerebral provocado pelo alcoolismo

Delírio, também conhecido como um estado de confusão, é uma perturbação mental que resulta de distúrbio cerebral de causa orgânica. 
  
                                     

Caracteriza-se por confusão de pensamento, desorientação tempero-espacial, agitação e outros sintomas. Delirium tremens, o delírio do estremecimento tem características especiais próprias. 

                                          

Afeta pessoas em abstinência alcoólica após um longo período de alcoolismo.

Causas 
                    
                                                   

Quando uma pessoa se habituou perfeitamente a níveis altos de álcool, uma descida brusca nos níveis de ingestão de álcool pode causar perturbação grave das funções cerebrais.

Sinais e sintomas 

                                               

Após um período de dois ou três dias depois de ter deixado de beber surge a irritabilidade, agitação, falta de concentração e insônia ou perturbação do sono com pesadelos. Em cerca de ¼ dos casos, em consequência, há um ataque grave de epilepsia – apoplexia. A pessoa afetada começa a demonstrar sinais de aflição e perplexidade. Há movimentos desconcertados do corpo, instabilidade, tremuras (daí a designação), conversação permanente, por vezes incoerente, e sinais de grave contrariedade e a percepção de sentir-se em perigo.

                                          

A conversação vulgar é de difícil compreensão dando a entender um estado paranóico e há alucinações intensas, normalmente muito desagradáveis. A pessoa afetada pode ter visões aterradoras (alucinações visuais), sentir odores horrendos (alucinações olfactivas), sentir toda a espécie de toques perturbadores (alucinações tácteis) ou ameaças auditivas ou sons assustadores, incluindo de linguagem (alucinações auditivas). No início há lapsos no contacto com a realidade, mas isto passa rapidamente e o estado é alcançado no ponto em que as alucinações são contínuas e a pessoa torna-se inacessível a qualquer pergunta e profundamente desorientada. Após dois ou três dias todos estes sintomas começam a diminuir e a recuperação, por vezes, é repentina.

Diagnóstico 
                                           

Este baseia-se no histórico clínico e nas características dos sintomas e sinais.

Prevenção – Cuidados 
O delirium tremens é um grave sinal de alcoolismo. Pode prevenir-se pelo corte na ingestão de álcool ou deixando completamente de beber. Não é provável que se consiga sem a ajuda de profissionais especializados.

Riscos e Complicações

                                                 

Em cerca de 10% dos casos, um ataque de delirium tremens está relacionado com graves distúrbios físicos, tais como colapsos circulatórios, excepcionalmente a febre alta – hipertermia, lesão mental, falha do fígado, transtornos metabólicos e derivados de pneumonia que podem conduzir à morte.

Tratamento 

                                     

No caso de a pessoa estar desidratada são ministrados líquidos. O delírio agudo é controlado com sedativos, tais como as benzodiazepinas. O medicamento haloperidol é utilizado habitualmente no delírio grave. Uma vez que o estado de delírio tenha sido ultrapassado, verifica-se o estado de nutrição da pessoa e são corrigidas as deficiências, especificamente, de vitamina B. A partir de uma fonte não alcoólica são fornecidas calorias. A ingestão de álcool ou é totalmente cortada ou reduzida a um nível muito moderado. Em seguida, é necessária uma análise completa do estado de saúde geral da pessoa, incluindo exames da atividade do fígado.