13 outubro 2016

A TRISTE REALIDADE DE UM ALCOÓLATRA !


É próprio da personalidade alcoólatra gerar no outro, sobretudo nos seus familiares, o sentimento de culpa, para que ele ou ela continue a não assumir a própria doença. O doente também, quando não aceita sua condição, atribui sua compulsão pela bebida a diversos fatores. Engana-se de várias formas. Quando as consequências tornam-se mais graves, troca de bebida, muda de bar, faz paradas forçadas por alguns dias, promete aos outros e a si mesmo que não vai mais beber tanto, ou mesmo que vai deixar de beber. Com o tempo, recai. Vem o sentimento de culpa, e assim a doença vai se tornando mais séria.
Sim, a doença progride! Por isto, é importante reconhecê-la e tratá-la logo. E como reconhecê-la ? O que leva alguém a admitir-se dependente do álcool ? Para muitos alcoólatras foi o chamado "fundo de poço" que os ajudou na admissão da doença. Mais uma vez, os familiares, infelizmente, não ajudam o doente. É típico ver esposas indo buscar seus maridos no bar; mães tentando "trancar" filhos alcoólatras, maiores de idade, em casa; filhos pedindo aos seus pais que parem de beber. Obviamente, a dor dos familiares é grande, somada ao estigma social do alcoolismo, que gera nessas pessoas muita vergonha e medo, além do devastador sofrimento.
Uma das características mais fortes da doença do alcoolismo é a autopiedade. O alcoólatra é uma pessoa que sente pena de si mesmo e quer e consegue gerar constantemente este sentimento naquelas pessoas que o cercam. Requer a todo tempo máxima atenção, não quer resolver nada sozinho. Aliás, cria situações para que os outros resolvam, como buscá-lo num bar após uma bebedeira. Compactuar com tal situação só distancia o doente do início do tratamento, porque sua mente alcoólica pensa, mesmo que inconscientemente, assim: "Posso fazer sempre isto, porque sempre alguém resolve para mim!" E ele ou ela continua bebendo!
De : Álvaro Amorim

VOCÊ ACHA ISSO NORMAL ?

Tenho certeza que você já viu muitas fotos como essas, ou até mesmo já presenciou algumas dessas situações deprimentes. Isso é triste demais !


JUVENTUDE E ÁLCOOL !!


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o álcool mata 320 mil jovens todos os anos e está entre as principais causas de adoecimento e morte no Brasil.
Muitos jovens não sabem, mas o simples fato de ultrapassarem os 30 gramas de álcool no sangue (o equivalente a três copos de chope), já causa danos a vários órgãos, como fígado, pâncreas, estômago, coração e cérebro. “O álcool gera o aldeído acético que é um veneno. Ele mata as células do fígado e mata neurônios”.
A pergunta é: por que os jovens estão bebendo cada vez mais cedo e em maior quantidade? O que está por trás do consumo abusivo entre este grupo?
Muitas vezes, o jovem busca a solução para seus problemas no álcool, numa tentativa de fugir do meio em que se encontra. É normal a transgressão de algumas regras e limites nessa etapa, mas o consumo abusivo pode estar escondendo a fuga de alguma situação problemática ou conflito interior. É nesta hora que o álcool surge como um “anestésico”.
O adolescente também tem a necessidade de fazer parte de um grupo e de ser aceito socialmente por ele, porque busca uma identidade; assim o álcool surge como uma forma de socialização. Alerta: “muitos jovens pensam que a bebida vai deixá-los mais livres, mais alegres, no entanto, o álcool é um inibidor do sistema nervoso central. Então, depois daquele momento de euforia vem a depressão”.
No ano de 2011, a mundo assistiu ao fim trágico de uma das mais talentosas cantoras da atualidade, a britânica Amy Winehouse. Segundo o laudo a jovem morreu por causa do abuso do álcool.

Fonte : Destrave

Você decide ! Afinal de contas a saúde é sua.


PARA AQUELES QUE ALÉM DE NÃO AJUDAR, SE ACHAM NO DIREITO DE JULGAR DOENTES ALCOÓLICOS.



Em anos de luta que tive, pelos hospitais e clínicas de recuperação que conheci, com o contato que tenho atualmente com pessoas que sofrem de alcoolismo, por amigos que se perderam, e muitos a vida, enfim, é óbvio que ninguém deseja e/ou quer chegar nessa situação. As circunstâncias que leva uma pessoa a se drogar são inúmeras, muitas vezes inexplicáveis e até casos em que pessoas começam a se auto-destruir depois de uma perda muito grande, por ansiedade, estresse, etc. Então aos que se intitulam inatingíveis pela desgraça do "vício", seja ela por drogas ilícitas ou lícitas que tomem cuidado com seus julgamentos. A saber, que calmantes também é droga e muitos que se acham acima do bem e do mal tomam de forma indiscriminada não porque precisa, mas porque o medicamento lhe dá algo que ele não consegue com cara limpa. Muito cuidado ao comentar a respeito de álcool e/ou drogas, nunca se esqueça que você também tem família e ninguém está imune a esse problema que é mundial.

Misael Barboza - Abstêmio desde 26/OUT/2007

11 maio 2016

ALCOOLISMO : UM DOS GRANDES MALES DA SOCIEDADE



O alcoolismo é sem dúvida um dos grandes males de todos os tempos. É definido por muitos como o consumo persistente e excessivo de bebidas alcoólicas chegando a interferir na vida pessoal do indivíduo sobretudo no relacionamento social, familiar e profissional. A bebida alcoólica em excesso pode potencialmente resultar em doenças psicológicas, fisiológicas e naturalmente, a MORTE do doente. Segundo pesquisas, o alcoolismo é um grande problema de SAÚDE PÚBLICA no mundo, logo após o tabagismo, e isso resulta em prejuízo para os países. Diversos fatores pode contribuir para que uma pessoa se torne alcoólatra, por exemplo : pré-disposição genética, saúde emocional, perdas e danos morais e materiais e a morte de familiares. A "cura" do alcoolismo é bastante complexa e vai depender do estado geral do paciente e também do seu desejo de largar a bebida. As pessoas íntimas e queridas serão os grandes aliados na "cura" e restauração do alcoólatra.

Fonte : www.facebook.com/vencendooalcoolismo.com.br 


ALCOOLISMO É DOENÇA, NÃO OPÇÃO !




ALCOOLISMO :
É doença, não opção
Durante muito tempo, o alcoolismo foi considerado uma dificuldade de ordem moral. O dependente era alguém de vontade fraca, a quem faltava determinação ou caráter para abandonar o vício. As pesquisas revelaram, porém, que a dependência apresenta um quadro clínico bem definido e que a pessoa não tem liberdade de optar entre beber ou não quando se torna alcoólatra. A partir daí, o problema passou a ser encarado não mais como uma questão de escolha, mas como condição patológica, sendo incluído na Classificação Internacional das Doenças da OMS.

JOVENS, ENERGÉTICOS E ÁLCOOL !



Jovens que misturam energéticos com álcool são 4 vezes mais propensos a sofrerem de alcoolismo. O estudo foi realizado com mais de 3.000 jovens recrutados de todas as partes dos Estados Unidos.
Fonte : Informalcool

10 DOENÇAS CAUSADAS PELO ALCOOLISMO


Além de ser uma doença, o alcoolismo pode favorecer o aparecimento de várias outras. Aliás, é muito comum que o alcoolista só reconheça que precisa ajuda quando há o diagnóstico de outra (s) patologia (s). Separamos 10 doenças causadas pelo alcoolismo para você conhecer:
1) Cirrose hepática
A cirrose hepática é uma das doenças causadas pelo alcoolismo com maior incidência. Trata-se de uma doença sem cura, caracterizada pela presença de tecido grosso (fibrose) e nódulos no fígado, fazendo com que as funções do órgão sejam comprometidas, como a metabolização de medicamentos.
2) Hepatite alcoólica
Considerada uma doença pré-cirrose, a hepatite alcoólica é uma doença inflamatória e degenerativa do fígado. Ela geralmente se desenvolve em alcoolistas que consomem pelo menos 80 g de álcool etílico ao dia, durante pelo menos cinco anos ou mais. A taxa de mortalidade da doença é estimada em até 13,5% nos casos leves e até 55% nas formas graves da doença.
Todos os alcoolistas podem desenvolver hepatite alcoólica, embora as mulheres sejam as mais suscetíveis. Entre os principais sintomas estão: náuseas, olhos e a pele amarelada, febre, perda do apetite, vômito com sangue e palidez.
3) Câncer
A dependência de álcool faz com que aumentem os riscos de câncer, especialmente no fígado, na laringe, na boca, no esôfago, no pâncreas e na faringe. Algumas hipóteses para que isso ocorra é que o álcool provoque danos em tecidos do corpo, reduza os níveis do ácido fólico e outros nutrientes e tenha efeitos sobre o estrogênio ou outros hormônios.
4) Pancreatite
A pancreatite também está entre as doenças causadas pelo alcoolismo mais comuns. O pâncreas é responsável pela produção de insulina e de enzimas que auxiliam a digestão, bem como é responsável por regular os níveis de açúcar no sangue e participar em outras reações metabólicas importantes para o organismo.
A pancreatite é uma inflamação da glândula do pâncreas, podendo ser classificada como aguda ou crônica. No caso dos alcoolistas, o mais comum é aparecer na forma crônica, quando as enzimas digestivas atacam e destroem o pâncreas e tecidos vizinhos, causando cicatrização e dor.
5) Problemas cardiovasculares
O alcoolismo favorece o aumento da pressão arterial (hipertensão), arritmia cardíaca, insuficiência cardíaca e aumentam as chances de um acidente vascular cerebral (AVC) e morte súbita.
6) Disfunção erétil
O alcoolismo é a principal causa de redução do desejo sexual, ejaculação precoce e disfunção erétil. De acordo com uma pesquisa, 72% dos alcoolistas reclamaram de um ou mais problemas em sua sexualidade. A principal razão para estes problemas é que o álcool tem efeito depressor sobre o sistema nervoso.
Outros problemas causados pela dependência de álcool é a infertilidade, a diminuição ou ausência da menstruação e problemas na qualidade dos espermatozoides.
7) Demência de Korsafoff
A Demência de Wernicke-Korsakoff está dentre as doenças causadas pelo alcoolismo que mais afetam cognitivamente o dependente de álcool. Isso ocorre porque a doença prejudica o Sistema Nervoso Central e periférico, apresentando sintomas como prejuízo em memória e aprendizagem, confusão mental, amnésia parcial anterógrada e retrograda, ataxia (perda da coordenação e equilíbrio dos movimentos musculares voluntários), oftalmoplegia (paralisia ou fraqueza em um ou mais músculos oculares), além de lesões em estruturas cerebrais como o hipotálamo e hipocampo.
8) Imunidade baixa
O alcoolismo pode provocar baixa imunidade, ou seja, as defesas naturais do organismo não conseguirão barrar ‘intrusos’. Com isso, o alcoolista pode ficar mais suscetível a doenças como pneumonia, tuberculose e infecções.
9) Polineuropatia alcoólica
Polineuropatia significa doença (patia) de múltiplos (poli) nervos (neuro), e é uma doença dos nervos que saem da medula, em que os nervos mais longos são afetados de forma simétrica (isto é, os dois lados do mesmo jeito e ao mesmo tempo), e de forma ascendente (ou seja, o problema começa nos pés, e sobe de forma progressiva, ao longo de semanas a meses, podendo afetar as mãos, braços, e mesmo o tórax e abdome).
O abuso de álcool provocado danos aos nervos, podendo se manifestar através de vários sintomas, como dormência e formigamento dos pés e pernas, dor espontânea (sentir dor através de estímulos que normalmente não provocam dor, como vestir uma calça), atrofia muscular e perda de equilíbrio.
10) Anemia
A anemia é uma das doenças causadas pelo alcoolismo mais comuns. Estima-se que 40% a 60% dos alcoolistas apresentam a doença. Uma das explicações para isso é o fato de que o álcool é uma boa fonte de energia, o que faz com que dependente de álcool, por vezes, não faça uma refeição balanceada, favorecendo a carência de nutrientes importantes, como o ácido fólico.
Outros fatores que colaboram para a anemia de um dependente de álcool são as doenças de origem gástrica ou hepáticas, quando há hemorragias, por exemplo.
Se você já descobriu que possui alguma dessas doenças causadas pelo alcoolismo com certeza recebeu como orientação médica para parar de beber. Procure ajuda especializada para conquistar a total abstinência alcoólica.


08 fevereiro 2016

LISTA 10 danos à saúde relacionados ao alcoolismo !

CISA lista 10 danos à saúde relacionados ao alcoolismo: Entenda as principais complicações de saúde relacionadas ao alcoolismo Com o objetivo de alertar a população sobre os riscos para a saúde em decorrência do consumo pesado e crônico de

A FAMÍLIA E O DOENTE


A todo o momento, o ser humano é cobrado e influenciado pelo meio social em que vive, e este meio também determina como ele deve agir pensar e se comportar. Se ele fugir as normas sociais consequentemente será punido pela sociedade, com isso a todo o momento o individuo é vigiado por esta, e por ele mesmo, sendo assim o nível de estresse ao qual é submetido todos os dias é alto, saindo às vezes do “normal” para a “loucura” o que passa a ser um risco, porém nem mesmo na condição de portador de transtorno mental e/ou dependente químico, incluindo alcoolismo, o individuo se livra da cobrança e do julgamento social, e como não pode mais obedecer às regras sociais, passa a ser excluído do convívio em sociedade. A família em muitos casos faz parte deste processo de exclusão do doente, muitas vezes por medo, desconhecimento, ou simplesmente pelo estigma de ter em seu convívio familiar um doente tido pela sociedade como alguém sem capacidades, “louco” ou “drogado”. Percebemos as dificuldades e a carga psicológica na qual as famílias estão expostas, porém é essencial, todo e qualquer apoio nestes casos, sendo de suma importância seu envolvimento e participação durante todo o tratamento terapêutico vivenciado pelo paciente ao longo de sua internação, a fim de conhecer e entender melhor a problemática tornando-se participe deste processo.

O apoio familiar é muito importante, sendo mais ainda durante o tratamento, porém esse papel no trato com o doente não é fácil, pois vários são os sentimentos que ela pode apresentar diante dessa situação, tais como culpa preconceito e incapacidade. Além do preconceito que os doentes sofrem da sociedade, eles também são submetidos aos da família, que se sente envergonhada pela sociedade pelo simples fato de não terem conseguido formar um individuo “saudável” e preparado para cumprir com suas obrigações sociais. Não é possível julgá-las, pois também são vitimas da sociedade assim como o doente, mas é possível reconhecer a importância dela na vida de qualquer ser humano.
Os familiares tornam-se essenciais no processo de tratamento do doente, no entanto necessitam saber como lidar com as situações estressantes, evitando comentários críticos ao paciente ou se tornando exageradamente super protetores, dois fatores que reconhecidamente provocam recaídas. Torna-se muito importante que os familiares dosem o grau de exigências em relação ao paciente, exigindo assim mais do que ele pode realizar em dado momento, porém sem deixá-lo abandonado, ou sem participação na vida familiar. Conhecendo melhor a doença e tendo um diagnóstico claro, a família passa a ser um aliado eficiente em conjunto com a medicação e a terapêutica trabalhada pela equipe multiprofissional.

O papel da família e importantíssimo em todas as fases do processo terapêutico, porém fundamental no inicio do tratamento onde o paciente ainda não percebe claramente que aquilo que acontece com ele é decorrente de uma doença, sendo que para este alucinações e delírios são reais, dizer ao paciente que tudo não passa de sua imaginação não resolve, ao contrario isso aumenta sua resistência ao tratamento. Tanto a família quanto a equipe responsável pelo paciente necessitam estar alinhadas objetivando adquirir confiança e vinculo, para que se estabeleça uma relação de confiança e de aceitação ao tratamento, o que ira garantir a efetivação do tratamento e conseqüente melhora. Podemos perceber que a recuperação de uma pessoa com transtorno mental, alcoolismo e/ou dependente químico é um processo longo, e em muitos casos gradual e lento, no entanto combinando varias abordagens os resultados tornam-se assertivos e em muitos casos muito satisfatório.
É importante que a família sinta que pode fazer algo para ajudar o seu familiar a recuperar-se quando tal e possível e, mesmo quando não é, que seja capaz de compreender a situação e acompanhar o paciente, dando apoio, compreensão, carinho e dedicação.
Fonte : UNICA - Unidade Intermediária de Crise e Apoio a Vida
www.facebook.com/vencendooalcoolismo.com.br 

ALCOOLISMO EM IDOSOS : UMA REALIDADE


Com mais acesso à saúde, a expectativa de vida aumentou e, com isso, vemos também crescer proporcionalmente o alcoolismo em idosos. Este tipo de problema é comum, desde pessoas que sempre beberam, mas pioraram na terceira idade; até outras que não tinham este costume e passaram a ter. Saiba o que fazer nos casos de alcoolismo em idosos.
Por que um idoso começa a exagerar no álcool? Esta é uma das perguntas mais comuns para quem sofre com um ente próximo. Segundo o Prof. Dr. Armando Miguel Jr., o idoso tem a sensação de perda. “A maioria vive na ociosidade, aposentados, já perderam algum ente querido ou amigos, têm patologia de base ou já tiveram internação hospitalar, tem insônia, muitos são abandonados pela família, e não têm motivação alguma. Bebem para aliviar a tensão do dia a dia e esquecer as mágoas.”
Por tratar de uma faixa etária em que geralmente já tem uma saúde mais sensível, é comum que o alcoolismo em idosos provoque piora e desgaste físico e mental do idoso. Doenças como a hipertensão arterial sistêmica, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes, tuberculose, cardiopatias, distúrbios gastrointestinais estão entre as inúmeras patologias que podem ter sua evolução complicada pelo alcoolismo. E o controle médico dessas doenças pode ser difícil devido o álcool.

SINAIS DE ALCOOLISMO EM IDOSOS 

Os sinais e sintomas de alcoolismo em idosos não são difíceis de reconhecer, embora geralmente ele necessite de menos doses para tal do que uma pessoa de 30 anos, por exemplo. Em idosos também é comum a presença de sintomas como quedas repetitivas, desnutrição, diarreia, fraqueza, esquecimento, insônia, instabilidade afetiva e depressão. Vale lembrar que, como alguns sintomas também podem ser de outras doenças, é preciso ficar atento.
Assim como qualquer idade, o alcoolismo deve ser tratado. Cabe o idoso e sua família procurarem ajuda dentro das opções que mais adapta ao alcoolista.
Fonte : Medicina Geriátrica/Diário de Cuiabá

04 janeiro 2016

VOCÊ ACHA QUE É ESPERTO ? TOMANDO ÁLCOOL COM MILHO !


ÁLCOOL E MILHO !



As maiores marcas nacionais enganam seus consumidores !


O Brasil, que hoje é o terceiro maior produtor da bebida no mundo, tem na cerveja a bebida preferida dos mais de 200 milhões de habitantes. Mas, curiosamente,a bebida que é servida por aqui, na grande maioria dos casos, não é cerveja.
A "Reinheitsgebot", Lei da Pureza da Cerveja, foi promulgada em 23 de abril de 1516 pelo Duque Guilherme IV da Baviera e tinha como objetivo regular a fabricação da bebida em território alemão. O texto era simples, dizia que a cerveja só poderia ser feita com três ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo. Até hoje: mais de quinhentos anos depois, a maioria dos cervejeiros alemães ainda segue a receita à risca.

O mesmo não acontece por cá. Grandes marcas nacionais como a Kaiser, Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Itaipava se aproveitam de uma "brecha" na legislação brasileira para não usarem cevada em suas bebidas. Aqui é permitido que até 45% do malte de cevada seja substituído por outras fontes de carboidratos mais barata. O que entra na garrafa então é milho transgênico, produto que existe em abundância no país e que reduz drasticamente o custo das cervejarias. Nosso país está entre os maiores produtores de transgênicos do mundo; aproximadamente 90% do milho brasileiro é não orgânico.

Para saber do que é feita sua cerveja preferida, basta ler o rótulo da embalagem. Normalmente, a descrição diria: água, malte de cevada e lúpulo, ou água, cevada e lúpulo. No entanto, nas marcas nacionais citadas acima, a composição descrita retira o malte de cevada e inclui a expressão 'cereais não maltados'. A 'nova fórmula' da bebida no Brasil começou a ser posta em prática a partir de 2007, quando o Ministério da Ciência e Tecnologia liberou a comercialização de milho transgênico em território nacional. Esta mudança impede que o consumidor saiba do que realmente é feita a bebida, pois em todos os casos não é especificado que tipo de cereal é utilizado na fabricação da cerveja.
Em 2013, uma pesquisa de cientistas brasileiros da Unicamp, USP e Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi publicada no "Journal of Food Composition and Analysis" (jornal científico internacional com estudos sobre a composição dos alimentos) demonstrando o alto grau de adulteração da cerveja brasileira. O consumidor deve, portanto, pensar bem antes de comprar a cervejinha para o churrasco. O risco de levar gato por lebre é grande. 
Fonte : Bastingnews

DIRETO AO ASSUNTO !!!


Quando me perguntam o motivo dessa exposição toda, porque mostrar a cara da pior fase da minha vida, eu respondo :
Essa não foi à pior fase da minha vida, e que me exponho exatamente para cumprir uma missão pessoal que eu acho que tenho, ajudar as pessoas que sofrem com o alcoolismo. Não tenho vergonha de absolutamente nada, e não tenho motivos para esconder que tive sérios problemas com bebidas. Ao contrário, lutei e venci, e quero passar isso adiante para que pessoas que acham que tudo está perdido, que alcoolismo tem tratamento e portanto, podem e devem procurar ajuda para terem uma vida digna.
Misael Barboza - abstêmio desde 26/10/2007